domingo, 1 de junho de 2014


hoje domingo dia 01/06/2014 eu e o Almir um camarada que mora no jd.alto alegre saimos da minha casa as 6:30 da manha em sentido a GM via dutra no km 186 em frente a entrada de sta isabel  pegamos a estrada da GM estrada municipal sao bento do lambari ate a rodovia pedro erole em sentido aruja (centro) na av joao maciel avistamos um acidente horrivel um motoqueiro bateu de frente num poste e acabou falecendo no local.
Dali a gente deu uma passada na casa do Oridio outro camarada que mora ali perto chegamos la por volta das 11:20 almoçamos e viemos embora as 14:00 chegando em casa as 15:40


postado por pardal ate a proxima pessoal

sábado, 23 de novembro de 2013

Brasil precisa de mais ídolos e menos impostos, diz ciclista espanhol

Brasil precisa de mais ídolos e menos impostos, diz ciclista espanhol

Publicado em 20/11/2013 às 12:59Fonte: Folha On Line
Brasil precisa de mais ídolos e menos impostos, diz ciclista espanhol
Fabio Braga/Folhapress
YURI GONZAGA
DE SÃO PAULO
O uso da bicicleta como meio de transporte está diretamente relacionado ao ciclismo competitivo e, para que ambos floresçam no Brasil, é preciso baixar os tributos que incidem sobre as bikes e fomentar o aparecimento de um ídolo de grande visibilidade nacional, diz o espanhol Alberto Contador, considerado um dos maiores representantes da modalidade, ainda que tenha sido suspenso por doping há dois anos (leia mais abaixo).
Duas vezes campeão da Volta da França, mais importante competição do ciclismo mundial, o ciclista de 30 anos pedalou na última quarta-feira (13) com um grupo de cerca de 200 amadores em Cabreúva (a 78 km de São Paulo), durante sua primeira passagem pelo Brasil.
"Hoje, a Espanha está no nível mais alto do esporte", disse. "Tênis, basquete, o futebol, o ciclismo. Os esportistas são muito reconhecidos pela sociedade. Isso faz a diferença quando as crianças veem esses ídolos, porque elas lutam para ser iguais a eles."
"Talvez, no Brasil, falte algo igual: estrelas do ciclismo para que as crianças queiram imitá-las. Hoje, já vejo que há fanatismo pelo ciclismo [aqui] --não esperava ver tanta gente interessada, e tanta gente tão preparada. Acho que isso pode ir mudando pouco a pouco", afirmou.
Mas essas crianças precisam ter meios de comprar sua bicicleta. "É preciso estar consciente de que o ciclismo tem muitas vantagens, uma vez que se tenha a bicicleta, porque fiquei muito surpreso aqui no Brasil --há impostos tão altos, é inacreditável."
"Custa, para mim, acreditar nisso, levando em consideração que o mundo inteiro vê que a bicicleta é a melhor opção [para a mobilidade urbana], já que gera menos poluição", disse. "É um esporte muito gratificante, demanda zero gasolina, o corpo agradece."
O Brasil não tem nenhum título de um dos "gran tours" (algo como o Grand Slam do ciclismo): as Voltas da Espanha, da França e da Itália.
Questionado sobre se moraria no Brasil se fosse convidado por uma equipe de ciclismo nacional, o atleta da equipe dinamarquesa Saxo-Tinkoff não descartou a possibilidade. "Tudo seria questão de estudar [a proposta]."
Durante a entrevista, a organização blindou o atleta contra perguntas sobre doping, vetando qualquer menção ao tema.
Ele perdeu os títulos da Volta da França de 2010 e a Volta da Itália de 2011 por ter sido flagrado com clenbuterol, substância que aumenta a capacidade respiratória e ajuda no aumento da massa muscular. À época das revelações, em fevereiro do ano passado, ele disse que havia sido vítima da ingestão de carne contaminada.
DOENÇA
Em 2004, Contador disputava uma etapa da Volta das Astúrias, na Espanha, quando caiu e começou a ter convulsões. O atleta, que estava sofrendo de dores de cabeça nos dias anteriores, foi diagnosticado com um hemangioma, um tipo de coágulo, no cérebro.
"Tenho a certeza de que, se não tivesse passado por isso, não teria tido os êxitos que acumulei até agora", disse. "Você passa a pôr tudo em uma balança, valoriza muito mais algo simples como sair e estar com os amigos, depois de passar vários meses no hospital. Passa a ver que alguns problemas não são problemas."
Contador venceria a Volta da França pela primeira vez três anos mais tarde, feito repetido em 2009. Ele é o quinto ciclista na história a conquistar os três "gran tours".
A história de superação o aproxima ainda mais do desafeto americano Lance Armstrong, ciclista que também perdeu títulos por doping --sete Voltas da França-- e que venceu uma batalha contra câncer nos testículos.
Os dois foram companheiros na equipe Astana, do Cazaquistão, em 2009, e mantêm organizações filantrópicas em prol do esporte e pelo combate às enfermidades que sofreram.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Tour de France  Nota: Para outros significados, veja Tour de France (desambiguação). Ultima etapa do Tour de France 2009 - Champs-Élysées, Paris Volta à França Nome Local Tour de France Região França Países adjacentes Data Julho Tipo Prova ciclística por etapas História Primeira Edição 1903 Número de Edições 99 Primeiro Vencedor Maurice Garin Último Vencedor Chris Froome Mais Vitórias Jacques Anquetil Eddy Merckx Bernard Hinault Miguel Indurain (5 vitórias) Website oficial UCI World Tour A Wikipédia possui o Portal Ciclismo O Tour de France (em português Volta da França ou Volta à França) ou simplesmente Tour, é uma competição ciclística por etapas disputada anualmente no mês de Julho. O percurso é composto de mais de 3000 km de estradas irregulares e montanhosas que, de uma certa maneira, representam uma volta na França. O Tour de France é o mais prestigiado dos três Grand Tours do calendário ciclístico na Europa; os outros são o Giro d'Italia (Giro) e a Vuelta a España (Vuelta).1 História e descrição geral Corredores assinando o livro de presença, ao início de uma etapa. Também conhecido como la Grande Boucle ("o grande laço"), o Tour foi criado em 1903 por Henri Desgrange, fundador do jornal L'Auto (antepassado do diário esportivo francês L'Équipe), baseado em uma idéia do jornalista Géo Lefèvre (1877-1961). O objetivo, na época, era o de fazer concorrência às corridas Paris-Brest-Paris (patrocinada por Le Petit Journal) e Bordeaux-Paris (patrocinada por Le Vélo).2 O Tour tem sido disputado anualmente desde 1903, mas foi interrompido durante a Primeira e a Segunda Guerra Mundial. Cerca de sessenta ciclistas participaram do primeiro Tour de France e apenas 21 deles conseguiram chegar ao seu final.3 A prova teve início às 15:16 do dia 1 de Julho de 1903 em frente ao café Reveil Matin em Montgeron, na periferia parisiense e era composta por 6 etapas ligando Paris, Lyon, Marselha, Toulouse, Bordéus (Bordeaux) e Nantes. Maurice Garin foi o vencedor deste primeiro Tour de France, que terminou em 19 de julho.4 No começo, o Tour era uma corrida de enduro quase contínuo. Os corredores dormiam na beira da estrada e não eram autorizados a receber assistência alguma, mas vários participantes da segunda edição foram excluídos por terem apanhado um trem em parte do percurso. Hoje em dia, o Tour é uma corrida por etapas, isto é, é dividido em etapas diárias. Há veículos de serviço (motocicletas e carros) que fornecem informações, alimento, água, acesso a mecânicos ou até assistência médica. Alguns veículos são "neutros" a todos os corredores pois pertencem à organização, outros são próprios a cada equipe5 . A maior parte das etapas são disputadas na França, mas é muito comum algumas etapas serem disputadas em países adjacentes à França, como Itália, Espanha, Suíça, Bélgica, Luxemburgo e Alemanha, e até mesmo em países não adjacentes, como Irlanda, Inglaterra e Países Baixos. As três semanas geralmente incluem dois dias de repouso, que são algumas vezes aproveitados para transportar os corredores quando o final de uma etapa é muito distante do início da etapa seguinte. Nos últimos anos, a primeira etapa tem sido precedida de uma curta etapa de contra-relógio individual (1 a 15 km), chamada Prólogo ("Le Prologue"). O final tradicional é em Paris, nos Champs-Élysées. Entre essas duas etapas, são disputadas várias outras, incluindo etapas de montanha, contra o relógio individual e por equipe. As etapas restantes são disputadas em terreno relativamente plano. Com a variedade de etapas, os sprinters podem ganhar algumas etapas, mas o vencedor geral final é quase sempre um especialista em etapas de montanhas e contra-relógio. A montanha Perfil da subida do Alpe d’Huez. Muitos lugares, e especialmente montanhas, estão frequentemente presentes no percurso geral do Tour (em praticamente todas as edições), e ganharam relativa fama por isso. As montanhas mais conhecidas são as de "categoria especial", com picos cuja dificuldade de ascensão está para além de uma categorização normal, e incluem o Passo do Tourmalet (Pireneus, 2114 m), Monte Ventoux (Provence, 1909 m), Passo do Galibier (Alpes, 2645 m), o Hautacam (Pireneus, 1800 m) e o Alpe d'Huez, nos Alpes, com suas famosas 21 curvas, culminando a 1850 m. De maneira geral, as etapas de montanha, juntamente com as etapas de contra-relógio, decidem o vencedor do Tour de France, já que a diferença de tempo entre os ciclistas costuma ser muito maior nestas que nas etapas em plano. Camisetas Lance Armstrong com a camiseta amarela. Michael Rasmussen com a camiseta da montanha em 2005. Existem diversos prêmios a serem disputados, e a cada prêmio corresponde uma camiseta. Existe uma ordem de prioridade para as diferentes camisetas de líder: a camiseta amarela ("maillot jaune"), atribuída ao primeiro corredor em tempo individual na classificação geral, é a de maior prestígio. Foi inventada em 1919 por Henri Desgrange, em referência ao papel amarelo do jornal L'Auto e o primeiro atleta a vestí-la foi Eugène Christophe, que acabaria aquela edição na terceira colocação.6 É atribuída calculando-se o tempo total gasto por cada corredor, isto é, adicionando-se os tempos de cada etapa. O corredor com o menor tempo é considerado o líder no momento, e, ao final do evento, é declarado o vencedor geral do Tour. a camiseta verde ("maillot vert"), foi criada em 1953 em comemoração aos 50 anos do primeiro Tour e é atribuída ao primeiro corredor na classificação individual por pontos (sprints). Ao final de cada etapa, ganham-se pontos quando se termina a etapa nos primeiros lugares. O número de pontos depende do tipo de etapa - mais se a etapa for plana, um pouco menos se for intermediária, ainda menos se for de montanha e o mínimo em etapas contra o relógio. Também atribuem-se uns poucos pontos ao corredor que alcança primeiro certos pontos intermediários, assim como um bônus em segundos para o concurso da camiseta amarela, mas são geralmente tão poucos que não representam muita coisa no resultado final. No entanto, têm um papel preponderante durante a primeira semana, antes das etapas de montanha, quando os corredores estão relativamente próximos na classificação geral. Erik Zabel (Alemanha) é o corredor que mais vezes terminou o Tour com a camiseta verde, por 6 vezes, todas consecutivas, entre 1996 e 2001.7 a camiseta branca com bolas vermelhas ("maillot à pois"), é atribuída ao primeiro corredor na classificação em etapas de montanha; no topo de cada montanha do Tour, atribuem-se pontos aos primeiros a chegar no topo. As subidas são classificadas em categorias de 1 (mais difícil) a 4 (menos difícil) de acordo com seu grau de dificuldade, onde são levados em conta o declive e o comprimento da subida. Uma quinta categoria, chamada categoria especial, é reservada às montanhas ainda mais difíceis que as da primeira categoria. O primeiro corredor em uma subida de quarta categoria recebe 5 pontos, enquanto que o primeiro de uma subida categoria especial recebe 40. Enquanto que somente o 2° e o 3 °Colocados também ganham pontos em uma subida de quarta categoria, os 15 primeiros em uma subida categoria especial são recompensados com pontos. Apesar de o melhor ciclista em montanha ser distinguido desde 1933, foi somente em 1975 que a camiseta branca com pontos vermelhos foi introduzida para identificá-lo. As cores foram decididas pelo patrocinador da época, Chocolates Poulain, para combinar com um de seus produtos mais populares. Richard Virenque (França) detém o recorde absoluto na montanha, tendo ganho o título de "Rei da Montanha" sete vezes, em 1994, 1995, 1996, 1997, 1999, 2003 e 2004. Além dele, ganharam o título de "Rei da Montanha" seis vezes: Federico Bahamontes (Espanha) em 1954, 1958, 1959, 1962, 1963, 1964 e Lucien van Impe (Bélgica) em 1971, 1972, 1975, 1977, 1981, 1983. a camiseta branca ("maillot blanc"): segue os mesmos critérios da camiseta amarela, mas somente disputada por corredores com idade máxima de 25 anos em 31 de dezembro do ano em questão. A categoria, criada em 1975, foi introduzida como forma de reconhecer o desempenho dos ciclistas mais jovens, foi temporariamente extinta em 1998, mas novamente reintroduzida pouco tempo depois. Poucos são os competidores que se podem orgulhar de ter vestido as camisetas amarela e branca no mesmo ano. O francês Laurent Fignon, em 1983, o alemão Jan Ullrich, que ainda compete, em 1997, e o espanhol vencedor do Tour de 2007 Alberto Contador e Andy Schleck em 2010 são os únicos até agora. o dorsal vermelho, que é atribuído ao corredor mais combativo da etapa anterior. No final de cada etapa, os juízes atribuem pontos aos corredores que entraram em "fugas" na etapa. O corredor com o maior número de pontos ganha um dorsal vermelho com letras em branco ao invés das usuais letras pretas em fundo branco. Finalmente, há a classificação por equipes. Para esta classificação, os tempos dos três primeiros corredores de cada equipe são adicionados após cada etapa. O Tour tem atualmente 22 equipes com 9 corredores cada uma (no início), cada equipe patrocinada por uma ou várias empresas. Não há regras específicas quanto à nacionalidade dos corredores de uma mesma equipe, apesar de este ter sido o caso em algumas edições anteriores do Tour. Melhores classificados na prova Generalidades sobre o Tour de France As Quedas Nenhum ciclista por mais prudente que seja está imune aos acidentes. Uma queda pode ser ocasionada por falha do equipamento, mas com certeza expõe ferimentos e pode até levar a morte, como a do jovem italiano Fabio Casartelli que, em 1995, numa decida do Portet d’Aspet, foi arremessado da bicicleta. A gravidade de uma queda pode ser muito maior do que se parece. Se um corredor perde o equilíbrio, outros competidores podem ser arrastados, ocasionando um grande acidente. Percurso úmido, sinalização inadequada e as chamadas ilhas direcionais, somadas à distração, são fatores de ruptura do equilíbrio de um atleta em competição Além disso, a velocidade (que pode superar em alguns trajetos 80km/h) e a sede do cruzar a linha de chegada, elevam a possibilidade de quedas. Fabio Casartelli era sprintista e fazia parte da equipe de Lance Amstrong no Tour de France de 1995, foi o primeiro ciclista a sofrer um acidente fatal num percurso do campeonato. Lusófonos na Volta à França Vitórias de etapas por nações Referências Ver também Ligações externasRead in another language Last modified 28 days ago Wikipédia ™ MóvelNormal Conteúdo disponibilizado com a licença CC BY-SA 3.0 Terms of UsePrivacidade

sábado, 20 de julho de 2013

Colombiano faz história no Tour de France, mas Froome fica perto de título


O colombiano Nairo Quintana, da Movistar, venceu neste sábado a 20ª e penúltima etapa do Tour de
France, praticamente garantindo o título de "rei da montanha" - dado ao ciclista melhor classificado levando em conta apenas as etapas de montanha. Já o britânico Chris Froome, da Sky, ficou perto de conquistar no geral a edição 2013 da mais importante volta ciclística do mundo.
Froome ficou em terceiro na etapa de hoje, entre Annecy e Semnoz, com 125 km de extensão. No geral, o britânico está pouco mais de cinco minutos na frente do rival colombiano. Neste domingo, em que acontecerá a chegada em Paris, o trecho normalmente é feito em ritmo leve, uma espécie de desfile de despedida da competição.
Com a vitória deste sábado, Quintana deverá se transformar no primeiro ciclista sul-americano a ser vice-campeão no Tour de France. Até hoje, o continente teve como melhor resultado a terceira colocação do também colombiano Fabio Parra, em 1988.
Único brasileiro na disputa desta edição da prova, Murilo Fischer, da FDJ.FR, terminou a etapa de hoje na 119º posição. No geral, o ciclista de Brusque, em Santa Catarina, segue em 133º. A chegada e o pódio do Tour de France tradicionalmente acontecem nos Champs-Elysées, após trecho de 158 km a partir de Versailles.

sábado, 16 de março de 2013

uma oficina mecanica para motos



Foto: Divulgação
Como montar uma oficina de motos
Quem não gosta de passar horas prazerosas no fim de semana mexendo na própria motocicleta ou na moto de um amigo? Por isso, pensamos em ajudar você, leitor, que já tem sua oficina de carros, mas quer montar uma de motos que pode ser adaptada em sua garagem de casa ou mesmo em seu estabelecimento.
Nesta matéria, não vamos citar o custo de montagem dessas oficinas, mas é importante informar que o acesso aos orçamentos via internet é simples, são inúmeros os fabricantes e distribuidores de ferramentas convencionais e especiais para motocicletas que exibem em seu site todas as ferramentas necessárias mas cuidado: alguns fabricantes ou representantes podem oferecer ferramentas desnecessárias no dia a dia.
 Como montar uma oficina para serviços amadores
Primeiramente é necessário avaliar qual o nível de conhecimento, quais as motos que serão reparadas e que tipo de serviço será executado, pois a variedade de modelos e a complexidade do trabalho irá determinar os tipos de ferramentas especiais e a literatura a adquirir para a realização do trabalho.
Se o objetivo for efetuar pequenos reparos, sem a pretensão profissional, a montagem dessa oficina é mais simples e barata. Basta reservar um espaço com uma área aproximada de 13 m² bem iluminada e ventilada, livre do pó e com paredes pintadas com tinta lavável em cores claras, onde os animais domésticos não tenham acesso.
Pensando em tudo isso, devemos deixar o local agradável, pois será neste local que os fanáticos por moto passarão boa parte do tempo fazendo reparos preventivos, trocando experiências e até economizando alguns reais, visto que a manutenção preventiva proporciona maior vida útil aos componentes da motocicleta.
 Serviços que podem ser feitos na oficina de fim de semana
Falando em oficina de reparos amadores, podemos sugerir alguns pequenos serviços como:
Parte elétrica: carga de bateria, revisão de sistema elétrico e substituição de lâmpadas e acessórios.
Parte mecânica: limpeza de carburador, desmontagem dos pneus com câmara, troca de guidão, troca de alavancas, substituição das pastilhas e lonas dos freios e aperto geral dos parafusos.
 Dicas importantes
Todo mecânico amador deve, no mínimo, desejar fazer um serviço bem feito, mesmo que possua pouca habilidade, deve ter em mente que a qualidade das ferramentas empregadas no trabalho influencia no resultado final.
Também não é aconselhável utilizar a moto de um amigo ou cliente como cobaia para aprender algum serviço, um reparo mal- feito compromete a segurança do usuário e também desvaloriza a motocicleta, somente inicie qualquer serviço se possuir as ferramentas necessárias e também o domínio técnico sobre o assunto. Recomendamos que invista em cursos de capacitação e leia as matérias publicadas no Jornal Oficina Brasil.
 Serviços terceirizados
Assim como em uma concessionária, uma oficina particular necessita de serviços de terceiros, sendo que nem sempre compensa executar alguns trabalhos como pintura, retífica, alinhamento de chassi, alinhamento de rodas, serviços de borracharia e fazer estofamentos de bancos na própria oficina.
Esses serviços envolvem equipamentos de alto custo, profissionais gabaritados e nem sempre há demanda para isso, o orçamento geralmente é alto e a melhor saída é encontrar uma empresa que preste esse serviço com qualidade e rapidez.
 Como organizar os equipamentos
Diferente do reparador automotivo, o reparador de motocicleta geralmente executa serviços em várias áreas da manutenção como eletricidade, suspensão, injeção eletrônica, freio, motor, câmbio, embreagem, alinhamentos, carburador, pneu, rodas etc. Por isso, a gama de ferramentas é muito variada, não é prático guardar as ferramentas em uma caixa ou um pequeno armário. Recomendamos um painel fixado na parede, que pode ser confeccionado de madeira ou em chapa metálica, com o objetivo de pendurar as ferramentas e tornar prático seu manuseio, dando um aspecto de organização e facilitando o controle.
A oficina deve possuir uma bancada para cada mecânico, assim como o painel de ferramentas e o elevamotos, um suporte é suficiente para acomodar morsa e esmeril, o lava-peças que, geralmente, utiliza querosene deve ficar em local de fácil acesso, porém, longe das faíscas do esmeril e também do carregador de baterias, evitando riscos de incêndios e explosões.
Um armário de aço pode ser utilizado para acomodar peças, literatura, ferramentas grandes e ferramentas como instrumentos de medição.
 Literaturas – manuais de serviços e peças
Para as oficinas, básicas e padrão, é necessário no mínimo um computador equipado com um software capaz de efetuar orçamentos, cadastros, abertura de ordem de serviços, apontamentos de serviços, leitura de manuais de serviços e peças, que atualmente são fornecidos em forma de CD.
 Equipamentos necessários para a composição dos diversos padrões de oficina
Anexamos uma tabela com a listagem mínima necessária das ferramentas comuns mais utilizadas nas oficinas mecânicas.
Não vamos relacionar as ferramentas especificas para cada motocicleta ex.: sacadores, fixadores etc, visto que cada modelo de moto requer um jogo especial e a variedade é muito grande; normalmente essas ferramentas são citadas com seus devidos códigos e aplicações no manual de serviços.
 Pontos importantes
A postura do mecânico é importante, pois normalmente a motocicleta é sempre o centro das atenções, sendo muitas vezes mal vista, por isso seu bom comportamento, além de manter boa reputação com a vizinhança, assegura uma ótima clientela.
Sendo uma oficina-padrão, básica ou de fim de semana, os pontos abaixo devem ser observados e praticados cautelosamente.
 • Organização.
• Limpeza.
• Segurança.
• Respeito à comunidade (quanto a emissões de ruídos, gases e a forma de conduzir a motocicleta)
 Respeito ao meio ambiente
Normalmente, guardamos peças que já excederam seu limite de uso na esperança que um dia iremos aproveitá-la, mas nem sempre isso ocorre. O acúmulo de sucata deixa o ambiente com aspecto desagradável e propício à criação de insetos, roedores etc.
É importante ter a consciência de que quando a peça da motocicleta chegou ao final de sua vida útil ela deve ser descartada e não presenteada a um amigo que esta sem dinheiro para a manutenção de sua motocicleta, há um risco eminente de um acidente, colocando em perigo a vida do condutor, e danos materiais a moto.
Então, o que fazer para o descarte de alguns produtos químicos e sucatas?
Óleo usado, gasolina velha ou o outro produto químico qualquer - nunca devem ser descartados na rede de esgotos nem no solo, procure juntar em um vasilhame e armazená-los longe do alcance das crianças, animais e do fogo.
Todos esses produtos, normalmente, são recolhidos nos postos de gasolina onde são encaminhados para a reciclagem e certamente não vão causar poluição.
Baterias velhas - são poluentes e possuem chumbo, plástico e acido sulfúrico normalmente são vendidas para a reciclagem.
Peças metálicas e plásticas – devem ser encaminhadas para o ferro velho para a reciclagem.

Pneus – Juntam água e colaboram com a proliferação do mosquito da dengue, devem ser encaminhados para o fabricante ou uma recicladora e também podem ser transformados em artesanato ou piso de borracha.
 Conclusão
É indispensável o uso de ferramentas apropriadas, seja pelo mecânico amador ou profissional.
A ferramenta correta reflete o conhecimento teórico e o transforma em um serviço prático de excelência, por isso para se tornar um bom mecânico é necessário conhecer os diferentes tipos de ferramenta com suas devidas aplicações.
A boa identificação visual ajuda o cliente a valorizar os profissionais da empresa.