sábado, 6 de março de 2010

06/03/10 Como Pedalar na Grande Cidade


Pedalar nas grandes cidades
Saiba se portar com a bike em meio ao trânsito caótico das metrópoles
de bicicleta não é tarefa simples. Muitas vezes envolve superar diversos obstáculos e dificuldades, visíveis ou não, tanto para os ciclistas/pedestres quanto para os motoristas dos mais variados veículos (carros, motos, ônibus, caminhões etc.). Insegurança, medo, falta de paciência e controle sobre a própria bike. Tudo isso pode influenciar no seu pedal entre os centros urbanos – de grande, média ou pequena proporção. É preciso, entretanto, saber que há possibilidade de controlar toda essa situação, conquistando assim seu espaço e mobilidade entre pedestres e veículos.O ciclista Arturo Alcorta, do site Escola de Bicicletas, conversou com o Prólogo e falou sobre a relação bike/trânsito, procurando explicar o porquê dos problemas entre ciclistas e motoristas nas metrópoles. O principal apontamento para as dificuldades é o fator insegurança. “A culpa não é do motorista, mas sim do ciclista. Muitas vezes ele não sabe como agir no trânsito, o que ocasiona fatalidades”, disse. “De acordo com dados europeus, 55% dos acidentes são responsabilidade direta do ciclista. Isso é algo comprovado.”“O ciclista pensa como o motorista. Não sabe sinalizar, fica nervoso e estressado. E, por fim, vai agir com imprudência”, emendou. Histórico de acidentes nas grandes capitais, como é o caso de São Paulo, também influência na insegurança e medo por parte do amante do pedal. “Infelizmente acontecem tragédias, mas são fatos isolados. A mídia divulga tanto essas notícias, que influencia psicologicamente a pessoa.”É preciso estar consciente que para praticar o pedal é necessário buscar a bike ideal. A utilização de equipamentos inapropriados também favorece e aumenta a probabilidade de acidentes. Utilizar bikes que facilitem a visão do ciclista é primordial, além de utilizar outros recursos como:- Refletor nas rodas- Lanterna traseira- Farol dianteiro- Refletor nos capacetesPor fim, outra observação de Alcorta é o comportamento sobre a bicicleta. Para ele, ter consciência que a utilização de ciclofaixas é para o passeio e não competição é válida. “As pessoas têm a triste mania de imprimir ritmo forte, exagerar. Essas bicicletas são para obter reações tranquilas e previsíveis, não para competição. Isso também proporciona acidentes.”No Brasil, existem cerca de 60 milhões de bicicletas que circulam diariamente em território nacioanal. O primeiro passo em dar preferência às “magrelas” já está sendo executado. Basta agora a consciência de como utilizá-las, beneficiando não apenas a si, mas aos demais.
Editado por Tadeu Matsunaga da revista Prologo
Até a proxima Pardal

sábado, 9 de janeiro de 2010

03/01/2010-Surpresas no pódio da copa America de ciclismo





Mais dois novos ciclistas entraram para a galeria de campeões da Copa América de Ciclismo, competição internacional que abriu neste domingo, em Interlagos, o calendário esportivo nacional em 2010. O paraense Geraldo Souza Júnior, da São Lucas Saúde/UAC, de Americana (SP), e a sul-mato-grossense Luciene Ferreira, da Scott/Marcondes César, de São José dos Campos (SP), foram os vencedores da décima edição da prova, que reuniu ciclistas de cinco países. Geraldo completou as 20 voltas (86 km) na pista do Autódromo Internacional José Carlos Pace, com 4300 metros, com o tempo de 2h02min38seg352, enquanto Luciene marcou o tempo de 46min32seg para as seis voltas realizadas (25,8 km).A décima edição da Copa América mostrou porque a disputa é uma das mais fortes e tradicionais do calendário continental. As 24 equipes que disputaram a prova masculina, com cerca de 120 atletas, fizeram bonito em Interlagos, garantindo emoção do princípio ao fim. A corrida teve três momentos distintos. Na metade da prova, o pelotão seguia forte, imprimindo um ritmo bastante rápido, fruto da boa preparação feita no final de 2009 para a disputa da Copa da República e da própria Copa América.A partir da 12ª volta três ciclistas, Francisco Chamorro, atual campeão, da Scott Marcondes César, Roberto Pinheiro, campeão da Copa da República em 2008, e Pedro Nicacio, ambos da Funvic/Sundown/Tarumã, de Pindamonhangaba, escaparam do pelotão e só fizeram abrir em relação ao demais, chegando a mais de um minuto de vantagem na penúltima volta. Eles começaram uma disputa à parte, com os dois companheiros de equipe tentando cansar o adversário, forte no sprint. Mas o esforço dos três acabou custando caro no final. O pelotão encostou e no sprint valeu a iniciativa do Geraldo Souza Júnior, que conseguiu surpreender a todos a poucos metros da linha de chegada e garantiu sua primeira vitória na Copa América de Ciclismo."Para ser sincero, não esperava que conseguisse este resultado", explicou Geraldo, de 27 anos, a três defendendo a equipe São Lucas Saúde/UAC/Americana. "Mas o pelotão conseguiu encostar nos três primeiros e fui para cima. Como as atenções estavam em cima do Chamorro e do Nilceu, acabei surpreendendo", completou o atleta, que ainda teve o companheiro de equipe Raphael Mancini Serpa ao seu lado no pódio, na terceira colocação.Por falar em equipe, o campeão elogiou o trabalho feito pelos companheiros. "Eles foram muito bem, deixando-me na cara do gol para tentar esta vitória. Este prêmio é do grupo, que mostrou porque terminou o ano entre os melhores do país. Agora é pensar nas demais provas de temporada", finalizou. Entre os favoritos, o tetracampeão Nilceu Aparecido Santos terminou na sexta posição, enquanto Francisco Chamorro acabou depois do 40º colocado.Luciene vence no feminino, de novoNa disputa do feminino, que reuniu as melhores do ranking nacional, brilhou a estrela da sul-mato-grossense Luciene Ferreira. Depois de vencer a Copa da República, no dia 20 de dezembro, em Brasília (DF), a ciclista da cidade de Coxim e que representa São José dos Campos (SP), repetiu a boa fase também na Copa América, garantindo seu primeiro título na competição. Além disso, ela, mais uma, vez, acabou com a hegemonia da família Fernandes, que havia vencido em todas as edições anteriores."Foi um ano maravilhoso. Acabar 2009 e iniciar 2010 vencendo é tudo que eu mais desejava. Isso é fruto da boa preparação que fizemos para estas duas importantes provas", explica a ciclista, de 24 anos. Luciene ainda conta o segredo do bom desempenho. "Sempre fui uma atleta de marcação e isso me afastava das vitórias. Agora, resolvi atacar e ir para o tudo ou nada, e isso deu certo", revela a atleta, que descansará por dez dias antes de reiniciar os treinos visando as demais competições da temporada.




ResultadosMasculino - 86 km - 20 voltas1)


Geraldo Souza Júnior, 2h02min38seg3522)


Edgardo Simon, 2h02min38seg5593)


Raphael Mancini Serpa, 2h02min38seg6214)


Emanuel Yanez (Uruguai A), 2h02min38seg7095)


Luiz Miguel Almonacid (Chile), 2h02min38seg7956)


Nilceu Aparecido Santos, 2hm02min38seg8157)


Jean Carlo Coloca, 2h02min39seg0278)


Luiz Alberto Ortiz Júnior, 2h02min39seg8669)


Laureano Rosas (Argentina), 2h02min40seg03110)


Ignacio Maldonado (Uruguai A), 2h02min40seg414




Feminino - 25,8 km - seis voltas1)


Luciene Ferreira da Silva, 46min32seg8622)


Janildes Fernandes , 46min33seg0343)


Debora Gerhard, 46min33seg1434)


Valquiria Prdeal , 46min33seg4135)


Nat;alia Lima, 46min33seg6246)


Cristiane da Silva, 46min34seg1257)


Daniela Genovesi, 46min34seg9948)


Fernanda Souza, 46min35seg0209)


Marcia Fernandes, 46min35seg97910)


Uênia Fernandes, 46min38seg118


Fonte: MBraga Comunicação

domingo, 20 de dezembro de 2009

20/12/2009 Bandeirantes km 46

E fim faz meses que nao vou para a rodovia dos Bandeirantes passei na bicicletaria do Helio no sabado a tarde e marcamos de ir para a Bandeirantes no Domingo bem cedo marquemos de se encontrar na padaria perto da casa do Helio na av. sao teodoro.
Estava la o Shimano e ficamos esperando o restante da turma chegar,em seguida chegou o
Michael e depois o Helio por fim chegou o Abel. descemos a sao teodoro em sentido a av.Itaquera ate o fim , na av.aricanduva em sentido a marginal que esta em reforma e bastante transito chegamos rapido na Bandeirantes sem poblema.

Na Bandeirantes ja começamos apertar o passo eu Pardal apliquei uma fuga e fui embora , no meu encalso veio o Helio e depois chegou o Shimano o restante ficou para tras, o Michael teve pneu furado e nao trouxe a bomba o Abel teve que voltar para emprestar a bomba para o Michael.
Ja no km 46 retornemos para Sao Paulo com parada na casa da pamonha para se alimentar
e por fim se alimentamos e viemos embora bastante descotraçao e bastante cansado,e virou motivo para brincadeira entre o Abel e o Helio que tem uma certa rincha entre o dois.
Tudo brincadeira hoje domingo rodemos 142 km com media boa 32 de media boa media
Ate a proxima Pardal


sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Anésio Argenton (a lenda viva do ciclismo)


Nascido em 14 de março de 1931 na cidade de Boa Esperança do Sul-SP, Trata-se de um dos maiores ícones da modalidade no país. Ao lado de grandes nomes do ciclismo brasileiro, como Mauro Ribeiro, vencedor de 1 Etapa do Tour de France em 1991, maior Prova Ciclística por etapas do mundo, e de Murilo Antônio Fischer, 5º colocado no campeonato mundial Elite de 2005 em Madrid, Anésio Argenton é, sem dúvida, uma lenda viva do ciclismo brasileiro, presente aqui hoje para nos contar um pouco de sua história e de sua carreira, sua dedicação, conquistas, desilusões, curiosidades, alegrias e dificuldades encontradas em sua época. Trata-se, nada menos, do que do melhor resultado do Brasil na história das Olimpíadas em provas de pista (velocidade), 5º colocado nas Olimpíadas de 1960 em Roma e o único medalhista de ouro de Jogos Panamericanos na história do país, 1959 em Chicago, dentre diversos outros títulos sulamericanos, brasileiros e de Jogos Abertos - maior competição poliesportiva da américa latina
Considerado um dos 100 maiores atletas do século passado pela revista Época, edição especial das olimpíadas de Atlanta em 1996, Anésio Argenton é aposentado da antiga Estrada de Ferro Araraquara e vive em Araraquara com sua esposa Antônia e suas filhas Márcia e Marisa. Desde menino, reside em Araraquara e ainda bem jovem, começou a praticar o ciclismo pelas estradas de terra da cidade, onde começou a se despontar em competições pelo interior do Estado e, logo em seguida, dado o seu enorme talento para o pedal, partiu para o mundo, levando o nome de Araraquara, inicialmente o nome da Associação Ferroviária de Esportes e posteriormente da empresa Caloi S/A, maior fabricante de bicicletas do país e patrocinadora de uma das melhores equipes brasileiras até os dias de hoje, para o mundo.CARREIRA – O InícioAnésio Argenton começou a praticar o ciclismo por iniciativa própria, e também incentivado por alguns outros ciclistas da cidade de sua época, como se a “sábia mãe natureza” já soubesse de seu pontencial e o que o futuro lhe reservava nesse esporte. Pedalando com uma velha bicicleta de pneu “balão” por estradas de terra, dividindo o seu tempo entre o trabalho de entrega de mercadorias de um armazém da cidade, logo começou a se destacar nos treinamentos e, iniciando nas competições, não foi diferente. Vestindo a camisa da Ferroviária, venceu inicialmente várias competições pelo Estado e devido ao seu destaque, logo recebeu o convite para competir pela equipe da Caloi, em São Paulo, ao lado de grandes ciclistas brasileiros como Roberto Barbosa, Antônio Alba, José de Carvalho, Cláudio Rosa, Luís Carlos Flores, entre outros, onde trilhou a maior parte de sua carreira conquistando alguns dos maiores triunfos da história do país. Naquela época, ciclismo profissional não existia, de forma que continuava a dividir o seu tempo entre os treinos e competições, e seu trabalho junto à antiga estrada de ferro Araraquara.
CARREIRA - Anos DouradosDado a extrema dificuldade para se realizar os treinamentos, devido ao fato de praticamente não existir estradas asfaltadas para treinar, bem como a maioria das competições serem realizadas em paralelepípedo e terra, as bicicletas utilizadas serem incomparavelmente inferiores aos dos demais adversários estrangeiros; os feitos de Argenton no esporte tornam-se memoráveis. Somado a tamanha falta de apoio, viagens longas, falta de orientação, apoio técnico e físico de sua época no país, as conquistas de Argenton tornam-se ainda mais admiráveis. Jamais houve um “velocista” no ciclismo brasileiro de maior destaque do que Argenton, cujos feitos ainda levarão décadas para serem superados. Anésio Argenton brilhou e reinou absoluto no país do final dos anos 40 até início dos anos 60. Vamos a eles:Jogos Abertos: (Venceu praticamente todos os que competiu, prova de KM contra o relógio):- Rio Claro em 1949;- Jundiaí em 1950;- Ribeirão Preto em 1952;- Sorocaba em 1954;- Piracicaba em 1955.Campeonatos Brasileiros (Velocidade):- Florianópolis em 1952;- São Paulo em 1954/ 55/58.Campeonatos Sulamericanos: (Km e Velocidade):- Uruguai em 1952 – Medalha de Prata- São Paulo em 1954 e 56 – Medalha de Ouro- *Venezuela em 1959 – Venceu a prova de KM contra o relógio, mas não levou o troféu.Jogos Panamericanos (Km Contra o Relógio):- México em 1955 – 4º colocado;- Chicago em 1959 – Medalha de Ouro (único brasileiro medalhista de ouro em Jogos Panamericanos no ciclismo)
- São Paulo em 1963 – Medalha de Bronze (com uma enorme furunculose na virilha).Olimpíadas (Velocidade e Km contra o relógio)- Melbourne em 1956 – 7°colocado (velocidade) e 9° (KM);- Roma em 1960 - 5º colocado (velocidade) e 6° (KM);
CuriosidadesNo campeonato Sulamericano de 1959 em Caracas na Venezuela, o recordista mundial, um venezuelano, estava com o melhor tempo da prova do KM contra o relógio até o último atleta a largar, o brasileiro Anésio Argenton. Argenton pulverizou o tempo do venezuelano vencendo a prova, deixando o velódromo da cidade de Caracas a um silêncio fúnebre. O troféu de campeão ele não trouxe, porque simplesmente já estava gravado com o nome do campeoníssimo local...Nas Olimpíadas tanto de Melbourne em 56 quanto na de Roma em 60, Argenton não contava com nenhum tipo de apoio, nem massagista, nem técnico, nem sequer alguém para segurar a sua bicicleta para a partida da prova do KM contra o relógio. Mesmo assim, obteve a 6ª colocação na prova do KM em Roma. Nessa Olimpíada, a de Roma, o pai do grande boxeador Éder Jofre foi o seu prestativo massagista...


Dias AtuaisAposentado do esporte de competição, por assim dizer, desde o final da década de 60, Anésio Argenton continuou ligado ao ciclismo, colaborando com seus conhecimentos como coordenador de equipe e dirigente esportivo da equipe de Araraquara, cidade essa que possui enorme tradição nesse esporte, obtida também através dos tempos por grandes nomes do pedal, como Adolpho Fécchio, falecido aos 76 anos em 2001, que por 18 vezes foi campeão do interior em provas de resistência, Edegar Domingos Branco, Belletti, Schultz, Rubens Paúra, entre outros, posteriormente sucedido por Osmar Mastriaga, e Cristóvão Marinaldo Monteiro, respectivamente nas décadas de 70 e 80, e por Elivelton Pedro, Luís Fernando Berto, Luís Augusto Maquioli e Cléber de Almeida Gomes, entre outros, nos anos 90 e atuais. Recentemente, cabe destacar o nome do garoto Thomaz Antelmo de Souza, grande revelação do ciclismo paulista, também da cidade de Araraquara. Argenton trabalhou por muitos anos com sua bicicletaria, hoje desativada, no bairro de Santa Angelina, na rua São Bento, defronte a sua residência. E por muitos anos sua história de vida e sua carreira serviu de exemplo para o surgimento de toda uma geração de atletas e esportistas, não somente do ciclismo.
Vitorioso no esporte e na vida, Anésio Argenton superou um câncer nos intestinos, e hoje, apesar do fato de ter um desgaste nos dois joelhos e utilizar de um aparelho andador para se locomover, goza de bom estado de saúde física e mental, podendo contribuir conosco com sua brilhante história. Argenton foi homenageado pelo Comitê Olímpico Brasileiro no ano de 2001 na Escola Naval do Rio de Janeiro, no “Prêmio Brasil Olímpico”, onde foram homenageados parte dos maiores atletas brasileiros vivos de todas as modalidades na história das Olimpíadas, cuja placa de homenagem ele traz hoje consigo, juntamente com sua bicicleta marca Cinelli fabricada na Itália especialmente para ele, com a qual obteve grande parte de suas conquistas.
Finalizando...Anésio Argenton tornou-se um ícone do esporte nacional e mundial, por sua carreira memorável marcada de fatos intrigantes e da extrema dificuldade de sua época. Em seus feitos internacionais, a qualidade, tecnologia empregada, o peso das bicicletas para velódromo dos demais adversários de outros países eram incomparavelmente melhores do que as que ele utilizava; sem técnico, sem preparador físico, sem massagista, sem auxiliar, sem ninguém. Por tudo isso e pela sua história fascinante, por ter levado o nome de Araraquara com o êxito de seus feitos esportivos nos principais eventos esportivos do mundo, Argenton ocupa um lugar de destaque no hall das grandes personalidades de Araraquara, como Ruth Cardoso, Ernesto Lia e Mestre Jorge, Careca, Luís Antônio e Zé Celso Martinez Correa e Inácio de Loyola Brandão.

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domingo, 1 de novembro de 2009

SERRA ENCANTADA e DIBI so serra e subidas

Hoje um dia de Sol bastante quente sai cedo de casa Eu e o Amir fomos ate a casa do Eurides que marquemos de ir ate a tal famosa SERRA ENCANTADA e que Serra....
Almir e eurides


Ja la na Serra


Eu e Eurides




Antes de ir para Serra subimos o tal DIBI em seguida fomos para ate Mairipora
Pico do Olho d'agua ponto turistico de Mairipora Sao paulo

O ponto mais alto da cidade com atitude de 1162 mts pode avistar as cidades vizinhas Sao paulo Franco da rocha Caieiras Atibaia e Nazare Paulista Alem da serra do mar
ate a proxima Pardal









segunda-feira, 26 de outubro de 2009

tour de sao paulo 25/10/2009

Sabado sai cedo de casa em destino a Susano pela serrinha da Terceira divisao estao reformando a estrada ta ficando bom
Vim pela a rodovia Airton Senna ate a entrada da Jacu pessego aproveitei e dei uma passada na casa do Orides colega de pedal que nao estava em casa entao fui até a bicicletaria do Ivo que fica perto.

Descansei um pouco ate a chegada do Braga que tinha marcado com o Alemao para ir ate a bicicletaria CicloMorais que fica em Sao miguel e tambem fui com eles. ficamos por la ate que fechou a bicicletaria por voltas da 18h.

Viemos embora pela av Imperador e na jacu pessego perto da casa do Hugo avistei ele e marquemos de ir para Santa Isabel no domingo bem cedo.
As 7:00 horas da manha fui ate o local de encontro na av santos dumont (Cumbica)em seguida chega Hugo que fomos em sentido a Dutra encontrar com o restante da turma em Aruja estava seu Zé esperando a gente que em seguida chegou o Marcos e fomos todos para Santa Isabel em bom ritmo ate la paremos de costume na padaria de sempre para comer um lanche e pegamos a estrada de volta para casa.
quando chegou em Cumbica a turma se separou Marcos e seu Zé pegaram a av assis ribeiro em sentiro Ermelino e Eu e Hugo a jacu pessego e resolvemos dar uma passada na casa do Orides Almir estava la descansei bastante e viemos embora no sabado andei 88km.e no domingo 115km.
até mais
Pardal





segunda-feira, 19 de outubro de 2009

19/10/2009 HISTORIA DO TOUR DE FRANCE

O maior espetáculo do ciclismo
Nem nas mais otimistas das hipóteses Geo Lefevre e Henri Desgrange imaginavam que a corrida de bicicleta que eles estavam planejando se tornaria o maior evento do ciclismo mundial de todos os tempos e nem que eternizariam seus nomes na história do esporte. A idéia de criar uma corrida de bicicleta que percorresse a França, em 1902, surgiu da necessidade de aumentar as vendas do jornal francês “L’Auto” (que depois se transformaria no atual “L’Équipe”). O Tour teve sua primeira edição em 1º de julho de 1903 e nunca parou de crescer; e a glória de vencer a disputa mais importante do ciclismo pertence a apenas 54 heróis, alguns deles mitos. Cada um por si O primeiro campeão do Tour de France foi o francês Maurice Garin, que pedalou 2.428 km, distribuídos em seis etapas, em mais de 94 horas. Nos dezenove dias de disputa, Garin e outros 59 participantes pedalavam cerca de 18 horas por dia e tinham até três dias para se recuperar. Eram responsáveis pelo próprio equipamento, ou seja, em caso de quebra, eles deveriam consertar as bikes. Naquele e nos anos seguintes, a organização não tinha total controle sobre os participantes. Eram comuns casos de caronas em trens, automóveis e também de atalhos na rota.Aos poucos, a volta foi ganhando as características atuais. O Ballon d’Alsace foi a primeira subida a fazer parte do roteiro do Tour, em 1905. As verdadeiras montanhas só chegaram em 1910, com os Pireneus. No ano seguinte os ciclistas fizeram a travessia dos Alpes. Poucos anos depois, a Primeira Guerra Mundial causou a primeira interrupção na prova. Símbolo do poder A primeira corrida depois do conflito, em 1919, trouxe uma novidade que mudaria, literalmente, a forma de enxergar os melhores ciclistas do Tour. A camisa amarela foi uma reivindicação dos jornalistas que gostariam de identificar melhor o líder e uma forma que os organizadores encontraram para prestigiar a corrida. O primeiro líder chegou a recusar a camisa, achando que seria facilmente identificado pelos rivais. Mas ela logo se tornou o maior desejo de todos. Mudanças e conturbaçoes Na década de 20 Ottavio Bottecchia havia se tornado o primeiro italiano a vencer o Tour, em 1924, e repetira o feito no ano seguinte. Mas Bottecchia não era admirado por todos: foi assassinado em 1927, enquanto treinava. Foi vítima de um fascista, contrariado por críticas do ciclista ao movimento fundado por Mussolini.Na década de 30, três grandes mudanças alteraram o regulamento do Tour. As equipes de fabricantes de bicicleta foram substituídas por times nacionais de oito ciclistas. Também havia equipes regionais, da Normandia e da Provença. Qualquer ciclista poderia usar a mesma bicicleta que o adversário. E a caravana publicitária foi criada para recompor a perda das verbas gerada pela saída das fabricantes. Nesse período foi criada a bonificação por tempo aos melhores de cada etapa. Henri Desgrange, diretor da prova, mostrou que o Tour tinha aprendido a se adaptar para sobreviver. Mas no final dos anos 30, uma nova Guerra Mundial interrompeu a corrida novamente: foram sete anos de ausência. O retorno deu inicio a uma nova era A rivalidade italiana O reinício do Tour após a Segunda Guerra trouxe para a corrida francesa uma rivalidade entre dois italianos que também inflamava o Giro d’Italia. Gino Bartali já havia vencido o Tour em 1938. Fausto Coppi tinha vencido o último Giro antes do conflito mundial. O primeiro era católico devoto e acreditava nos tradicionais métodos de treinamento e no trabalho duro. O outro tinha sido prisioneiro de guerra anos antes, era ateu, abandonara a mulher em favor da amante e tinha vontade de inovar profissionalmente. Ambos perderam muito com o período de guerra, mas a rivalidade que cultivaram era algo inédito no ciclismo. Mais velho, Bartali já era sucesso quando surgiu o rival. O intervalo de tempo entre suas duas vitórias no Tour ainda é recorde. São dez anos entre a primeira, em 38 e a última, em 48. Coppi estreou no Tour em 49 com vitória. A segunda conquista veio em 52, ano de sua última participação. Isso bastou para colocá-lo no hall dos mitos da grande volta.O francês Louison Bobet foi o primeiro tricampeão consecutivo da história do Tour, vencendo em 1953, 54 e 55. Depois de dois anos definindo o primeiro lugar na escalada de um dos montes mais importantes dos Alpes, o Izoard, todas as atenções no terceiro ano estavam em marcar Bobet nesta etapa. Apesar do sucesso dos adversários, Bobet deixou todos para trás em outra escalada, no Mont Ventoux, para garantir o tri. O amor pelo mais fraco No fim dos anos 50, os franceses começaram a assistir uma história de rivalidade na qual o herói não era o vencedor. Jacques Anquetil e Raymond Poulidor eram dois franceses com características bem diferentes. Enquanto o primeiro conquistou cinco vezes o título, o outro foi três vezes segundo e cinco vezes terceiro. Nunca teve o gostinho de chegar a Paris com a camisa amarela. Foram 14 tentativas sem sucesso. Por sua perseverança, Poulidor conquistou o carinho do torcedor, que admirava aquele simpático rapaz do campo, sempre derrotado pelo frio homem da cidade. Considerado o melhor contra-relogista da história até o surgimento do espanhol Miguel Induráin, Anquetil venceu em sua primeira participação, em 1957. Com 12 vitórias em CRIs, a estratégia do francês nas montanhas era apenas de marcar os principais adversários. Anquetil tinha língua afiada. Sua sugestão de treino? Alguns uísques, cigarros e mulheres. Anquetil nunca menosprezou Poulidor, mas nunca foram amigos. A década de 60 marcou o retorno das equipes com patrocinadores. Poulidor disputou algumas competições após a retirada de Anquetil, mas viu surgir alguém ainda mais sedento por vitórias. “O Canibal” abocanha o Tour Os anos de 1967 e 1968 seriam a grande chance de Poulidor, o “Pou Pou”, mas ele deixou as vitórias escaparem. O Tour de 1967 será sempre lembrado como a edição em que morreu Tom Simpson, na escalada do Mont Ventoux. O melhor ciclista inglês da época sucumbiu por problemas cardíacos, vítima do calor, do esforço excessivo e de anfetaminas. Sua morte impulsionou os primeiros exames anti-doping no Tour de France do ano seguinte. O belga Eddy Merckx, que se tornaria o maior ciclista de todos os tempos, ganhou logo na primeira participação na prova, em 1969. “O Canibal” venceu a competição com mais de 17 minutos de vantagem. Além disso, levou para a casa a camisa verde e o prêmio de melhor escalador. Repetiu a vitória no ano seguinte, com direito a novo prêmio na montanha e oito vitórias de etapa. Ele ainda venceria outras três edições, ratificando no Tour sua hegemonia como o ciclista com maior número de vitórias na carreira. O último herói francês Assim como Coppi, Anquetil, Koblet e Merckx, os franceses viram em 1978 um nativo vencer o Tour em sua primeira participação: Bernard Hinault. No ano seguinte, nova vitória, “à moda Merckx”: camisa amarela, camisa verde e sete vitórias de etapa. Mesmo assim, Hinault não era muito bem visto pelos colegas. Em 81 e 82 voltou a vencer. Em 83 surgiu um novo e sofisticado herói: Laurent Fignon, que venceu também em 84, batendo Hinault. Em 1985 Bernard Hinault entrou para a turma dos pentacampeões do Tour, convencendo o americano Greg LeMond a trabalhar para ele. Ele ainda tentou o hexa, mas LeMond, em melhor forma, não permitiu. Com três vitórias (86, 89 e 90), LeMond colocou os EUA na lista dos campeões do Tour. O domínio espanhol Os pentacampeões Anquetil e Merckx venceram quatro vezes consecutivas. Hinault venceu quatro em cinco edições. O espanhol Miguel Induráin foi o primeiro a vencer cinco edições seguidas entre 91 e 95. Excepcional contra-relogista, Induráin se defendia muito bem na montanha. Sem demonstrar muitas emoções durante as provas, o espanhol não venceu de primeira, pelo contrário. Após dois abandonos (85 e 86), obteve um 97º, um 47º e um 17º nos anos seguintes, enquanto trabalhava para outro espanhol, Pedro Delgado. Sua vitória no contra-relógio de 89, porém, mostrou todo o potencial que tinha. Seu estilo levou muitos críticos a se aborrecerem com suas vitórias. Mas alguns triunfos, como o de 94, quando bateu Marco Pantani nos Pireneus, e o de 95, quando lançou um ataque vencedor na etapa plana de Liège, demonstraram que tinha muitos recursos. Em 1996, Induráin tentou o hexa. Como homenagem, o Tour passou por Navarra, sua região natal. O espanhol tinha adversários fortes, como o dinamarquês Bjarne Riis. Em uma etapa nos Alpes, Riis atacou várias vezes, dobrou Induráin e venceu Tour. Recebeu a preciosa ajuda de um gregário alemão, o jovem Jan Ullrich, campeão no ano seguinte. A brilhante vitória do italiano Marco Pantani, em 1998, foi ofuscada por um escândalo de doping, o caso Festina. A equipe francesa Festina, que organizou um sistema de dopagem com EPO (eritropioetina) foi excluída do Tour logo no começo, enquanto o pelotão fez várias manifestações até a chegada a Paris. Um homem vira mito No ano seguinte, a ética foi a prioridade dos organizadores. Vários controles foram realizados nos atletas. Mas a superação de um ciclista trouxe de volta a esperança. Lance Armstrong iniciou, em 1999, sua caminhada para ser o homem mais vitorioso da história do Tour, depois de vencer o câncer. Com um ritmo de pedaladas inovador nas montanhas e um contra-relógio consistente, dominou a prova por sete anos seguidos. Não conseguiu ser unanimidade entre os especialistas, mas se tornou popular em todo o mundo. O sucesso do norte-americano colocou Jan Ullrich na sombra, com três segundos lugares e um terceiro.
Os brasileiros no Tour Cinco ciclistas já tiveram o prazer de representar o Brasil no Tour de France. O primeiro foi Renan Ferraro, em 1986. Depois foi a vez de Mauro Ribeiro, em 1991, Wanderley Magalhães, em 1994, Luciano Pagliarini, em 2002 e 2005, e Murilo Fischer, em 2007 e 2008.Mauro Ribeiro foi o único a conseguir vencer uma etapa da competição e o primeiro a completar a prova. No ano passado, Murilo Fischer igualou o feito de Ribeiro ao cruzar a linha de chegada em Paris, e por pouco não conseguiu uma vitória na 11ª etapa, mas acabou em terceiro lugar.

fonte da revista prologo