segunda-feira, 26 de outubro de 2009

tour de sao paulo 25/10/2009

Sabado sai cedo de casa em destino a Susano pela serrinha da Terceira divisao estao reformando a estrada ta ficando bom
Vim pela a rodovia Airton Senna ate a entrada da Jacu pessego aproveitei e dei uma passada na casa do Orides colega de pedal que nao estava em casa entao fui até a bicicletaria do Ivo que fica perto.

Descansei um pouco ate a chegada do Braga que tinha marcado com o Alemao para ir ate a bicicletaria CicloMorais que fica em Sao miguel e tambem fui com eles. ficamos por la ate que fechou a bicicletaria por voltas da 18h.

Viemos embora pela av Imperador e na jacu pessego perto da casa do Hugo avistei ele e marquemos de ir para Santa Isabel no domingo bem cedo.
As 7:00 horas da manha fui ate o local de encontro na av santos dumont (Cumbica)em seguida chega Hugo que fomos em sentido a Dutra encontrar com o restante da turma em Aruja estava seu Zé esperando a gente que em seguida chegou o Marcos e fomos todos para Santa Isabel em bom ritmo ate la paremos de costume na padaria de sempre para comer um lanche e pegamos a estrada de volta para casa.
quando chegou em Cumbica a turma se separou Marcos e seu Zé pegaram a av assis ribeiro em sentiro Ermelino e Eu e Hugo a jacu pessego e resolvemos dar uma passada na casa do Orides Almir estava la descansei bastante e viemos embora no sabado andei 88km.e no domingo 115km.
até mais
Pardal





segunda-feira, 19 de outubro de 2009

19/10/2009 HISTORIA DO TOUR DE FRANCE

O maior espetáculo do ciclismo
Nem nas mais otimistas das hipóteses Geo Lefevre e Henri Desgrange imaginavam que a corrida de bicicleta que eles estavam planejando se tornaria o maior evento do ciclismo mundial de todos os tempos e nem que eternizariam seus nomes na história do esporte. A idéia de criar uma corrida de bicicleta que percorresse a França, em 1902, surgiu da necessidade de aumentar as vendas do jornal francês “L’Auto” (que depois se transformaria no atual “L’Équipe”). O Tour teve sua primeira edição em 1º de julho de 1903 e nunca parou de crescer; e a glória de vencer a disputa mais importante do ciclismo pertence a apenas 54 heróis, alguns deles mitos. Cada um por si O primeiro campeão do Tour de France foi o francês Maurice Garin, que pedalou 2.428 km, distribuídos em seis etapas, em mais de 94 horas. Nos dezenove dias de disputa, Garin e outros 59 participantes pedalavam cerca de 18 horas por dia e tinham até três dias para se recuperar. Eram responsáveis pelo próprio equipamento, ou seja, em caso de quebra, eles deveriam consertar as bikes. Naquele e nos anos seguintes, a organização não tinha total controle sobre os participantes. Eram comuns casos de caronas em trens, automóveis e também de atalhos na rota.Aos poucos, a volta foi ganhando as características atuais. O Ballon d’Alsace foi a primeira subida a fazer parte do roteiro do Tour, em 1905. As verdadeiras montanhas só chegaram em 1910, com os Pireneus. No ano seguinte os ciclistas fizeram a travessia dos Alpes. Poucos anos depois, a Primeira Guerra Mundial causou a primeira interrupção na prova. Símbolo do poder A primeira corrida depois do conflito, em 1919, trouxe uma novidade que mudaria, literalmente, a forma de enxergar os melhores ciclistas do Tour. A camisa amarela foi uma reivindicação dos jornalistas que gostariam de identificar melhor o líder e uma forma que os organizadores encontraram para prestigiar a corrida. O primeiro líder chegou a recusar a camisa, achando que seria facilmente identificado pelos rivais. Mas ela logo se tornou o maior desejo de todos. Mudanças e conturbaçoes Na década de 20 Ottavio Bottecchia havia se tornado o primeiro italiano a vencer o Tour, em 1924, e repetira o feito no ano seguinte. Mas Bottecchia não era admirado por todos: foi assassinado em 1927, enquanto treinava. Foi vítima de um fascista, contrariado por críticas do ciclista ao movimento fundado por Mussolini.Na década de 30, três grandes mudanças alteraram o regulamento do Tour. As equipes de fabricantes de bicicleta foram substituídas por times nacionais de oito ciclistas. Também havia equipes regionais, da Normandia e da Provença. Qualquer ciclista poderia usar a mesma bicicleta que o adversário. E a caravana publicitária foi criada para recompor a perda das verbas gerada pela saída das fabricantes. Nesse período foi criada a bonificação por tempo aos melhores de cada etapa. Henri Desgrange, diretor da prova, mostrou que o Tour tinha aprendido a se adaptar para sobreviver. Mas no final dos anos 30, uma nova Guerra Mundial interrompeu a corrida novamente: foram sete anos de ausência. O retorno deu inicio a uma nova era A rivalidade italiana O reinício do Tour após a Segunda Guerra trouxe para a corrida francesa uma rivalidade entre dois italianos que também inflamava o Giro d’Italia. Gino Bartali já havia vencido o Tour em 1938. Fausto Coppi tinha vencido o último Giro antes do conflito mundial. O primeiro era católico devoto e acreditava nos tradicionais métodos de treinamento e no trabalho duro. O outro tinha sido prisioneiro de guerra anos antes, era ateu, abandonara a mulher em favor da amante e tinha vontade de inovar profissionalmente. Ambos perderam muito com o período de guerra, mas a rivalidade que cultivaram era algo inédito no ciclismo. Mais velho, Bartali já era sucesso quando surgiu o rival. O intervalo de tempo entre suas duas vitórias no Tour ainda é recorde. São dez anos entre a primeira, em 38 e a última, em 48. Coppi estreou no Tour em 49 com vitória. A segunda conquista veio em 52, ano de sua última participação. Isso bastou para colocá-lo no hall dos mitos da grande volta.O francês Louison Bobet foi o primeiro tricampeão consecutivo da história do Tour, vencendo em 1953, 54 e 55. Depois de dois anos definindo o primeiro lugar na escalada de um dos montes mais importantes dos Alpes, o Izoard, todas as atenções no terceiro ano estavam em marcar Bobet nesta etapa. Apesar do sucesso dos adversários, Bobet deixou todos para trás em outra escalada, no Mont Ventoux, para garantir o tri. O amor pelo mais fraco No fim dos anos 50, os franceses começaram a assistir uma história de rivalidade na qual o herói não era o vencedor. Jacques Anquetil e Raymond Poulidor eram dois franceses com características bem diferentes. Enquanto o primeiro conquistou cinco vezes o título, o outro foi três vezes segundo e cinco vezes terceiro. Nunca teve o gostinho de chegar a Paris com a camisa amarela. Foram 14 tentativas sem sucesso. Por sua perseverança, Poulidor conquistou o carinho do torcedor, que admirava aquele simpático rapaz do campo, sempre derrotado pelo frio homem da cidade. Considerado o melhor contra-relogista da história até o surgimento do espanhol Miguel Induráin, Anquetil venceu em sua primeira participação, em 1957. Com 12 vitórias em CRIs, a estratégia do francês nas montanhas era apenas de marcar os principais adversários. Anquetil tinha língua afiada. Sua sugestão de treino? Alguns uísques, cigarros e mulheres. Anquetil nunca menosprezou Poulidor, mas nunca foram amigos. A década de 60 marcou o retorno das equipes com patrocinadores. Poulidor disputou algumas competições após a retirada de Anquetil, mas viu surgir alguém ainda mais sedento por vitórias. “O Canibal” abocanha o Tour Os anos de 1967 e 1968 seriam a grande chance de Poulidor, o “Pou Pou”, mas ele deixou as vitórias escaparem. O Tour de 1967 será sempre lembrado como a edição em que morreu Tom Simpson, na escalada do Mont Ventoux. O melhor ciclista inglês da época sucumbiu por problemas cardíacos, vítima do calor, do esforço excessivo e de anfetaminas. Sua morte impulsionou os primeiros exames anti-doping no Tour de France do ano seguinte. O belga Eddy Merckx, que se tornaria o maior ciclista de todos os tempos, ganhou logo na primeira participação na prova, em 1969. “O Canibal” venceu a competição com mais de 17 minutos de vantagem. Além disso, levou para a casa a camisa verde e o prêmio de melhor escalador. Repetiu a vitória no ano seguinte, com direito a novo prêmio na montanha e oito vitórias de etapa. Ele ainda venceria outras três edições, ratificando no Tour sua hegemonia como o ciclista com maior número de vitórias na carreira. O último herói francês Assim como Coppi, Anquetil, Koblet e Merckx, os franceses viram em 1978 um nativo vencer o Tour em sua primeira participação: Bernard Hinault. No ano seguinte, nova vitória, “à moda Merckx”: camisa amarela, camisa verde e sete vitórias de etapa. Mesmo assim, Hinault não era muito bem visto pelos colegas. Em 81 e 82 voltou a vencer. Em 83 surgiu um novo e sofisticado herói: Laurent Fignon, que venceu também em 84, batendo Hinault. Em 1985 Bernard Hinault entrou para a turma dos pentacampeões do Tour, convencendo o americano Greg LeMond a trabalhar para ele. Ele ainda tentou o hexa, mas LeMond, em melhor forma, não permitiu. Com três vitórias (86, 89 e 90), LeMond colocou os EUA na lista dos campeões do Tour. O domínio espanhol Os pentacampeões Anquetil e Merckx venceram quatro vezes consecutivas. Hinault venceu quatro em cinco edições. O espanhol Miguel Induráin foi o primeiro a vencer cinco edições seguidas entre 91 e 95. Excepcional contra-relogista, Induráin se defendia muito bem na montanha. Sem demonstrar muitas emoções durante as provas, o espanhol não venceu de primeira, pelo contrário. Após dois abandonos (85 e 86), obteve um 97º, um 47º e um 17º nos anos seguintes, enquanto trabalhava para outro espanhol, Pedro Delgado. Sua vitória no contra-relógio de 89, porém, mostrou todo o potencial que tinha. Seu estilo levou muitos críticos a se aborrecerem com suas vitórias. Mas alguns triunfos, como o de 94, quando bateu Marco Pantani nos Pireneus, e o de 95, quando lançou um ataque vencedor na etapa plana de Liège, demonstraram que tinha muitos recursos. Em 1996, Induráin tentou o hexa. Como homenagem, o Tour passou por Navarra, sua região natal. O espanhol tinha adversários fortes, como o dinamarquês Bjarne Riis. Em uma etapa nos Alpes, Riis atacou várias vezes, dobrou Induráin e venceu Tour. Recebeu a preciosa ajuda de um gregário alemão, o jovem Jan Ullrich, campeão no ano seguinte. A brilhante vitória do italiano Marco Pantani, em 1998, foi ofuscada por um escândalo de doping, o caso Festina. A equipe francesa Festina, que organizou um sistema de dopagem com EPO (eritropioetina) foi excluída do Tour logo no começo, enquanto o pelotão fez várias manifestações até a chegada a Paris. Um homem vira mito No ano seguinte, a ética foi a prioridade dos organizadores. Vários controles foram realizados nos atletas. Mas a superação de um ciclista trouxe de volta a esperança. Lance Armstrong iniciou, em 1999, sua caminhada para ser o homem mais vitorioso da história do Tour, depois de vencer o câncer. Com um ritmo de pedaladas inovador nas montanhas e um contra-relógio consistente, dominou a prova por sete anos seguidos. Não conseguiu ser unanimidade entre os especialistas, mas se tornou popular em todo o mundo. O sucesso do norte-americano colocou Jan Ullrich na sombra, com três segundos lugares e um terceiro.
Os brasileiros no Tour Cinco ciclistas já tiveram o prazer de representar o Brasil no Tour de France. O primeiro foi Renan Ferraro, em 1986. Depois foi a vez de Mauro Ribeiro, em 1991, Wanderley Magalhães, em 1994, Luciano Pagliarini, em 2002 e 2005, e Murilo Fischer, em 2007 e 2008.Mauro Ribeiro foi o único a conseguir vencer uma etapa da competição e o primeiro a completar a prova. No ano passado, Murilo Fischer igualou o feito de Ribeiro ao cruzar a linha de chegada em Paris, e por pouco não conseguiu uma vitória na 11ª etapa, mas acabou em terceiro lugar.

fonte da revista prologo

sábado, 25 de julho de 2009

As curiosidades do Giro da Italia 2009



Alguns recordes- Os italianos Alfredo Binda e Fausto Coppi e o belga Eddy Merckx são os maiores vencedores: 5 títulos. - A Itália é soberana em número de títulos: 63 vitórias. - Eddy Merckx é o ciclista que vestiu a camisa rosa por mais tempo: 77 dias. - Mario Cipollini é o ciclista com maior número de vitórias: 42 etapas no currículo. - O italiano Alfredo Binda é o segundo colocado nos dois quesitos anteriores. Ele ficou com a camisa rosa durante 59 dias e venceu 41 etapas. - Em 1940, Fausto Coppi tornou-se o campeão mais jovem. Vinte anos, oito meses e 25 dias. - Fiorenzo Magni é o vencedor mais velho. Quando venceu em 1955, tinha 35 anos. - Magni também detém o recorde do título com menor diferença de tempo em relação ao segundo colocado - em 1948, venceu com onze segundos de vantagem sobre Ezio Cecchi.
Troféu BonacossaDesde 1989, a imprensa especializada escolhe um ciclista como o destaque do Giro d´Itália. Este prêmio é intitulado Troféu Alberto Bonacossa.
Troféu Vincenzo TorrianiEste prêmio é uma homenagem ao ex-patrão do Giro, que faleceu em 1996, e chega a sua 13ª edição. Este ano ficará com o Troféu Vicenzo Torriani o ciclista vencedor da 20ª etapa, a mesma do "Cima Coppi".

quinta-feira, 23 de julho de 2009

CURIOSIDADES DO TOUR DE FRANCE


O Tour de France atraí, anualmente, milhões de fãs de todo o mundo. Mas ao contrário de esportes mais populares, o ciclismo de alto nível é um esporte complicado. Não é apenas uma disputa de ciclistas para cruzar a linha de chegada. O Tour é um intrincado jogo de xadrez em alta velocidade, com táticas, inteligência e determinação são tão importantes quanto a boa forma física.
Para ajudar a entender esse esporte dinâmico, a VO2 responde algumas dúvidas freqüentes sobre o Tour de France:
Como os fãs acompanham a corrida? O que acontece quando eles interferem na prova?
Uma das atrações do Tour é a proximidade dos fãs com os seus heróis do ciclismo. Diferente de outros esportes, nos quais os espectadores compram ingresso para acompanhar em arquibancadas, os fãs do ciclismo podem acompanhar de graça a prova na pista e se aproximar para pegar autógrafos e tirar fotos. Em etapas importantes, principalmente nas montanhas, fãs acampam dois ou três dias antes no percurso para poderem ter uma boa visão dos atletas.
Estima-se que cerca de 400 mil pessoas ocuparam dezesseis quilômetros do Alpe d’Huez em 2005. Alguns espectadores se tornam figuras tradicionais das corridas, como o alemão Didi “El Diablo”, que acompanha várias provas com de seu tridente, já fazem parte do “circo do Tour”.
Os fãs interferem na prova, às vezes. Em 1999, Giuseppe Guerini caiu de sua bicicleta depois que um fã parou em sua frente para tirar uma foto. Por sorte, ele se recuperou e venceu a etapa. Em 1975, um torcedor francês agrediu o belga Eddy Merckx na subida do Puy de Dôme. Os torcedores costumam empurrar os ciclistas em algumas subidas, mas o atleta pode ser penalizado se for pego incentivando a ajuda.
Muitas pessoas aproveitam o Tour para manifestações políticas. Greves e protestos já interromperam a prova algumas vezes. Em 2000, separatistas bascos cruzaram a linha de chegada sobre bicicletas, em Courchevel, e confundiram os comentaristas de TV. Algumas vezes, os próprios ciclistas interrompem a prova para protestar. Como os ciclistas se comunicam com o carro do diretor técnico? Todos eles usam rádio?
Desde os anos 90, os ciclistas têm usado rádios de baixa freqüência para se comunicar com os companheiros de equipe e os diretores, que estão acompanhando a corrida no carro. Fones de ouvidos são presos com fita e um pequeno microfone é preso na gola ou no capacete, permitindo que a comunicação. Algumas pessoas acham que o rádio tira o elemento surpresa da corrida. Antes, os ciclistas precisavam ser muito mais autoconfiantes e atentos para se manterem informados sobre a disputa. Os times tinham capitães. Atletas mais experientes, encarregados de perceber as movimentações do pelotão e ajudar nas decisões táticas da prova. Com pequenos televisores instalados nos carros, hoje em dia, os próprios diretores esportivos acompanham a ação e avisam aos seus comandados quando um há alguma escapada sendo planejada.
No Tour de France 2009, duas etapas terão a comunicação por rádio proibido. Será um teste para uma possível mudança definitiva no regulamento. Quando um ciclista tem um pneu furado, como ele faz? Quais são as regras para o seu retorno à prova? Eles têm que parar a bicicleta para ajustar os problemas mecânicos?
Os mecânicos podem acompanhar toda a prova. Em cada etapa, cada equipe viaja com algumas bicicletas, rodas e outras peças para repor assim que necessite. Quando um ciclista tem um pneu furado, o mecânico vai com o carro próximo ao atleta e realiza a troca o mais rápido possível, os melhores em cerce de 20s. Quando isso acontece com um ciclista importante, os outros ciclistas do mesmo time aguardam para ajudá-lo a retornar ao pelotão.
As bicicletas também podem sofrer reparos sem que o ciclista pare. O posicionamento do banco, por exemplo, pode ser ajustando com o atleta se aproximando do carro e o mecânico fazendo o reparo pela janela. Os ciclistas também podem trocar de bicicletas com outro que tenha sofrido algum problema mecânico mais sério. Além disso, a organização providencia um carro neutro que auxilia um ciclista com problema, quando este está longe do carro de apoio de sua equipe.
Não existem regras mas um código de esportividade induz os atletas a não atacarem enquanto outros sofrem de problemas mecânicos. Em uma ocasião, o heptacampeão Lance Armstrong caiu nos Pirineus. Os rivais diminuíram o ritmo para que ele retornasse ao grupo e os ciclistas pudessem lutar em igualdade pela vitória.
Como os organizadores decidem a ordem da caravana e como os carros da equipe seguem o pelotão? Quem pilota o carro?
Cada equipe tem dois carros oficiais na prova e sua ordem é determinada pelo desempenho das equipes na competição. Usualmente, eles são pilotados pelos técnicos e diretores da equipe. No time da CSC, o diretor-técnico Bjarne Riis é usualmente quem dirige o carro imediatamente atrás do pelotão. O segundo carro da equipe fica mais atrás e acompanha os ciclistas que ficam para trás.Quando os escapados abrem uma boa vantagem para o pelotão principal, a organização permite que os carros dos times dos ciclistas passem pelo pelotão e vão acompanhar seus atletas.
O que os ciclistas comem e bebem na corrida?
Um ciclista pode queimam até 5 mil calorias por dia em uma etapa plana. Nas montanhas o número chega a 8 mil. Então, eles têm que comer e correr durante a prova. No começo do Tour, quando as etapas era muito longas, os ciclistas paravam para se alimentar em restaurantes. Depois, as equipes de apoio passaram a levar barras energéticas, garrafas d’água e sanduíches para que os atletas continuassem pedalando.Atualmente, as corridas não são interrompidas, mas existem ao longo do percurso momentos em que a equipe de apoio pode aguardar pelo ciclista com comida. Os carros das equipes também levam alimentos e água, mas não podem servir os atletas nem nos primeiros 50 km nem nos 20 km finais. Normalmente, um gregário é escalado para pegar as garrafinhas d’água e os alimentos e levar até os demais membros da equipe que permanecem junto ao pelotão.
Como os atletas vão ao banheiro? Eles fazem isso com frequência?
Com etapas que duram cerca de sete horas, é inevitável o chamado da natureza. Os ciclistas se esforçam para ir ao banheiro antes de cada etapa. Quando eles precisam ir ao banheiro com urgência eles saem do percurso para resolver o problema. Em algumas etapas muito longas os organizadores colocam banheiros químicos no percurso e muitos ciclistas param enquanto os outros reduzem o ritmo. O código esportivo também prega que os ciclistas não ataquem no momento em que outro vai ao banheiro. Em alguns casos, os ciclistas resolvem o problema em cima da própria bike, sem parar. Uma manobra arriscada e muitas vezes imprecisa.
O que os ciclistas fazem quando terminam a etapa?
Quando os atletas cruzam a linha de chegada, eles habitualmente vão para o motorhome. Esses ônibus superequipados contam com chuveiros, camas, cozinhas e televisores. Os vencedores da etapa e os líderes da competição vão para o pódio e outros ciclistas podem ser escalados para o exame anti-doping ao final da etapa.
Normalmente, os ciclistas seguem para os hotéis nos ônibus da equipe ou de carro. Às vezes, eles seguem na própria bike. No hotel, os ciclistas recebem uma massagem, jantam e descansam para a etapa seguinte. Alguns ciclistas dão entrevistas para jornalistas ou recebem a visita de familiares e amigos. Pela manhã, os mecânicos acertam os últimos detalhes da bicicleta dos competidores. Depois, o time segue no ônibus da equipe para o local onde será a largada. Porque o ciclista que veste a camisa amarela nem sempre é o vencedor da etapa?
No ciclismo, a maioria das competições, incluindo o Tour de France, tem como principal vencedor o atleta com o melhor tempo na somatória de todas as etapas. Assim, o ciclista que vence uma etapa e vai muito mal em outra, com certeza não vence na geral.
Um exemplo claro são os sprinters, como Tom Boonen e Alessandro Petacchi. Eles vencem várias etapas, mas perdem tanto tempo na montanha que ficam fora da luta no geral. Enquanto isso, um atleta que mantém um equilíbrio em todos os tipos de terreno é um forte candidato ao título. Lance Armstrong, por exemplo, ganhou um dos seus sete títulos, em 2000, vencendo apenas uma etapa.
Como é feita a classificação por equipes?
No Tour, cada equipe compete com 9 atletas. Mas na classificação por equipes apenas os três melhores no momento contam pontos para o time. Assim, quando um ciclista entre os nove abandona, ele não compromete o desempenho do time na classificação geral por equipes.
Qual é a ordem de largada nos contra-relógios?
Em cada contra-relógio, a ordem de largada é inversa à da classificação geral. Assim, o primeiro colocado é o último a largar. O intervalo entre as saídas também varia. Enquanto entre os que começam o contra-relógio saem de um em um minuto, os dez últimos largam com uma diferença de dois minutos.O que é um “domestique” ou gregário?
Um domestique, conhecido no Brasil como gregário, é um ciclista que tem como função principal trabalhar pelo sucesso do líder da equipe. Os gregários buscam os alimentos e as garrafas de água nos carros da equipe, protegem o líder de quedas e dão a bike para o companheiro sempre que ele sofre com algum problema mecânico.
Qual velocidade os ciclistas atingem?
A velocidade varia com o perfil das etapas. Os ciclistas podem ultrapassar os 100 km/h em uma descida e os velocistas alcançam mais de 70 km/h no sprint final. Mas a média geral de um Tour de France é de 40 km/h.
É permitido trocar de bicicleta durante a etapa?
Sim. E isso é comum. Muitas vezes, um ciclista tem um problema mecânico no qual é mais fácil substituir a bicicleta, como em um contrarrelógio, por exemplo. Há, também, casos de ciclistas que substituem o tipo de bike, de acordo com o perfil altimétrico da etapa.

A parceria dos irmaos (Schleck)




Mesmo com o final em descida, a 17ª etapa do Tour de France 2009 foi palco de surpresas e de corajosas iniciativas que marcaram a disputa pelo título da competição. Vencida por Franck Schleck (Saxo Bank), que protagonizou a fuga decisiva do dia junto com seu companheiro de equipe e irmão mais novo, Andy Schleck, e com o camisa amarela e grande favorito Alberto Contador (Astana). O primeiro fato do dia foi o consistente ataque de Thor Hushovd (Cervélo). Dono da camisa verde, de líder da classificação por pontos, o norueguês mostrou que, além de sprinter, é também um bom escalador. Mas sua meta não eram os pontos de montanha, e sim as duas metas volantes de sprint, vencidas por ninguém menos que ele. Hushovd manteve a liderança até o início da quarta montanha do dia, o Col de Romme, de primeira categoria, onde um grupo com 20 perseguidores o alcançou. Dentro deste pelotão, estava Franco Pellizotti (Liquigas), este sim disputando a classificação de montanhas, da qual é líder. No entanto, antes do final da escalada, o grupo já havia sido ultrapassado, e foi na subida que começou a briga entre os favoritos. Primeiro, Carlos Sastre (Cervélo) arriscou um ataque que acabou mal-sucedido. Alcançado o espanhol, o grupo, que contava com Lance Armstrong (Astana), Andréas Klöden (Astana), Contador, irmãos Schleck, Bradley Wiggins (Garmin-Slipstream) e Christian Vande Velde (Garmin-Slisptream) e Vicenzo Nibali (Liquigas), foi quebrado por sucessivos ataques de Andy Schleck. A cada vez que o luxemburguês arrancava, Contador, o único capaz de aguentar o ritmo do camisa branca, grudava em sua roda, e os dois eram seguidos por Frank Schleck e Klöden. Depois de forçar algumas vezes o ritmo, Andy conseguiu quebrar o pelotão e os quatro corredores seguiram juntos, sempre com Frank trabalhando para seu irmão mais novo. Porém, depois de acompanhar o grupo algum tempo, Klöden não agüentou e, na segunda escalada, ficou para trás. Mas a disputa continuou tão acirrada quanto antes e os três líderes remanescentes continuaram lutando com muita habilidade contra a lei da gravidade. Lance Armstrong, que pedalava em um grupo junto com Wiggins, Vande Velde e Nibali, atacou e concluiu solitário a última escalada do dia, mas não antes de Klöden. A partir do topo do Col de la Colombière, os quilômetros finais foram uma longa descida, com um trecho de muitas curvas e outro com uma boa reta para desenvolver a velocidade. O trio de líderes aproveitou a gravidade, contra a qual tanto haviam lutado, para abrir mais a vantagem em relação aos demais ciclistas, e Nibali aproveitou para alcançar Armstrong. Porém, a descida não era longa o bastante para os ciclistas se reagruparem e as diferenças foram mantidas até a linha de chegada, que primeiro foi cruzada por Frank, Contador e depois Andy. Os irmãos Schleck comemoraram juntos e Andy, mesmo que não tenha chegado em primeiro, foi o que mais se animou, pois alcançou o segundo lugar na classificação geral, deixando Lance Armstrong a 1min29s. Frank também obteve melhoras na colocação geral e agora se encontra na terceira posição. A 2min08s, chegou Nibali, seguido por Armstrong. Klöden chegou 19s depois e Wiggins a 3min07s de Frank Schleck. Amanhã, dia 22, será realizada a 18ª etapa do Tour de France 2009, um contrarrelógio individual de 40 km realizado em Annecy. Praticamente plano, o percurso do CRI apresenta uma subida de terceira categoria e longas retas, onde será possível desenvolver grande velocidade. Mas a segunda parte da etapa exige mais técnica, embora não compense a falta de curvas da primeira.Classificação na etapa: 1) Fränk Schleck (LUX/ Saxo Bank) em 4h53min54s2) Alberto Contador (ESP/ Astana) m.t 3) Andy Schleck (LUX/ Saxo Bank) m.t 4) Vincenzo Nibali (ITA/ Liquigas) a 2min08s 5) Lance Armstrong (EUA/ Astana) m.t 6) Andreas Klöden (ALE/ Astana) a 2min27s 7) Bradley Wiggins (GBR/ Garmin – Slipstream) a 3min07s 8) Christophe Moreau (FRA/ Agritubel) a 4min09s 9) Christian Vande Velde (EUA/ Garmin – Slipstream) m.t 10) Rémi Pauriol (FRA/ Cofidis) a 6min10s Classificação geral: 1) Alberto Contador Velasco (ESP/ Astana) em 72h27min09s 2) Andy Schleck (LUX/ Saxo Bank) a 2min26s 3) Fränk Schleck (LUX/ Saxo Bank) a 3min25s 4) Lance Armstrong (EUA/ Astana) a 3min55s 5) Andreas Klöden (ALE/ Astana) a 4min44s 6) Bradley Wiggins (GBR/ Garmin – Slipstream) a 4min53s 7) Vincenzo Nibali (ITA/ Liquigas) a 5min09s 8) Christian Vande Velde (EUA/ Garmin – Slipstream) a 8min08s 9) Christophe Le Mevel (FRA/ Française des Jeux) a 9min19s 10) Mikel Astarloza (ESP/ Euskaltel – Euskadi) a 10min50s

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Diadema 24/05/2009


Equipe de São Caetano domina o pódio da terceira etapa da Copa de Ciclismo Amador
Na Elite Masculina, Michel Fernandez foi o vencedor, enquanto na Elite Feminina a ganhadora foi Fernanda da Silva.
Publicado em 25/05/2009 às 12:37.
A equipe de ciclismo de São Caetano do Sul (Cesc/Sundown/Nossa Caixa/Calypso/Maxxis) dominou o pódio da terceira etapa da Copa de Ciclismo Amador, realizada neste domingo (25), na Avenida Dr. Ulisses Guimarães, em Diadema. A equipe do ABC conseguiu duas dobradinhas: na Elite Masculina e na Elite Feminina. Entre os homens, o vencedor foi o cubano Michel Fernandez, seguido do companheiro André Grizante. Já na Elite Feminina, a vencedora foi Fernanda da Silva e a vice-campeã foi Valquiria Bento Pardial.
A Elite Masculina, principal categoria do ciclismo brasileiro, foi disputada em um circuito de 2 km, com 25 voltas. A prova foi vencida pelo ciclista da equipe de São Caetano do Sul (Cesc/Sundown/Nossa Caixa/Calypso/Maxxis), Michel Fernandez, seguido do companheiro André Grizante. O pódio ainda teve dois atletas da equipe de Santos (Memorial/Pref Santos/Giante/Nossa Caixa): Diego Aires, que ficou em terceiro lugar, e Antonio Roberto Nascimento, o quarto colocado. Na quinta posição ficou Verinaldo Monteiro, de Guarulhos (Trek/Nossa Caixa/Guarulhos).
Com os resultados da terceira etapa, André Grizante manteve a liderança da competição, com 35 pontos. Na segunda colocação está Michel Fernandez, com 23 pontos.
A prova
Antes da metade da prova, dez atletas de cinco equipes (São Caetano do Sul, Santos, São Bernardo do Campo, Piracicaba e Guarulhos) imprimiram um forte ritmo e escaparam do pelotão principal. Com quarenta minutos de prova, o ciclista cubano Michel Fernandez conseguiu tirar a diferença e encostou nos líderes. O grupo continuou andando forte, impedindo a aproximação do pelotão. Nos últimos 200 metros, Michel Fernandez sprintou e conquistou a vitória, seguido por seu companheiro André Grizante.
“Estou muito contente com o meu resultado. Essa vitória mostra que a equipe está no caminho certo”, disse Fernandez, que tinha vencido a terceira etapa do Campeonato Paulista de Resistência, realizada na semana passada. “Fiz uma corrida de recuperação, já que tive que buscar os atletas que escaparam no início da prova. Quando encostei nos líderes, estava muito cansado e procurei administrar meu ritmo. Nos últimos 300 metros, sprintei e consegui a vitória”, relatou o cubano.
Mesmo sem vencer a prova, quem também comemorou bastante foi o ciclista André Grizante, que permaneceu na liderança da competição. “A equipe toda andou muito bem. Somos um grupo e não importa quem vença. O importante é algum atleta da equipe vencer”, afirmou. “Conseguimos cumprir nossos objetivos, já que vencemos a prova e eu mantive a liderança”, contou.
Elite Feminina
Na Elite Feminina, a equipe de ciclismo de São Caetano do Sul (Cesc/Sundown/Nossa Caixa/Calypso/Maxxis) também conseguiu uma dobradinha. A vitória foi de Fernanda da Silva, seguida de Valquiria Bento Pardial. Na terceira posição chegou Maria Luzia, de Santos (Memorial/Pref Santos/Giante/Nossa Caixa). O pódio foi completado por duas atletas de Indaiatuba (Indaiatuba/Secretaria de Esportes/Nossa Caixa/Sprint Bike): Bárbara Bianca, que ficou em quarto lugar, e Thabata Jéssica, quinta colocada.
Com isso, Fernanda da Silva reassumiu a liderança do campeonato, agora com 41 pontos, contra 28 da ex-líder, a santista Camila Coelho. A terceira colocada é Thabata, com 20 pontos.
“Estou muito feliz com o resultado. Além da vitória, eu também assumi a liderança da competição. Agora é saber administrar para ficar com o título”, afirmou Fernanda, que andou mais da metade da prova escapada. “A nossa estratégia era tentar uma fuga. No começo, eu estava muito marcada. Porém, com a ajuda das minhas companheiras, consegui escapar na quinta volta e permaneci na liderança até o final”, completou a atleta.
Presença ilustre
A prova deste domingo foi prestigiada pelo vereador de Diadema, José Queiroz, o Zé do Norte, que já ocupa o cargo há cinco mandatos. “É muito importante para Diadema receber uma competição deste nível. A cidade, a Federação Paulista de Ciclismo e todos os organizadores estão de parabéns”, declarou Zé do Norte. “Diadema apóia bastante o ciclismo. Todas as terças e quintas-feiras essa avenida (Dr. Ulisses Guimarães) é reservada para os ciclistas realizarem seus treinamentos. Ciclistas de São Paulo, São Caetano, São Bernardo, Santo André e Diadema treinam aqui”, contou o idealizador do projeto.
Terceira etapa
A terceira etapa da Copa de Ciclismo Amador teve a participação de 892 atletas. A competição foi disputada em quinze categorias: Mirim (Masculino e Feminino), Infantil (Masculino e Feminino), Infanto-Juvenil (Masculino e Feminino), Paraolímpicos, APAE, Juvenil (Masculino e Feminino), Máster MTB (Masculino), Speed (Masculino e Feminino), Open Máster (Masculino), Sub-40 MTB (Masculino), Máster Speed (Masculino), Sênior Speed (Masculino), Júnior Speed (Masculino), MTB (Feminina) e Open Elite (Masculino e Feminino).
A terceira etapa da Copa de Ciclismo Amador é organizada pela Federação Paulista de Ciclismo (FPC) e pelo Governo do Estado de São Paulo através da Secretaria de Esporte, Lazer e Turismo. A competição tem o apoio da Prefeitura Municipal de Diadema e os patrocínios da Sundown e Nossa Caixa.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

10/04/2009 sexta feira da paixao

Sexta feira da paixao marquemos um treino para a BANDEIRANTES ate no km.46 JUNDIAI
marquemos se encontrar na av.jacu pessego com av.sao teodoro proximo a cohab Helio, Abel,e o
Baby ja estava la,fomos em sentido a TRABALHADORES.


Pegamos a Trabalhadores em sentido a marg.Tiete ate a entrada da Bandeirantes paremos
para tirar fotos e encontremos o Nenem que ia para Campinas, mais a frente pneu furado do
nenem que furou tres vezes!


Por fim seguimos em frente,ponhemos um passo ate o km.46,mais um pneu furado do Helio
paremos no posto de gasolina para beber agua ficamos esperando o Helio e depoi seguimos
viagem por paremos na casa da pamonha para lanchar descansamos bastante e seguimos via-
gem ate que meu pneu furou tambem.

Pneu consertado viemos embora em sentido a Sao Paulo pela marg.tiete,paremos na Penha
para comer um (açai) encontremos de passagem o Mem que vinha de MAIRIPORA


Por fim fomos todos para casa sastifeito com o treino que foi muito bom.ate mais ate o proximo treino Pardal!!!