domingo, 3 de agosto de 2008

O tamanho ideal do quadro 03/08/2008 dom.


TAMANHO DO QUADRO




Aprenda a escolher o certo
O perfeito ajuste do ciclista à bicicleta é fundamental para o bom desempenho do conjunto homem/bicicleta, ambos devem estar perfeitamente adaptados. A principal medida a ser escolhida é a do tamanho do quadro.
Assim como é desaconselhável correr uma maratona com um tênis dois números menores ou maiores, da mesma forma o ciclista deve escolher o tamanho do quadro de sua bike com perfeição.
O que determina o tamanho do quadro ideal para um ciclista é a altura de seu cavalo. A estatura de um ciclista não é o determinante na escolha do quadro, visto que o comprimento das pernas varia de um ciclista para outro.
E como sabemos o tamanho de um quadro? Alguns quadro vêem com o seu tamanho marcado em um adesivo fixado no tubo vertical, mas caso não haja marcação, é fácil descobrir: nas speed basta medir com uma fita métrica o tamanho do tubo vertical desde o centro do eixo do movimento central até o centro da intersecção do tubo vertical com o horizontal. É o que se chama de medida C/C (centro ao centro). Nas mtb, o procedimento é o mesmo com a diferença que medimos desde o centro do eixo do movimento central até o topo externo do tubo horizontal.
Bikes Speed
Existem várias fórmulas e métodos para se determinar o tamanho do quadro de uma bike de estrada. Entretanto, a mais aceita na atualidade é a fórmula desenvolvida pelo engenheiro suíço Wilfried Hüggi, que consiste no tamanho do cavalo x 0,65 cm.
Para encontrar o tamanho de seu cavalo: Fique descalço, com as pernas ligeiramente afastadas, e vista sua bermuda de ciclista. Encoste-se em uma parede, faça uma marca com um lápis da altura do seu cavalo na parede e meça a altura com uma fita métrica.
O valor encontrado será o tamanho aproximado do quadro ideal para o ciclista. Ex.: Um ciclista que tem o cavalo na altura de 83 cm, deverá se adaptar melhor ao quadro de tamanho 54, já que 83 X 0,65 = ~54.
No Brasil é difícil de se encontrar quadros com numeração ímpar, o jeito é adquirir um tamanho de quadro aproximado. Arredonde esse valor para menor para uma bike mais ágil e esperta, arredonde-o para maior e você terá uma bike mais confortável e estável, boa para os cicloturistas.
Tente primeiro um quadro menor, se após fixar a altura do selim, o canote ficar muito exposto, é melhor então adquirir o quadro imediatamente maior.
Dicas: Se estiver em dúvida quanto ao tamanho, rode na bike de algum amigo que tenha o quadro do tamanho que você pretende adquirir. Quadros menores são mais ágeis e leves. Quadros maiores são mais estáveis e confortáveis em pavimentos imperfeitos.Normalmente cita-se primeiro a medida do tubo vertical e depois a do tubo horizontal, exemplo, 54 x 55 cm. Quando vemos apenas uma medida descrita, entende-se como sendo os dois tubos do mesmo tamanho (nesse caso, chamado de quadro quadrado).Para medir o tamanho de um quadro sloping - aqueles com o tubo horizontal inclinado para trás - despreze a sua inclinação. Tire a medida com a fita métrica paralela ao chão.A altura é o mais importante no quadro. O comprimento pode ser ajustado trocando-se a mesa. O mercado oferece opções de mesa que vão dos 7 aos 14 cm, com incrementos de 0,5 em 0,5 cm.
Atenção: Canotes de selim e mesas têm marcações que indicam o limite de regulagem. Não ultrapasse os limites! Se na sua bike esses limites ficarem expostos é sinal evidente que a bike está pequena para você.
Mountain bikes
A regra acima não se aplica às mountain bikes. O tamanho do quadro é geralmente em polegadas (já que a modalidade nasceu nos EUA) e além disso, os quadros de mountain bikes devem ser menores que os de speed para terem mais agilidade nas trilhas.
O que fazer então? Existe uma regrinha que foi publicada pela revista norte-americana Mountain Bike Action, em janeiro de 1992 que ensina o seguinte: Encontro a altura do seu cavalo, transforme em polegadas e então subtraia 14. Pronto! O resultado é o tamanho do quadro para mountain bike. Exemplo: 83cm : 2,54 = 32,67 polegadas. Subtraindo 14 de 32,67 temos o valor 18,67 polegadas. O quadro a ser escolhido, seria então um de 18.5.
Nova numeração
Já está disponível no mercado bicicletas que têm a numeração S, M, L, XL (como em camisetas) em vez da numeração em polegadas ou centímetros. A primeira speed a adotar este sistema foi a marca norte-americana Giant, depois outras adotaram o método, entre elas as mountain bikes da ScottUSA.
A tendência é que cada vez mais os quadros se tornem menores e o canote de selim e a mesa se torne mais comprida, diminuindo assim o tamanho do quadro e conseqüentemente o peso do conjunto. Foi também a Giant que introduziu no ciclismo de estrada o conceito de quadros com geometria "sloping", ou seja, tubo horizontal é inclinado para trás para tornar o quadro mais compacto.
No Brasil, a maioria das bicicletas nacionais (leia-se Caloi e Sundown) são produzidas no tamanho intermediário (17 ou 18) para satisfazer à maioria da estatura de nossa população. Certifique-se do tamanho que você necessita para não comprar um quadro que não é adequado a você. Previna-se também contra maus vendedores que se preocupam em empurrar peças que ele tem em estoque. Pesquise em pelo menos três lugares diferentes antes de fechar negócio. Se em sua cidade você só tem uma loja de bicicletas, viaje para uma cidade pouco maior e continue a pesquisa.
Lembre-se: o quadro é o componente principal de uma bike e na maioria das vezes, o mais caro também. Escolha bem para não ter que trocar depois!
Última dica: Se você procura uma boa bicicleta, que se adapte bem ao seu corpo, evite comprá-la em supermercados. Supermercados são excelentes para vender arroz, feijão, ervilha, salsicha e outros mantimentos. Bicicletas devem ser adquiridas em casas especializadas e que tenham um pessoal treinado para atender bem e esclarecer as dúvidas dos clientes.
esta é uma boa dica
até mais
Pardal

sábado, 26 de julho de 2008

NAZARÉ PAULISTA -IGARATÁ 180 km. com os amigos do pedal dia 20/07/2008 dom.





Domingo,foi dia de pedal forte,encontrei a turma dos (amigos do pedal) marcaram outra ousada viagem.Após o giro atibaia- nazaré,planejaram um novo giro:(nazaré-igaratá) Eu pardal sai de casa as 6:30 da manhã para encontrar a turma na avenida (santos dummont) em cumbica-guarulhos,eles chegaram por voltas das 7:30.Saimos de cumbica Eu,Nem,Hugo,Ranilson,Didi,Daniel, Valdecir Willian e Marcos. Subimos a avenida Santos Dummont e depois a estrada de nazaré.Nesse trecho o asfalto é péssimo.Mais alguns km.A estrada melhorou e pudemos pedalar melhor,Pegamos a rodovia sentido Nazaré,chegamos até proximo a tão falada subida de nazare,perto da pedreira,paramos pra pegar agua e seguir viagem morro acima.Willian chegou a frente com uma vantagem de um minuto e 1/2 na minha frente.depois,foi chegando um a um descemos ladeira abaixo e fomos até a Rodoviaria de Nazaré,lanchamos na lanchonete da Rodoviaria,e rapidamente se dirigiram a rodovia d.pedro I. Willian estava muito forte,colocamos um ritmo forte,na rodovia em direção a Igaratá,Willian abriu uma vantagem de um km.da gente nas subidas ele sumia na frente,nas descidas eu colequei uma velocidade de 70km.por hora e não concegui alcançalo,ele esperou a gente na entrada de Igarata,Marcos teve pneu furado,esperavamos a turma na entrada de Igaratá,quando eles chegaram . Famintos e cansados,encontramos um restaurante e almoçamos muito bem.Apos almoço descansaram por meia hora na saida da cidade,depois do descanso,pegamos a estrada que vai para Santa Isabel,trecho duro de altos e baixos,Eu ja estava cansado afinal fazia muito tempo que não tinha pegado estrada,afinal são 180 km. de distancia.Enfim chegamos a Santa isabel,paremos na padaria pra pegar agua e esperar o restante da turma chegar todos davam sinal de fadiga.Após alguns km. chegaram ao rancho da pamonha,via dutra,se alimentaram e se hidrataram,na serra de Aruja Nem e Eu sumiram a frente dos demais .Daniel e Valdecir optou por voltar por Itaquaquecetuba.os demais foram pela dutra até cumbica.paremos numa baraquinda de doces e comemos paçocas e tubaina já é ra mais de 4 h. da tarde.Após a ponte de cumbica,se despediram e rumaram para as casas de cada um completamente exaustos.
até mais Regis-Pardal.






segunda-feira, 17 de março de 2008

Historia do Ciclismo 14/01/2008






A História do CiclismoEm 1790, após uma série de estudos, o Conde Sivrac inventou o Celerífero ou Cavalo de Duas Rodas, como assim foi chamada pelos parisienses essa estranha máquina.Embora tal informação não seja absolutamente concreta, foi nesse mesmo ano que apareceu a viatura de duas rodas. Parece ter começado nessa época a história do ciclismo.O ciclismo como esporte foi iniciado na Inglaterra em meados do século XIX, logo que os avanços tecnológicos na fabricação do veículo possibilitaram o alcance de maiores velocidades. Em 1865, já existiam grupos fanáticos pelo esporte na Inglaterra, e vinte anos depois, sua ascensão já estava em toda a Europa. Fundou-se então na França a União Ciclística Internacional. Desde 1986 em Atenas, a primeira Olimpíada da época moderna, o ciclismo integra os jogos Olímpicos.O ciclismo foi introduzido no Brasil ao final do século XIX com a criação do Velódromo em São Paulo, onde o Ciclismo já era considerado um esporte da moda. A Federação Paulista de Ciclismo foi fundada em 1925 e logo após, em 1938, realizou o primeiro Campeonato Brasileiro de Ciclismo, na cidade de Porto Alegre.Hoje o Ciclismo é considerado um esporte popular, sendo praticado no mundo inteiro. Integra os Jogos Olímpicos e os campeonatos Pan-Americanos e Sul-Americanos. Poucos esportes alcançaram tanto prestígio como o Ciclismo, que hoje na Europa é o esporte de preferência da população.

terça-feira, 27 de novembro de 2007

25/11/2007- treino casa de pedra


o ultimo passeio dos (ciclismo de estrada) foi dia 20/11/2007 feriado terça feira e domingo dia 25/11/2007 fui treinar sozinho, pois estava sem treino,sai de casa as 7 horas da manha fui sozinho pela rodovia indio tibiriça até a entrada da casa de pedra tem 40 km.


Dia 20 do feriado sai tarde de casa era 11:30 da manha pela rodovia encontrei na estrada 3 ciclista indo tambem para casa de pedra um ciclista se destacou dos outros dois e foi em frente num passo de 35 km.por hora,eu (pardal) fui no encalso ate a entrada da casa de pedra.


Fiquei na roda de ciclista por alguns minutos ate que, um pelotao apareceu, e fui tambem de roda atras deste pelotao.


O treino foi ate as 13:45 paremos para descansar,tava dois conhecido o tico de maua, e abilio de s.mateus. Na hora de vir embora,parecia treino os caras pedalaram forte.


Até a proxima amigos!


Pardal.



domingo, 16 de setembro de 2007

volta ciclistica de são paulo


SÃO CAETANO/NOSSA CAIXA/SUNDOWN SAI NA FRENTE NA VOLTA CICLÍSTICA DE SÃO PAULO
Uruguaio Hector Figueiras venceu a primeira etapa disputada no Autódromo de Interlagos
São Paulo – A equipe São Caetano/Nossa Caixa/Sundown venceu a primeira etapa da volta Ciclística de São Paulo. Na manhã deste domingo no Autódromo de Interlagos, na capital paulista, o uruguaio Hector Figueiras terminou em primeiro os 21 quilômetros da etapa de abertura. Figueiras marcou 26m35 e foi seguido por Nilceu Aparecido dos Santos (Scott/Fadenp/São José dos Campos), com 26m37, e pelo argentino Sebastian Manuel Cancio, companheiro de equipe de Figueiras, que fez 26m39. A terceira edição da Volta Ciclística de São Paulo terá outras oito etapas. A segunda acontece na tarde deste domingo entre São Paulo e São José dos Campos. Na segunda-feira pela manhã os ciclistas das 11 equipes nacionais e de cinco países (Itália, Portugal, Canadá, Argentina e Porto Rico) farão a terceira etapa entre a cidade do Vale do Paraíba e Atibaia.O vencedor da primeira Meta Volante foi o português Bruno André Carvalho. A organização determina antes da largada uma distância a ser cumprida pelos ciclistas e Carvalho terminou na frente a segunda volta na pista de Interlagos. O brasileiro Mac Donald Trindade ganhou o primeiro Prêmio Montanha. Ele chegou na frente na terceira e penúltima das cinco voltas da etapa de abertura.“Esse resultado foi fruto de uma preparação muito forte que fiz nos últimos três meses especialmente para a Volta Ciclística de São Paulo. Apesar de sabermos que ainda teremos muita coisa pela frente, estamos confiantes num bom resultado”, disse Figueiras.O técnico da equipe São Caetano/Nossa Caixa/Sundown, Eduardo Trilini encara com normalidade o fato de ser argentino e comandar uma equipe brasileira com ciclistas nacionais, o uruguaio Figueiras e o também argentino Cancio. Para ele, independentemente da nacionalidade dos atletas, o que vale são os resultados apresentados.“Fui contratado para fazer o melhor, independentemente da nacionalidade dos ciclistas. Acredito até que pela diversidade de sermos uma equipe do Mercosul, podemos levar alguma vantagem, pois tentei escolher os melhores disponíveis e esse resultado de termos dois entre os três primeiros ciclistas incentiva os atletas a manterem a boa performance”, explicou Trilini. Nilceu Aparecido dos Santos, que tem um histórico de bons resultados especialmente na pista de Interlagos, onde em janeiro se sagrou campeão da Copa América de Ciclismo, se disse feliz com a segunda colocação e a boa largada na Volta Ciclística de São Paulo.“Como as etapas serão muito longas, a Volta Ciclística de São Paulo promete ser bastante dura. Na minha opinião a definição só sairá mesmo no último dia. O resultado desta primeira etapa não tem tanta importância assim na classificação final, mas sempre é bom andar entre os primeiros”, completou.
Fonte: LOCAL DA COMUNICAÇÃO Milton Alves (Mtb 16583) e José Eduardo Martins (11) 3263-0683 http://www.voltaciclisticadesaopaulo.com.br

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

ciclismo de estrada


ciclismo de estrada19/08/2007: Mogi das Cruzes – três fortes e três fracos
Em mais um domingo nublado, os Amigos do Pedal saíram para se exercitar. Nen e Marcos saíram de Cumbica e ainda na Avenida Santos Dummont, foram abordados por Régis, ou Pardal como é conhecido. Há tempos ele não aparecia e dessa vez também não combinara nada. O encontro fora acidental e como ele não tinha destino definido resolveu se juntar a dupla. Ritmo moderado até o posto Pinheirinho onde encontraram César. Pardal e César apertaram o passo e seguiram até Arujá. Nen e Marcos chegaram um pouco depois. Chegaram Daniel e “seu” Zé e assim, o grupo se dirigiu a Mogi das Cruzes. “Seu” Zé estava de quadro Peugeot e essa mudança parece ter sido benéfica para seu rendimento. Andou forte e sumiu a frente de Nen, Daniel e Marcos, que haviam parado para reparar câmera de Nen. Pardal subiu a frente num bom ritmo tal como César. Reparo feito, Nen, Daniel e Marcos subiram a serra do Itapeti. Nessa ordem, espaçados, chegaram ao topo, nitidamente frios e com o desempenho sofrível.Em Mogi, todos se alimentaram, se hidrataram e descansaram. Na volta, pneu furado de Pardal. “Seu” Zé passou e seguiu direto. Reparo feito, todos iniciaram a subida. César subiu a frente com Pardal no encalço. Bem mais atrás subia Nen, depois Daniel e por fim Marcos:novamente o trio lento do dia. Do alto da serra até a Via Dutra, os mais lentos melhoraram um pouco: Nen até ensaiou uma aproximação da dupla da ponta. Marcos subiu junto de Daniel e, a frente de “seu” Zé. Da Dutra a Cumbica, sem mudanças nas posições, com “seu” Zé andando muito forte no trecho plano.
Coincidentemente a fotografia do dia, retratou os que estiveram em melhor forma. Aos demais: vamos treinar turma!
Marcos Roberto.