quarta-feira, 29 de outubro de 2008

29/10/2008.qua (Tour de france) resumo!

O Tour de France ( Volta da França ou Volta à França) ou simplesmente Tour, é uma competição ciclística por etapas disputada anualmente no mês de Julho. O percurso é composto de mais de 3000 km de estradas irregulares e montanhosas que, de uma certa maneira, representam uma volta na França.
O Tour de France é o mais prestigiado dos três Grands Tours do calendário ciclístico na Europa; os outros são o Giro d'Italia (Giro) e a Vuelta a España (Vuelta).
Índice[esconder]
1 História e descrição geral
2 A montanha
3 Camisetas
4 Melhores classificados na prova
5 Generalidades sobre o Tour de France
6 Lusófonos na Volta à França
7 Referências
8 Ver também

História e descrição geral

Corredores assinando o livro de presença, ao início de uma etapa.
Também conhecido como La Grande Boucle (o grande laço), o Tour foi criado em 1903 por Henri Desgrange, fundador do jornal L'Auto (antepassado do diário esportivo francês L'Équipe), baseado em uma idéia do jornalista Géo Lefèvre (1877-1961). O objetivo, na época, era o de fazer concorrência às corridas Paris-Brest-Paris (patrocinada por Le Petit Journal) e Bordeaux-Paris (patrocinada por Le Vélo).
O Tour tem sido disputado anualmente desde 1903, mas foi interrompido durante a Primeira e a Segunda Guerra Mundial.
Cerca de sessenta ciclistas participaram do primeiro Tour de France. Ele começou em 5 de Julho de 1903 em frente ao café Reveil Matin em Montgeron, na periferia parisiense; era composto por 6 etapas ligando Paris, Lyon, Marselha, Toulouse, Bordéus (Bordeaux) e Nantes. Maurice Garin foi o vencedor deste primeiro Tour de France.
No começo, o Tour era uma corrida de enduro quase contínuo. Os corredores dormiam na beira da estrada e não eram autorizados a receber assistência alguma, mas vários participantes da segunda edição foram excluídos por terem apanhado um trem em parte do percurso. Hoje em dia, o Tour é uma corrida por etapas, isto é, é dividido em etapas diárias. Há veículos de serviço (motocicletas e carros) que fornecem informações, alimento, água, acesso a mecânicos ou até assistência médica. Alguns veículos são "neutros" a todos os corredores pois pertencem à organização, outros são próprios a cada equipe.
A maior parte das etapas são disputadas na França, mas é muito comum algumas etapas serem disputadas em países adjacentes à França, como Itália, Espanha, Suíça, Bélgica, Luxemburgo e Alemanha, e até mesmo em países não adjacentes, como Irlanda, Inglaterra e Países Baixos. As três semanas geralmente incluem dois dias de repouso, que são algumas vezes aproveitados para transportar os corredores quando o final de uma etapa é muito distante do início da etapa seguinte.
Nos últimos anos, a primeira etapa tem sido precedida de uma curta etapa de contra-relógio individual (1 a 15 km), chamada Prólogo ("Le Prologue"). O final tradicional é em Paris, nos Champs-Élysées. Entre essas duas etapas, são disputadas várias outras, incluindo etapas de montanha, contra o relógio individual e por equipe. As etapas restantes são disputadas em terreno relativamente plano. Com a variedade de etapas, os sprinters podem ganhar algumas etapas, mas o vencedor geral final é quase sempre um especialista em etapas de montanhas e contra-relógio.

A montanha

Perfil da subida do Alpe d’Huez.
Muitos lugares, e especialmente montanhas, estão freqüentemente presentes no percurso geral do Tour (em praticamente todas as edições), e ganharam relativa fama por isso. As montanhas mais conhecidas são as de "categoria especial", com picos cuja dificuldade de ascensão está para além de uma categorização normal, e incluem o Passo do Tourmalet (Pireneus, 2114 m), Monte Ventoux (Provence, 1909 m), Passo do Galibier (Alpes, 2645 m), o Hautacam (Pireneus, 1800 m) e o Alpe d'Huez, nos Alpes, com suas famosas 21 curvas, culminando a 1850 m.
De maneira geral, as etapas de montanha, juntamente com as etapas de contra-relógio, decidem o vencedor do Tour de France, já que a diferença de tempo entre os ciclistas costuma ser muito maior nestas que nas etapas em plano.

Camisetas

Lance Armstrong com a camiseta amarela.

Michael Rasmussen com a camiseta da montanha em 2005.
Existem diversos prêmios a serem disputados, e a cada prêmio corresponde uma camiseta. Existe uma ordem de prioridade para as diferentes camisetas de líder:
a camiseta amarela ("maillot jaune"), atribuída ao primeiro corredor em tempo individual na classificação geral, é a de maior prestígio. Foi inventada em 1919, em referência ao papel amarelo do jornal L'Auto. É atribuída calculando-se o tempo total gasto por cada corredor, isto é, adicionando-se os tempos de cada etapa. O corredor com o menor tempo é considerado o líder no momento, e, ao final do evento, é declarado o vencedor geral do Tour.
a camiseta verde ("maillot vert"), atribuída ao primeiro corredor na classificação individual por pontos (sprints). Ao final de cada etapa, ganham-se pontos quando se termina a etapa nos primeiros lugares. O número de pontos depende do tipo de etapa - mais se a etapa for plana, um pouco menos se for intermediária, ainda menos se for de montanha e o mínimo em etapas contra o relógio. Também atribuem-se uns poucos pontos ao corredor que alcança primeiro certos pontos intermediários, assim como um bônus em segundos para o concurso da camiseta amarela, mas são geralmente tão poucos que não representam muita coisa no resultado final. No entanto, têm um papel preponderante durante a primeira semana, antes das etapas de montanha, quando os corredores estão relativamente próximos na classificação geral. Erik Zabel (Alemanha) é o corredor que mais vezes terminou o Tour com a camiseta verde, por 6 vezes, todas consecutivas, entre 1996 e 2001.
a camiseta branca com bolas vermelhas ("maillot à pois"), é atribuída ao primeiro corredor na classificação em etapas de montanha; no topo de cada montanha do Tour, atribuem-se pontos aos primeiros a chegar no topo. As subidas são classificadas em categorias de 1 (mais difícil) a 4 (menos difícil) de acordo com seu grau de dificuldade, onde são levados em conta o declive e o comprimento da subida. Uma quinta categoria, chamada categoria especial, é reservada às montanhas ainda mais difíceis que as da primeira categoria. O primeiro corredor em uma subida de quarta categoria recebe 5 pontos, enquanto que o primeiro de uma subida categoria especial recebe 40. Enquanto que somente o 2° e o 3°Colocados também ganham pontos em uma subida de quarta categoria, os 15 primeiros em uma subida categoria especial são recompensados com pontos. Apesar de o melhor ciclista em montanha ser distinguido desde 1933, foi somente em 1975 que a camiseta branca com pontos vermelhos foi introduzida para identificá-lo. As cores foram decididas pelo patrocinador da época, Chocolates Poulain, para combinar com um de seus produtos mais populares. Richard Virenque (França) detém o recorde absoluto na montanha, tendo ganho o título de "Rei da Montanha" sete vezes, em 1994, 1995, 1996, 1997, 1999, 2003 e 2004. Além dele, ganharam o título de "Rei da Montanha" seis vezes: Federico Bahamontes (Espanha) em 1954, 1958, 1959, 1962, 1963, 1964 e Lucien van Impe (Bélgica) em 1971, 1972, 1975, 1977, 1981, 1983.
a camiseta branca ("maillot blanc"): segue os mesmos critérios da camiseta amarela, mas somente disputada por corredores com idade máxima de 25 anos em 31 de dezembro do ano em questão. A categoria, criada em 1975, foi introduzida como forma de reconhecer o desempenho dos ciclistas mais jovens, foi temporariamente extinta em 1998, mas novamente reintroduzida pouco tempo depois. Poucos são os competidores que se podem orgulhar de ter vestido as camisetas amarela e branca no mesmo ano. O francês Laurent Fignon, em 1983, o alemão Jan Ullrich, que ainda compete, em 1997, e o espanhol vencedor do Tour de 2007 Alberto Contador são os únicos até agora.
o dorsal vermelho, que é atribuído ao corredor mais combativo da etapa anterior. No final de cada etapa, os juízes atribuem pontos aos corredores que entraram em "fugas" na etapa. O corredor com o maior número de pontos ganha um dorsal vermelho com letras em branco ao invés das usuais letras pretas em fundo branco.
Finalmente, há a classificação por equipes. Para esta classificação, os tempos dos três primeiros corredores de cada equipe são adicionados após cada etapa. O Tour tem atualmente 22 equipes com 9 corredores cada uma (no início), cada equipe patrocinada por uma ou várias empresas. Não há regras específicas quanto à nacionalidade dos corredores de uma mesma equipe, apesar de este ter sido o caso em algumas edições anteriores do Tour.

A volta......Parece que o ciclista Lance amistronge,lenda mundial do ciclismo e um dos maiores atletas da historia,irá abandonar a aposentadoria e disputar novamente a volta da França,prova que o consagrou após sete vitórias consecutivas (1999-2005).E até o pessoal das corridasta comemorando a volta do cara.
O nadais,do blog Keep Running,é um exemplo de quem está feliz com o retorno de Amstrong:ele até publicou dois textos comentando a noticia.Mesmo não muito afeito a idolos,Nadais admite que o ciclista é realmente um vencedor;ele realmente um vencedor:ele bateu um cancer que havia se espalhado para o cerebro e depois disso,ainda vencer a maior prova de ciclismo do mundo por sete vezes seguidas.




































segunda-feira, 15 de setembro de 2008

15/09/2008 O que o código de trânsito diz sobre nós ciclistas

O que o Código de Trânsito diz sobre nós ciclistas As bicicletas e os ciclistas são classificados sob os seguintes termos: bicicletas, ciclos, ciclistas ou veículos de propulsão humana (VPH). Abaixo cito todos os trechos que encontrei citando esses termos, sempre com um comentário tentando explicar de forma simples o blá blá blá legal. Os órgãos de trânsito têm obrigação de se preocupar com os ciclistas: Art. 21. Compete aos órgãos e entidades executivos rodoviários da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, no âmbito de sua circunscrição: (...) II - planejar, projetar, regulamentar e operar o trânsito de veícuslos de pedestres e de animais, e promover o desenvolvimento da circulação e segurança de ciclistas. (o Art. 24 dispõe o mesmo sobre os órgãos e entidades executivos de trânsito dos Municípios) Pedestres têm prioridade sobre ciclistas e ciclistas têm prioridade sobre motos e carros: Art. 29. O trânsito de veículos nas vias terrestres abertas à circulação obedecerá às seguintes normas: (...) § 2º Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres. Os carros não devem nos fechar: Art. 38. Antes de entrar à direita ou à esquerda, em outra via ou em lotes lindeiros, o condutor deverá: (...) Parágrafo único. Durante a manobra de mudança de direção, o condutor deverá ceder passagem aos pedestres e ciclistas, aos veículos que transitem em sentido contrário pela pista da via da qual vai sair, respeitadas as normas de preferência de passagem. Devemos andar na rua, no sentido dos carros e nos cantos da via (inclusive no esquerdo em caso de vias de mão única, embora geralmente isso seja bastante perigoso, sobretudo em avenidas de fluxo rápido): Art. 58. Nas vias urbanas e nas rurais de pista dupla, a circulação de bicicletas deverá ocorrer, quando não houver ciclovia, ciclofaixa, ou acostamento, ou quando não for possível a utilização destes, nos bordos da pista de rolamento, no mesmo sentido de circulação regulamentado para a via, com preferência sobre os veículos automotores. Parágrafo único. A autoridade de trânsito com circunscrição sobre a via poderá autorizar a circulação de bicicletas no sentido contrário ao fluxo dos veículos automotores, desde que dotado o trecho com ciclofaixa. Bicicleta na calçada, só com autorização da autoridade de trânsito e sinalização adequada na calçada: Art. 59. Desde que autorizado e devidamente sinalizado pelo órgão ou entidade com circunscrição sobre a via, será permitida a circulação de bicicletas nos passeios. Quer passar pela calçada ou atravessar com a bike na faixa? O CNT manda desmontar: Art. 68. É assegurada ao pedestre a utilização dos passeios (...) § 1º O ciclista desmontado empurrando a bicicleta equipara-se ao pedestre em direitos e deveres. Buzina, espelho e "sinalização" na frente, atrás, dos lados e nos pedais (que pode ser entendida por refletivos) são obrigatórios pelo Código, mas capacete não: Art. 105. São equipamentos obrigatórios dos veículos, entre outros a serem estabelecidos pelo CONTRAN: (...) VI - para as bicicletas, a campainha, sinalização noturna dianteira, traseira, lateral e nos pedais, e espelho retrovisor do lado esquerdo. Update: A obrigatoriedade do uso de "campainha" e espelho retrovisor foi cancelada pelo PL-2956/2004. Os fabricantes e importadores são obrigados a fornecer as bicicletas com os equipamentos citados acima: Do mesmo Art. 105: § 3º Os fabricantes, os importadores, os montadores, os encarroçadores de veículos e os revendedores devem comercializar os seus veículos com os equipamentos obrigatórios definidos neste artigo, e com os demais estabelecidos pelo CONTRAN. Importadores e fabricantes de bicicletas são obrigados a fornecer um manual contendo mais ou menos tudo isso que eu estou dizendo aqui, além de instruções sobre direção defensiva e primeiros socorros: Art. 338. As montadoras, encarroçadoras, os importadores e fabricantes, ao comerciarem veículos automotores de qualquer categoria e ciclos, são obrigados a fornecer, no ato da comercialização do respectivo veículo, manual contendo normas de circulação, infrações, penalidades, direção defensiva, primeiros socorros e Anexos do Código de Trânsito Brasileiro. O Código dá direito aos Municípios de registrar e licenciar as bicicletas caso decidam fazer isso: Art. 129. O registro e o licenciamento dos veículos de propulsão humana, dos ciclomotores e dos veículos de tração animal obedecerão à regulamentação estabelecida em legislação municipal do domicílio ou residência de seus proprietários. [ver também Art.24, incisos XVII e XVIII e Art.141] Ameaçar o ciclista com o carro é infração gravíssima, passível de suspensão do direito de dirigir e apreensão do veículo e da habilitação: Art. 170. Dirigir ameaçando os pedestres que estejam atravessando a via pública, ou os demais veículos: Infração - gravíssima; Penalidade - multa e suspensão do direito de dirigir; Medida administrativa - retenção do veículo e recolhimento do documento de habilitação. Colar na traseira do ciclista ou apertar ele contra a calçada é infração grave: Art. 192. Deixar de guardar distância de segurança lateral e frontal entre o seu veículo e os demais, bem como em relação ao bordo da pista, considerando-se, no momento, a velocidade, as condições climáticas do local da circulação e do veículo: Infração - grave; Penalidade - multa. Estacionar na ciclovia é infração grave, sujeita a multa e guincho: Art. 181. Estacionar o veículo: (...) VIII - no passeio ou sobre faixa destinada a pedestre, sobre ciclovia ou ciclofaixa, bem como nas ilhas, refúgios, ao lado ou sobre canteiros centrais, divisores de pista de rolamento, marcas de canalização, gramados ou jardim público: Infração - grave; Penalidade - multa; Medida administrativa - remoção do veículo; Andar com o carro na ciclovia ou mesmo numa ciclofaixa é o mesmo que dirigir na calçada, infração gravíssima: Art. 193. Transitar com o veículo em calçadas, passeios, passarelas, ciclovias, ciclofaixas, ilhas, refúgios, ajardinamentos, canteiros centrais e divisores de pista de rolamento, acostamentos, marcas de canalização, gramados e jardins públicos: Infração - gravíssima; Penalidade - multa (três vezes). O carro deve dar preferência de passagem ao ciclista quando ele já estiver atravessando a via, mesmo que o sinal abra para o carro: Art. 214. Deixar de dar preferência de passagem a pedestre e a veículo não motorizado: I - que se encontre na faixa a ele destinada; II - que não haja concluído a travessia mesmo que ocorra sinal verde para o veículo; (...) Infração - gravíssima; Penalidade - multa. IV - quando houver iniciado a travessia mesmo que não haja sinalização a ele destinada; V - que esteja atravessando a via transversal para onde se dirige o veículo: Infração - grave; Penalidade - multa. Tirar fina é infração média: Art. 201. Deixar de guardar a distância lateral de um metro e cinqüenta centímetros ao passar ou ultrapassar bicicleta: Infração - média; Penalidade - multa. Se a fina for em alta velocidade, são duas multas (a média aí de cima mais essa grave aqui): Art. 220. Deixar de reduzir a velocidade do veículo de forma compatível com a segurança do trânsito: (...) XIII - ao ultrapassar ciclista: Infração - grave; Penalidade - multa; Deixar de andar com a bicicleta em fila única pela lateral da rua ou acostamento é infração média: Art. 247. Deixar de conduzir pelo bordo da pista de rolamento, em fila única, os veículos de tração ou propulsão humana e os de tração animal, sempre que não houver acostamento ou faixa a eles destinados: Infração - média; Penalidade - multa. Somos proibidos de circular em vias de trânsito rápido e em rodovias sem acostamento, além de algumas outras coisinhas que pouquíssimos ciclistas sabem: Art. 244, § 1º Para ciclos aplica-se o disposto nos incisos III, VII e VIII, além de: a) conduzir passageiro fora da garupa ou do assento especial a ele destinado; b) transitar em vias de trânsito rápido ou rodovias, salvo onde houver acostamento ou faixas de rolamento próprias; c) transportar crianças que não tenham, nas circunstâncias, condições de cuidar de sua própria segurança. Inciso III - fazendo malabarismo ou equilibrando-se apenas em uma roda; Inciso VII - sem segurar o guidom com ambas as mãos, salvo eventualmente para indicação de manobras; Inciso VIII - transportando carga incompatível com suas especificações Bicicleta na calçada ou pilotagem "agressiva" é motivo para multa e apreensão da bicicleta (mas a autoridade é obrigada a fornecer um recibo!): Art. 255. Conduzir bicicleta em passeios onde não seja permitida a circulação desta, ou de forma agressiva, em desacordo com o disposto no parágrafo único do art. 59: Infração - média; Penalidade - multa; Medida administrativa - remoção da bicicleta, mediante recibo para o pagamento da multa. Acostamento é lugar de bicicleta sim: ACOSTAMENTO - parte da via diferenciada da pista de rolamento destinada à parada ou estacionamento de veículos, em caso de emergência, e à circulação de pedestres e bicicletas, quando não houver local apropriado para esse fim. Bicicleta também é veículo: BICICLETA - veículo de propulsão humana, dotado de duas rodas, não sendo, para efeito deste Código, similar à motocicleta, motoneta e ciclomotor. Bicicletário é o nome oficial do "estacionamento de bicicletas": BICICLETÁRIO - local, na via ou fora dela, destinado ao estacionamento de bicicletas. O chamado bordo da pista é só o canto, a beirada, sem uma definição clara de até onde é considerado bordo: BORDO DA PISTA - margem da pista, podendo ser demarcada por linhas longitudinais de bordo que delineiam a parte da via destinada à circulação de veículos. Ciclo é uma bicicleta, um triciclo, etc., desde que movido a propulsão humana: CICLO - veículo de pelo menos duas rodas a propulsão humana. Ciclofaixa é uma "faixa de ônibus" para bicicletas e outros VPH: CICLOFAIXA - parte da pista de rolamento destinada à circulação exclusiva de ciclos, delimitada por sinalização específica. Ciclovia é quando é separada dos carros (mas não é lugar de pedestre!): CICLOVIA - pista própria destinada à circulação de ciclos, separada fisicamente do tráfego comum. Calçada é para pedestres, bicicleta só circula nela em casos excepcionais: PASSEIO - parte da calçada ou da pista de rolamento, neste último caso, separada por pintura ou elemento físico separador, livre de interferências, destinada à circulação exclusiva de pedestres e, excepcionalmente, de ciclistas.

Treino na semana a noite esta ficando frequentre 15/09/2008




Ontem fui dar umas treinadas a noite com um camarada, os treino a noite esta ficando frequente,por motivo de tempo para treinar por causa do serviço e horario,e tambem a noite

depois das 20 horas o transito esta mais tranquilo.





de noite na av. dos estados até perto da av. Ibitirama vila prudente,pegamos a av. guido aliberti,sao caetano,av.goias,av d.pedro I,santo Andre,até o centro,pegamos de novo a av. dos estados,voltando para sao matheus,subimos a petroquimica,capuava em sentido ao bairro sonia maria até o centro de são matheus,voltando para casa jd. Iguatemi da mais ou menos duas horas de pedal até em casa.


até a proxima regis

domingo, 3 de agosto de 2008

O tamanho ideal do quadro 03/08/2008 dom.


TAMANHO DO QUADRO




Aprenda a escolher o certo
O perfeito ajuste do ciclista à bicicleta é fundamental para o bom desempenho do conjunto homem/bicicleta, ambos devem estar perfeitamente adaptados. A principal medida a ser escolhida é a do tamanho do quadro.
Assim como é desaconselhável correr uma maratona com um tênis dois números menores ou maiores, da mesma forma o ciclista deve escolher o tamanho do quadro de sua bike com perfeição.
O que determina o tamanho do quadro ideal para um ciclista é a altura de seu cavalo. A estatura de um ciclista não é o determinante na escolha do quadro, visto que o comprimento das pernas varia de um ciclista para outro.
E como sabemos o tamanho de um quadro? Alguns quadro vêem com o seu tamanho marcado em um adesivo fixado no tubo vertical, mas caso não haja marcação, é fácil descobrir: nas speed basta medir com uma fita métrica o tamanho do tubo vertical desde o centro do eixo do movimento central até o centro da intersecção do tubo vertical com o horizontal. É o que se chama de medida C/C (centro ao centro). Nas mtb, o procedimento é o mesmo com a diferença que medimos desde o centro do eixo do movimento central até o topo externo do tubo horizontal.
Bikes Speed
Existem várias fórmulas e métodos para se determinar o tamanho do quadro de uma bike de estrada. Entretanto, a mais aceita na atualidade é a fórmula desenvolvida pelo engenheiro suíço Wilfried Hüggi, que consiste no tamanho do cavalo x 0,65 cm.
Para encontrar o tamanho de seu cavalo: Fique descalço, com as pernas ligeiramente afastadas, e vista sua bermuda de ciclista. Encoste-se em uma parede, faça uma marca com um lápis da altura do seu cavalo na parede e meça a altura com uma fita métrica.
O valor encontrado será o tamanho aproximado do quadro ideal para o ciclista. Ex.: Um ciclista que tem o cavalo na altura de 83 cm, deverá se adaptar melhor ao quadro de tamanho 54, já que 83 X 0,65 = ~54.
No Brasil é difícil de se encontrar quadros com numeração ímpar, o jeito é adquirir um tamanho de quadro aproximado. Arredonde esse valor para menor para uma bike mais ágil e esperta, arredonde-o para maior e você terá uma bike mais confortável e estável, boa para os cicloturistas.
Tente primeiro um quadro menor, se após fixar a altura do selim, o canote ficar muito exposto, é melhor então adquirir o quadro imediatamente maior.
Dicas: Se estiver em dúvida quanto ao tamanho, rode na bike de algum amigo que tenha o quadro do tamanho que você pretende adquirir. Quadros menores são mais ágeis e leves. Quadros maiores são mais estáveis e confortáveis em pavimentos imperfeitos.Normalmente cita-se primeiro a medida do tubo vertical e depois a do tubo horizontal, exemplo, 54 x 55 cm. Quando vemos apenas uma medida descrita, entende-se como sendo os dois tubos do mesmo tamanho (nesse caso, chamado de quadro quadrado).Para medir o tamanho de um quadro sloping - aqueles com o tubo horizontal inclinado para trás - despreze a sua inclinação. Tire a medida com a fita métrica paralela ao chão.A altura é o mais importante no quadro. O comprimento pode ser ajustado trocando-se a mesa. O mercado oferece opções de mesa que vão dos 7 aos 14 cm, com incrementos de 0,5 em 0,5 cm.
Atenção: Canotes de selim e mesas têm marcações que indicam o limite de regulagem. Não ultrapasse os limites! Se na sua bike esses limites ficarem expostos é sinal evidente que a bike está pequena para você.
Mountain bikes
A regra acima não se aplica às mountain bikes. O tamanho do quadro é geralmente em polegadas (já que a modalidade nasceu nos EUA) e além disso, os quadros de mountain bikes devem ser menores que os de speed para terem mais agilidade nas trilhas.
O que fazer então? Existe uma regrinha que foi publicada pela revista norte-americana Mountain Bike Action, em janeiro de 1992 que ensina o seguinte: Encontro a altura do seu cavalo, transforme em polegadas e então subtraia 14. Pronto! O resultado é o tamanho do quadro para mountain bike. Exemplo: 83cm : 2,54 = 32,67 polegadas. Subtraindo 14 de 32,67 temos o valor 18,67 polegadas. O quadro a ser escolhido, seria então um de 18.5.
Nova numeração
Já está disponível no mercado bicicletas que têm a numeração S, M, L, XL (como em camisetas) em vez da numeração em polegadas ou centímetros. A primeira speed a adotar este sistema foi a marca norte-americana Giant, depois outras adotaram o método, entre elas as mountain bikes da ScottUSA.
A tendência é que cada vez mais os quadros se tornem menores e o canote de selim e a mesa se torne mais comprida, diminuindo assim o tamanho do quadro e conseqüentemente o peso do conjunto. Foi também a Giant que introduziu no ciclismo de estrada o conceito de quadros com geometria "sloping", ou seja, tubo horizontal é inclinado para trás para tornar o quadro mais compacto.
No Brasil, a maioria das bicicletas nacionais (leia-se Caloi e Sundown) são produzidas no tamanho intermediário (17 ou 18) para satisfazer à maioria da estatura de nossa população. Certifique-se do tamanho que você necessita para não comprar um quadro que não é adequado a você. Previna-se também contra maus vendedores que se preocupam em empurrar peças que ele tem em estoque. Pesquise em pelo menos três lugares diferentes antes de fechar negócio. Se em sua cidade você só tem uma loja de bicicletas, viaje para uma cidade pouco maior e continue a pesquisa.
Lembre-se: o quadro é o componente principal de uma bike e na maioria das vezes, o mais caro também. Escolha bem para não ter que trocar depois!
Última dica: Se você procura uma boa bicicleta, que se adapte bem ao seu corpo, evite comprá-la em supermercados. Supermercados são excelentes para vender arroz, feijão, ervilha, salsicha e outros mantimentos. Bicicletas devem ser adquiridas em casas especializadas e que tenham um pessoal treinado para atender bem e esclarecer as dúvidas dos clientes.
esta é uma boa dica
até mais
Pardal

sábado, 26 de julho de 2008

NAZARÉ PAULISTA -IGARATÁ 180 km. com os amigos do pedal dia 20/07/2008 dom.





Domingo,foi dia de pedal forte,encontrei a turma dos (amigos do pedal) marcaram outra ousada viagem.Após o giro atibaia- nazaré,planejaram um novo giro:(nazaré-igaratá) Eu pardal sai de casa as 6:30 da manhã para encontrar a turma na avenida (santos dummont) em cumbica-guarulhos,eles chegaram por voltas das 7:30.Saimos de cumbica Eu,Nem,Hugo,Ranilson,Didi,Daniel, Valdecir Willian e Marcos. Subimos a avenida Santos Dummont e depois a estrada de nazaré.Nesse trecho o asfalto é péssimo.Mais alguns km.A estrada melhorou e pudemos pedalar melhor,Pegamos a rodovia sentido Nazaré,chegamos até proximo a tão falada subida de nazare,perto da pedreira,paramos pra pegar agua e seguir viagem morro acima.Willian chegou a frente com uma vantagem de um minuto e 1/2 na minha frente.depois,foi chegando um a um descemos ladeira abaixo e fomos até a Rodoviaria de Nazaré,lanchamos na lanchonete da Rodoviaria,e rapidamente se dirigiram a rodovia d.pedro I. Willian estava muito forte,colocamos um ritmo forte,na rodovia em direção a Igaratá,Willian abriu uma vantagem de um km.da gente nas subidas ele sumia na frente,nas descidas eu colequei uma velocidade de 70km.por hora e não concegui alcançalo,ele esperou a gente na entrada de Igarata,Marcos teve pneu furado,esperavamos a turma na entrada de Igaratá,quando eles chegaram . Famintos e cansados,encontramos um restaurante e almoçamos muito bem.Apos almoço descansaram por meia hora na saida da cidade,depois do descanso,pegamos a estrada que vai para Santa Isabel,trecho duro de altos e baixos,Eu ja estava cansado afinal fazia muito tempo que não tinha pegado estrada,afinal são 180 km. de distancia.Enfim chegamos a Santa isabel,paremos na padaria pra pegar agua e esperar o restante da turma chegar todos davam sinal de fadiga.Após alguns km. chegaram ao rancho da pamonha,via dutra,se alimentaram e se hidrataram,na serra de Aruja Nem e Eu sumiram a frente dos demais .Daniel e Valdecir optou por voltar por Itaquaquecetuba.os demais foram pela dutra até cumbica.paremos numa baraquinda de doces e comemos paçocas e tubaina já é ra mais de 4 h. da tarde.Após a ponte de cumbica,se despediram e rumaram para as casas de cada um completamente exaustos.
até mais Regis-Pardal.






segunda-feira, 17 de março de 2008

Historia do Ciclismo 14/01/2008






A História do CiclismoEm 1790, após uma série de estudos, o Conde Sivrac inventou o Celerífero ou Cavalo de Duas Rodas, como assim foi chamada pelos parisienses essa estranha máquina.Embora tal informação não seja absolutamente concreta, foi nesse mesmo ano que apareceu a viatura de duas rodas. Parece ter começado nessa época a história do ciclismo.O ciclismo como esporte foi iniciado na Inglaterra em meados do século XIX, logo que os avanços tecnológicos na fabricação do veículo possibilitaram o alcance de maiores velocidades. Em 1865, já existiam grupos fanáticos pelo esporte na Inglaterra, e vinte anos depois, sua ascensão já estava em toda a Europa. Fundou-se então na França a União Ciclística Internacional. Desde 1986 em Atenas, a primeira Olimpíada da época moderna, o ciclismo integra os jogos Olímpicos.O ciclismo foi introduzido no Brasil ao final do século XIX com a criação do Velódromo em São Paulo, onde o Ciclismo já era considerado um esporte da moda. A Federação Paulista de Ciclismo foi fundada em 1925 e logo após, em 1938, realizou o primeiro Campeonato Brasileiro de Ciclismo, na cidade de Porto Alegre.Hoje o Ciclismo é considerado um esporte popular, sendo praticado no mundo inteiro. Integra os Jogos Olímpicos e os campeonatos Pan-Americanos e Sul-Americanos. Poucos esportes alcançaram tanto prestígio como o Ciclismo, que hoje na Europa é o esporte de preferência da população.

terça-feira, 27 de novembro de 2007

25/11/2007- treino casa de pedra


o ultimo passeio dos (ciclismo de estrada) foi dia 20/11/2007 feriado terça feira e domingo dia 25/11/2007 fui treinar sozinho, pois estava sem treino,sai de casa as 7 horas da manha fui sozinho pela rodovia indio tibiriça até a entrada da casa de pedra tem 40 km.


Dia 20 do feriado sai tarde de casa era 11:30 da manha pela rodovia encontrei na estrada 3 ciclista indo tambem para casa de pedra um ciclista se destacou dos outros dois e foi em frente num passo de 35 km.por hora,eu (pardal) fui no encalso ate a entrada da casa de pedra.


Fiquei na roda de ciclista por alguns minutos ate que, um pelotao apareceu, e fui tambem de roda atras deste pelotao.


O treino foi ate as 13:45 paremos para descansar,tava dois conhecido o tico de maua, e abilio de s.mateus. Na hora de vir embora,parecia treino os caras pedalaram forte.


Até a proxima amigos!


Pardal.