quarta-feira, 24 de setembro de 2014

GoodSports FPC JEESPFacebookTwitterRSSFederação Paulista de CiclismoHomeNoticiasEventosVideosFotosRanking05/09/2014 às 01:5417ª Volta Ciclística Internacional do Grande ABCD tem reconhecimento do percursoReconhecimento aconteceu nesta semana e está tudo pronto para a tradicional disputa, marcada para o dia 14, mais uma vez em Diadema.Por Imprensa FPCNotícias / São PauloComentarNo dia 14 de setembro acontece a 17ª Volta Ciclística Internacional do Grande ACBD, um dos mais importante e tradicionais eventos do ciclismo nacional. Atletas de diversas idades participarão da prova, sendo que as categorias Elite masculino e Sub-23 masculino largarão de Paranapiacaba, distrito de Santo André, e percorrerão os sete municípios da região – Rio Grande da Serra, Ribeirão Pires, Mauá, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e Diadema. A chegada, pelo segundo ano consecutivo, em Diadema, totalizando 105,5 km.Crédito: Ivan StortiA arena estará montada na Avenida Dr. Ulisses Guimarães (acesso saindo no km 16 da Rodovia Imigrantes). Ali também serão realizadas todas as demais categorias envolvidas no evento, num grande show de técnica. Os principais ciclistas e equipes do país, em diversas categorias, estarão na prova, prometendo muita técnica e emoção.E para que tudo esteja na mais perfeita ordem, os organizadores e a Policia Militar do Estado de São Paulo, coordenadora do evento, realizaram, nesta quinta-feira (4), o reconhecimento do percurso desde a largada em Paranapiacaba. A operação ficou sob a responsabilidade do capitão Morais, do CPA/M-6 (Comando de Policiamento de Área Metropolitano Seis), que considerou tudo preparado para a realização do evento, bem como garantiu toda a segurança dos competidores.Recinhecimento do percurso da Volta do ABCD (Crédito: Divulgação)A Volta Ciclística Internacional do Grande ABCD é uma das mais fortes disputas do país. Dessa forma, nada mais natural do que atrair as feras da modalidade, todas em busca do lugar mais alto do pódio. Além disso, as categorias Elite, masculino e feminino, e Sub-23 masculino contarão pontos para o ranking da Confederação Brasileira de Ciclismo, mais um motivo para não deixar de participar.As inscrições são gratuitas e já estão abertas. Para a Elite masculino, as confirmações deverão ser antecipadas, até dias 11 de setembro, pelo site www.fpciclismo.org.br. As demais categorias poderão fazer a inscrição no dia, uma hora antes da respectiva bateria. A retirada de kits para Elite e Sub-23 será em Paranapiacaba, das 6h30 às 7h30, enquanto da demais categorias será no dia da prova. Mais informações no site oficial ou pelo telefone (11) 3862-5378.No ano passado, o mineiro Pedro Nicácio, da Funvic/Brasilinvest/Marcondes César, venceu no masculino, completando os 113 km com o tempo de 2h33min10seg. Já entre as mulheres, Luciene Ferreira da Silva, do Mato Grosso do Sul e do Team Funvic/São José dos Campos, garantiu seu quarto título na competição, com o tempo de 56min18seg331 para as 13 voltas – 32,5 km – no circuito montado na Avenida Dr. Ulisses Guimarães.CategoriasFederados – Elite Masc. (Elite/Sub-23) – Ranking CBC (classificação única); Elite Fem. – Ranking CBC; Júnior Masc./Fem. (1997 a 1996) – Ranking CBC; e Open Speed Masc.: (sub-30 e universitários);Federados e não federados – Open Juvenil Masc./Fem. (2002 a 1998 – 12 a 16 anos); Master A Masc. (1954 a 1965 – 50 a 59 anos); Master B Masc. (nasc. até 1954 – 60 anos acima); e Open Sênior Masc. (1965 a 1984 – 30 a 49 anos)Categorias somente para não federados – (Amador acima de 16 anos com o mínimo de 2 anos, sem estar federado); e Speed Masc. e Mountain Bike Masc.Programação – 14/09Largada 1 (Elite masc./Sub-23) – (Largam juntas – classificação única)Concentração: às 7h00Largada: às 8h (prova em linha de 75,5km + 15 voltas no circuito de 2km, totalizando 105,5km)Local: Paranapiacaba (entrada principal do distrito).Categoria: Elite/Sub-23 Masc. (Súmula – das 7h às 7h40).Largada 2 (demais categorias)Concentração: às 7hLargada: à partir das 8hLocal: Av. Dr. Ulisses Guimarães – Diadema – SPLargadas no circuito1ª Bateria: às 8hMaster A/B Masc.: 20 voltas = 40km (classificação separada)Open Juvenil Masc.: 20 voltas = 40kmOpen Juvenil Fem.: 10 voltas = 20kmObs.: Intervalo para a chegada da Elite Masc.2ª Bateria: aprox. às 10h45Júnior Masc.: 60min. + 1 voltaElite Fem.: 60min.Júnior Fem.: 10 voltas = 20km3ª Bateria: aprox. às 11h40Open Speed Masc.: 30 voltas = 60kmMountain Bike: 10 voltas = 20km4ª Bateria: aprox. às 13hOpen Sênior Masc.: 30 voltas = 60kmSpeed Masc.: 10 voltas = 20kmA 17ª Volta Ciclística Internacional do Grande ABCD tem organização e realização da Federação Paulista de Ciclismo. O patrocínio é de Pirelli e Sonda Supermercados, com apoio do Governo do Estado de São Paulo, pela Lei Estadual de Incentivo ao Esporte, dos sete municípios da região – Rio Grande da Serra, Ribeirão Pires, Mauá, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e Diadema -, da Polícia Militar e do Jornal Diário do Grande ABC.Notícias Relacionadas05/09/2014 às 01:54 | Notícias17ª Volta Ciclística Internacional do Grande ABCD tem reconhecimento do percursoPor Imprensa FPCNotícias / São PauloComentarDeixe um comentárioSeu e-mail não será divulgado.Nome*Email*SitePróximos eventosCampeonato Paulista de CRI - ETAPA ÚNICALocal: Itapetininga/SPData: 20/09/2014Realização: FPC / Prefeitura Municipal ItapetiningaSaiba MaisCampeonato Paulista de BMX - 6ª etapa Local: PauliniaDe 20/09/2014 a 21/09/2014Realização: Associação Paulista de Bicicross - APBMXSaiba MaisCampeonato Paulista de Downhill - 1ª etapaLocal: Salto / SPDe 20/09/2014 a 21/09/2014Realização: FPC / Salto AdventureSaiba MaisCampeonato Paulista de Resistência - FinalLocal: Itapetininga/SPData: 21/09/2014Realização: FPC / Prefeitura Municipal ItapetiningaSaiba MaisCampeonato Paulista de MTB Cross Country - ETAPA ÚNICALocal: Campo Limpo/SPData: 28/09/2014Realização: FPC / MZ2 EventosEm breve mais detalhesÚltimas Notícias16/09/2014 às 09:14 | BrasilCorrija os maus hábitos no ciclismo16/09/2014 às 08:27 | NotíciasCiclistas de RP sobem ao pódio em duas categorias da Volta do ABCD15/09/2014 às 08:48 | Notícias17ª Volta ABCD: Atletas do Centro de Excelência conquistam todos os títulos das categorias de base15/09/2014 às 05:53 | NotíciasVídeo: 17ª Volta Ciclistica Internacional do Grande ABCD15/09/2014 às 05:05 | BrasilCiclismo de Pista do Brasil fecha participação no Pan com medalha de prata14/09/2014 às 06:08 | BrasilRoberto Pinheiro e Valquíria Pardial vencem a 17ª Volta Ciclística Internacional do Grande ABCD14/09/2014 às 05:49 | NotíciasVeja os resultados da 17ª Volta Ciclística Internacional do Grande ABCD14/09/2014 às 04:24 | BrasilPan-Americano: Brasil está na semifinal e têm chance de medalha na prova de Velocidade Individual13/09/2014 às 11:19 | BrasilCiclista Kacio Freitas é o destaque da seleção no terceiro dia do Pan de Aguascalientes13/09/2014 às 10:43 | MundoInterbike aposta em tecnologia e segurança para os ciclistas13/09/2014 às 08:45 | NotíciasOsasco Team disputa Volta Ciclística do Grande ABCD neste final de semana12/09/2014 às 08:32 | BrasilBrasileiro é 7º colocado na prova Keirin do Pan de Ciclismo de Pista12/09/2014 às 05:19 | Brasil17ª Volta Ciclística Internacional do Grande ABCD reúne o melhor do ciclismo neste domingo11/09/2014 às 08:34 | BrasilBrasil é bronze no primeiro dia do Pan-Americano de Ciclismo de Pista10/09/2014 às 05:55 | BrasilDiretor dos Jogos Escolares da Juventude destaca crescimento do ciclismo no evento10/09/2014 às 04:22 | NotíciasBase: Atletas de Iracemápolis / Centro de Excelência se destacam em Jogos Escolares britânicos09/09/2014 às 12:25 | Notícias17ª Volta Ciclística Internacional do Grande ABCD: inscrições terminam nesta quinta08/09/2014 às 01:39 | NotíciasAtleta do Osasco Team representará Seleção Brasileira no Pan-americano08/09/2014 às 12:58 | BrasilJogos Escolares da Juventude: SP finaliza participação com três medalhas07/09/2014 às 01:35 | NotíciasRegião do ABC já conta com 25 mil metros de lugar para pedalarFederação Paulista de CiclismoSobre a FPCContatoFiliaçãoCicloturismoRegulamento© Copyright 2013 - Federação Paulista de Ciclismo.

domingo, 1 de junho de 2014


hoje domingo dia 01/06/2014 eu e o Almir um camarada que mora no jd.alto alegre saimos da minha casa as 6:30 da manha em sentido a GM via dutra no km 186 em frente a entrada de sta isabel  pegamos a estrada da GM estrada municipal sao bento do lambari ate a rodovia pedro erole em sentido aruja (centro) na av joao maciel avistamos um acidente horrivel um motoqueiro bateu de frente num poste e acabou falecendo no local.
Dali a gente deu uma passada na casa do Oridio outro camarada que mora ali perto chegamos la por volta das 11:20 almoçamos e viemos embora as 14:00 chegando em casa as 15:40


postado por pardal ate a proxima pessoal

sábado, 23 de novembro de 2013

Brasil precisa de mais ídolos e menos impostos, diz ciclista espanhol

Brasil precisa de mais ídolos e menos impostos, diz ciclista espanhol

Publicado em 20/11/2013 às 12:59Fonte: Folha On Line
Brasil precisa de mais ídolos e menos impostos, diz ciclista espanhol
Fabio Braga/Folhapress
YURI GONZAGA
DE SÃO PAULO
O uso da bicicleta como meio de transporte está diretamente relacionado ao ciclismo competitivo e, para que ambos floresçam no Brasil, é preciso baixar os tributos que incidem sobre as bikes e fomentar o aparecimento de um ídolo de grande visibilidade nacional, diz o espanhol Alberto Contador, considerado um dos maiores representantes da modalidade, ainda que tenha sido suspenso por doping há dois anos (leia mais abaixo).
Duas vezes campeão da Volta da França, mais importante competição do ciclismo mundial, o ciclista de 30 anos pedalou na última quarta-feira (13) com um grupo de cerca de 200 amadores em Cabreúva (a 78 km de São Paulo), durante sua primeira passagem pelo Brasil.
"Hoje, a Espanha está no nível mais alto do esporte", disse. "Tênis, basquete, o futebol, o ciclismo. Os esportistas são muito reconhecidos pela sociedade. Isso faz a diferença quando as crianças veem esses ídolos, porque elas lutam para ser iguais a eles."
"Talvez, no Brasil, falte algo igual: estrelas do ciclismo para que as crianças queiram imitá-las. Hoje, já vejo que há fanatismo pelo ciclismo [aqui] --não esperava ver tanta gente interessada, e tanta gente tão preparada. Acho que isso pode ir mudando pouco a pouco", afirmou.
Mas essas crianças precisam ter meios de comprar sua bicicleta. "É preciso estar consciente de que o ciclismo tem muitas vantagens, uma vez que se tenha a bicicleta, porque fiquei muito surpreso aqui no Brasil --há impostos tão altos, é inacreditável."
"Custa, para mim, acreditar nisso, levando em consideração que o mundo inteiro vê que a bicicleta é a melhor opção [para a mobilidade urbana], já que gera menos poluição", disse. "É um esporte muito gratificante, demanda zero gasolina, o corpo agradece."
O Brasil não tem nenhum título de um dos "gran tours" (algo como o Grand Slam do ciclismo): as Voltas da Espanha, da França e da Itália.
Questionado sobre se moraria no Brasil se fosse convidado por uma equipe de ciclismo nacional, o atleta da equipe dinamarquesa Saxo-Tinkoff não descartou a possibilidade. "Tudo seria questão de estudar [a proposta]."
Durante a entrevista, a organização blindou o atleta contra perguntas sobre doping, vetando qualquer menção ao tema.
Ele perdeu os títulos da Volta da França de 2010 e a Volta da Itália de 2011 por ter sido flagrado com clenbuterol, substância que aumenta a capacidade respiratória e ajuda no aumento da massa muscular. À época das revelações, em fevereiro do ano passado, ele disse que havia sido vítima da ingestão de carne contaminada.
DOENÇA
Em 2004, Contador disputava uma etapa da Volta das Astúrias, na Espanha, quando caiu e começou a ter convulsões. O atleta, que estava sofrendo de dores de cabeça nos dias anteriores, foi diagnosticado com um hemangioma, um tipo de coágulo, no cérebro.
"Tenho a certeza de que, se não tivesse passado por isso, não teria tido os êxitos que acumulei até agora", disse. "Você passa a pôr tudo em uma balança, valoriza muito mais algo simples como sair e estar com os amigos, depois de passar vários meses no hospital. Passa a ver que alguns problemas não são problemas."
Contador venceria a Volta da França pela primeira vez três anos mais tarde, feito repetido em 2009. Ele é o quinto ciclista na história a conquistar os três "gran tours".
A história de superação o aproxima ainda mais do desafeto americano Lance Armstrong, ciclista que também perdeu títulos por doping --sete Voltas da França-- e que venceu uma batalha contra câncer nos testículos.
Os dois foram companheiros na equipe Astana, do Cazaquistão, em 2009, e mantêm organizações filantrópicas em prol do esporte e pelo combate às enfermidades que sofreram.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Tour de France  Nota: Para outros significados, veja Tour de France (desambiguação). Ultima etapa do Tour de France 2009 - Champs-Élysées, Paris Volta à França Nome Local Tour de France Região França Países adjacentes Data Julho Tipo Prova ciclística por etapas História Primeira Edição 1903 Número de Edições 99 Primeiro Vencedor Maurice Garin Último Vencedor Chris Froome Mais Vitórias Jacques Anquetil Eddy Merckx Bernard Hinault Miguel Indurain (5 vitórias) Website oficial UCI World Tour A Wikipédia possui o Portal Ciclismo O Tour de France (em português Volta da França ou Volta à França) ou simplesmente Tour, é uma competição ciclística por etapas disputada anualmente no mês de Julho. O percurso é composto de mais de 3000 km de estradas irregulares e montanhosas que, de uma certa maneira, representam uma volta na França. O Tour de France é o mais prestigiado dos três Grand Tours do calendário ciclístico na Europa; os outros são o Giro d'Italia (Giro) e a Vuelta a España (Vuelta).1 História e descrição geral Corredores assinando o livro de presença, ao início de uma etapa. Também conhecido como la Grande Boucle ("o grande laço"), o Tour foi criado em 1903 por Henri Desgrange, fundador do jornal L'Auto (antepassado do diário esportivo francês L'Équipe), baseado em uma idéia do jornalista Géo Lefèvre (1877-1961). O objetivo, na época, era o de fazer concorrência às corridas Paris-Brest-Paris (patrocinada por Le Petit Journal) e Bordeaux-Paris (patrocinada por Le Vélo).2 O Tour tem sido disputado anualmente desde 1903, mas foi interrompido durante a Primeira e a Segunda Guerra Mundial. Cerca de sessenta ciclistas participaram do primeiro Tour de France e apenas 21 deles conseguiram chegar ao seu final.3 A prova teve início às 15:16 do dia 1 de Julho de 1903 em frente ao café Reveil Matin em Montgeron, na periferia parisiense e era composta por 6 etapas ligando Paris, Lyon, Marselha, Toulouse, Bordéus (Bordeaux) e Nantes. Maurice Garin foi o vencedor deste primeiro Tour de France, que terminou em 19 de julho.4 No começo, o Tour era uma corrida de enduro quase contínuo. Os corredores dormiam na beira da estrada e não eram autorizados a receber assistência alguma, mas vários participantes da segunda edição foram excluídos por terem apanhado um trem em parte do percurso. Hoje em dia, o Tour é uma corrida por etapas, isto é, é dividido em etapas diárias. Há veículos de serviço (motocicletas e carros) que fornecem informações, alimento, água, acesso a mecânicos ou até assistência médica. Alguns veículos são "neutros" a todos os corredores pois pertencem à organização, outros são próprios a cada equipe5 . A maior parte das etapas são disputadas na França, mas é muito comum algumas etapas serem disputadas em países adjacentes à França, como Itália, Espanha, Suíça, Bélgica, Luxemburgo e Alemanha, e até mesmo em países não adjacentes, como Irlanda, Inglaterra e Países Baixos. As três semanas geralmente incluem dois dias de repouso, que são algumas vezes aproveitados para transportar os corredores quando o final de uma etapa é muito distante do início da etapa seguinte. Nos últimos anos, a primeira etapa tem sido precedida de uma curta etapa de contra-relógio individual (1 a 15 km), chamada Prólogo ("Le Prologue"). O final tradicional é em Paris, nos Champs-Élysées. Entre essas duas etapas, são disputadas várias outras, incluindo etapas de montanha, contra o relógio individual e por equipe. As etapas restantes são disputadas em terreno relativamente plano. Com a variedade de etapas, os sprinters podem ganhar algumas etapas, mas o vencedor geral final é quase sempre um especialista em etapas de montanhas e contra-relógio. A montanha Perfil da subida do Alpe d’Huez. Muitos lugares, e especialmente montanhas, estão frequentemente presentes no percurso geral do Tour (em praticamente todas as edições), e ganharam relativa fama por isso. As montanhas mais conhecidas são as de "categoria especial", com picos cuja dificuldade de ascensão está para além de uma categorização normal, e incluem o Passo do Tourmalet (Pireneus, 2114 m), Monte Ventoux (Provence, 1909 m), Passo do Galibier (Alpes, 2645 m), o Hautacam (Pireneus, 1800 m) e o Alpe d'Huez, nos Alpes, com suas famosas 21 curvas, culminando a 1850 m. De maneira geral, as etapas de montanha, juntamente com as etapas de contra-relógio, decidem o vencedor do Tour de France, já que a diferença de tempo entre os ciclistas costuma ser muito maior nestas que nas etapas em plano. Camisetas Lance Armstrong com a camiseta amarela. Michael Rasmussen com a camiseta da montanha em 2005. Existem diversos prêmios a serem disputados, e a cada prêmio corresponde uma camiseta. Existe uma ordem de prioridade para as diferentes camisetas de líder: a camiseta amarela ("maillot jaune"), atribuída ao primeiro corredor em tempo individual na classificação geral, é a de maior prestígio. Foi inventada em 1919 por Henri Desgrange, em referência ao papel amarelo do jornal L'Auto e o primeiro atleta a vestí-la foi Eugène Christophe, que acabaria aquela edição na terceira colocação.6 É atribuída calculando-se o tempo total gasto por cada corredor, isto é, adicionando-se os tempos de cada etapa. O corredor com o menor tempo é considerado o líder no momento, e, ao final do evento, é declarado o vencedor geral do Tour. a camiseta verde ("maillot vert"), foi criada em 1953 em comemoração aos 50 anos do primeiro Tour e é atribuída ao primeiro corredor na classificação individual por pontos (sprints). Ao final de cada etapa, ganham-se pontos quando se termina a etapa nos primeiros lugares. O número de pontos depende do tipo de etapa - mais se a etapa for plana, um pouco menos se for intermediária, ainda menos se for de montanha e o mínimo em etapas contra o relógio. Também atribuem-se uns poucos pontos ao corredor que alcança primeiro certos pontos intermediários, assim como um bônus em segundos para o concurso da camiseta amarela, mas são geralmente tão poucos que não representam muita coisa no resultado final. No entanto, têm um papel preponderante durante a primeira semana, antes das etapas de montanha, quando os corredores estão relativamente próximos na classificação geral. Erik Zabel (Alemanha) é o corredor que mais vezes terminou o Tour com a camiseta verde, por 6 vezes, todas consecutivas, entre 1996 e 2001.7 a camiseta branca com bolas vermelhas ("maillot à pois"), é atribuída ao primeiro corredor na classificação em etapas de montanha; no topo de cada montanha do Tour, atribuem-se pontos aos primeiros a chegar no topo. As subidas são classificadas em categorias de 1 (mais difícil) a 4 (menos difícil) de acordo com seu grau de dificuldade, onde são levados em conta o declive e o comprimento da subida. Uma quinta categoria, chamada categoria especial, é reservada às montanhas ainda mais difíceis que as da primeira categoria. O primeiro corredor em uma subida de quarta categoria recebe 5 pontos, enquanto que o primeiro de uma subida categoria especial recebe 40. Enquanto que somente o 2° e o 3 °Colocados também ganham pontos em uma subida de quarta categoria, os 15 primeiros em uma subida categoria especial são recompensados com pontos. Apesar de o melhor ciclista em montanha ser distinguido desde 1933, foi somente em 1975 que a camiseta branca com pontos vermelhos foi introduzida para identificá-lo. As cores foram decididas pelo patrocinador da época, Chocolates Poulain, para combinar com um de seus produtos mais populares. Richard Virenque (França) detém o recorde absoluto na montanha, tendo ganho o título de "Rei da Montanha" sete vezes, em 1994, 1995, 1996, 1997, 1999, 2003 e 2004. Além dele, ganharam o título de "Rei da Montanha" seis vezes: Federico Bahamontes (Espanha) em 1954, 1958, 1959, 1962, 1963, 1964 e Lucien van Impe (Bélgica) em 1971, 1972, 1975, 1977, 1981, 1983. a camiseta branca ("maillot blanc"): segue os mesmos critérios da camiseta amarela, mas somente disputada por corredores com idade máxima de 25 anos em 31 de dezembro do ano em questão. A categoria, criada em 1975, foi introduzida como forma de reconhecer o desempenho dos ciclistas mais jovens, foi temporariamente extinta em 1998, mas novamente reintroduzida pouco tempo depois. Poucos são os competidores que se podem orgulhar de ter vestido as camisetas amarela e branca no mesmo ano. O francês Laurent Fignon, em 1983, o alemão Jan Ullrich, que ainda compete, em 1997, e o espanhol vencedor do Tour de 2007 Alberto Contador e Andy Schleck em 2010 são os únicos até agora. o dorsal vermelho, que é atribuído ao corredor mais combativo da etapa anterior. No final de cada etapa, os juízes atribuem pontos aos corredores que entraram em "fugas" na etapa. O corredor com o maior número de pontos ganha um dorsal vermelho com letras em branco ao invés das usuais letras pretas em fundo branco. Finalmente, há a classificação por equipes. Para esta classificação, os tempos dos três primeiros corredores de cada equipe são adicionados após cada etapa. O Tour tem atualmente 22 equipes com 9 corredores cada uma (no início), cada equipe patrocinada por uma ou várias empresas. Não há regras específicas quanto à nacionalidade dos corredores de uma mesma equipe, apesar de este ter sido o caso em algumas edições anteriores do Tour. Melhores classificados na prova Generalidades sobre o Tour de France As Quedas Nenhum ciclista por mais prudente que seja está imune aos acidentes. Uma queda pode ser ocasionada por falha do equipamento, mas com certeza expõe ferimentos e pode até levar a morte, como a do jovem italiano Fabio Casartelli que, em 1995, numa decida do Portet d’Aspet, foi arremessado da bicicleta. A gravidade de uma queda pode ser muito maior do que se parece. Se um corredor perde o equilíbrio, outros competidores podem ser arrastados, ocasionando um grande acidente. Percurso úmido, sinalização inadequada e as chamadas ilhas direcionais, somadas à distração, são fatores de ruptura do equilíbrio de um atleta em competição Além disso, a velocidade (que pode superar em alguns trajetos 80km/h) e a sede do cruzar a linha de chegada, elevam a possibilidade de quedas. Fabio Casartelli era sprintista e fazia parte da equipe de Lance Amstrong no Tour de France de 1995, foi o primeiro ciclista a sofrer um acidente fatal num percurso do campeonato. Lusófonos na Volta à França Vitórias de etapas por nações Referências Ver também Ligações externasRead in another language Last modified 28 days ago Wikipédia ™ MóvelNormal Conteúdo disponibilizado com a licença CC BY-SA 3.0 Terms of UsePrivacidade

sábado, 20 de julho de 2013

Colombiano faz história no Tour de France, mas Froome fica perto de título


O colombiano Nairo Quintana, da Movistar, venceu neste sábado a 20ª e penúltima etapa do Tour de
France, praticamente garantindo o título de "rei da montanha" - dado ao ciclista melhor classificado levando em conta apenas as etapas de montanha. Já o britânico Chris Froome, da Sky, ficou perto de conquistar no geral a edição 2013 da mais importante volta ciclística do mundo.
Froome ficou em terceiro na etapa de hoje, entre Annecy e Semnoz, com 125 km de extensão. No geral, o britânico está pouco mais de cinco minutos na frente do rival colombiano. Neste domingo, em que acontecerá a chegada em Paris, o trecho normalmente é feito em ritmo leve, uma espécie de desfile de despedida da competição.
Com a vitória deste sábado, Quintana deverá se transformar no primeiro ciclista sul-americano a ser vice-campeão no Tour de France. Até hoje, o continente teve como melhor resultado a terceira colocação do também colombiano Fabio Parra, em 1988.
Único brasileiro na disputa desta edição da prova, Murilo Fischer, da FDJ.FR, terminou a etapa de hoje na 119º posição. No geral, o ciclista de Brusque, em Santa Catarina, segue em 133º. A chegada e o pódio do Tour de France tradicionalmente acontecem nos Champs-Elysées, após trecho de 158 km a partir de Versailles.

sábado, 16 de março de 2013

uma oficina mecanica para motos



Foto: Divulgação
Como montar uma oficina de motos
Quem não gosta de passar horas prazerosas no fim de semana mexendo na própria motocicleta ou na moto de um amigo? Por isso, pensamos em ajudar você, leitor, que já tem sua oficina de carros, mas quer montar uma de motos que pode ser adaptada em sua garagem de casa ou mesmo em seu estabelecimento.
Nesta matéria, não vamos citar o custo de montagem dessas oficinas, mas é importante informar que o acesso aos orçamentos via internet é simples, são inúmeros os fabricantes e distribuidores de ferramentas convencionais e especiais para motocicletas que exibem em seu site todas as ferramentas necessárias mas cuidado: alguns fabricantes ou representantes podem oferecer ferramentas desnecessárias no dia a dia.
 Como montar uma oficina para serviços amadores
Primeiramente é necessário avaliar qual o nível de conhecimento, quais as motos que serão reparadas e que tipo de serviço será executado, pois a variedade de modelos e a complexidade do trabalho irá determinar os tipos de ferramentas especiais e a literatura a adquirir para a realização do trabalho.
Se o objetivo for efetuar pequenos reparos, sem a pretensão profissional, a montagem dessa oficina é mais simples e barata. Basta reservar um espaço com uma área aproximada de 13 m² bem iluminada e ventilada, livre do pó e com paredes pintadas com tinta lavável em cores claras, onde os animais domésticos não tenham acesso.
Pensando em tudo isso, devemos deixar o local agradável, pois será neste local que os fanáticos por moto passarão boa parte do tempo fazendo reparos preventivos, trocando experiências e até economizando alguns reais, visto que a manutenção preventiva proporciona maior vida útil aos componentes da motocicleta.
 Serviços que podem ser feitos na oficina de fim de semana
Falando em oficina de reparos amadores, podemos sugerir alguns pequenos serviços como:
Parte elétrica: carga de bateria, revisão de sistema elétrico e substituição de lâmpadas e acessórios.
Parte mecânica: limpeza de carburador, desmontagem dos pneus com câmara, troca de guidão, troca de alavancas, substituição das pastilhas e lonas dos freios e aperto geral dos parafusos.
 Dicas importantes
Todo mecânico amador deve, no mínimo, desejar fazer um serviço bem feito, mesmo que possua pouca habilidade, deve ter em mente que a qualidade das ferramentas empregadas no trabalho influencia no resultado final.
Também não é aconselhável utilizar a moto de um amigo ou cliente como cobaia para aprender algum serviço, um reparo mal- feito compromete a segurança do usuário e também desvaloriza a motocicleta, somente inicie qualquer serviço se possuir as ferramentas necessárias e também o domínio técnico sobre o assunto. Recomendamos que invista em cursos de capacitação e leia as matérias publicadas no Jornal Oficina Brasil.
 Serviços terceirizados
Assim como em uma concessionária, uma oficina particular necessita de serviços de terceiros, sendo que nem sempre compensa executar alguns trabalhos como pintura, retífica, alinhamento de chassi, alinhamento de rodas, serviços de borracharia e fazer estofamentos de bancos na própria oficina.
Esses serviços envolvem equipamentos de alto custo, profissionais gabaritados e nem sempre há demanda para isso, o orçamento geralmente é alto e a melhor saída é encontrar uma empresa que preste esse serviço com qualidade e rapidez.
 Como organizar os equipamentos
Diferente do reparador automotivo, o reparador de motocicleta geralmente executa serviços em várias áreas da manutenção como eletricidade, suspensão, injeção eletrônica, freio, motor, câmbio, embreagem, alinhamentos, carburador, pneu, rodas etc. Por isso, a gama de ferramentas é muito variada, não é prático guardar as ferramentas em uma caixa ou um pequeno armário. Recomendamos um painel fixado na parede, que pode ser confeccionado de madeira ou em chapa metálica, com o objetivo de pendurar as ferramentas e tornar prático seu manuseio, dando um aspecto de organização e facilitando o controle.
A oficina deve possuir uma bancada para cada mecânico, assim como o painel de ferramentas e o elevamotos, um suporte é suficiente para acomodar morsa e esmeril, o lava-peças que, geralmente, utiliza querosene deve ficar em local de fácil acesso, porém, longe das faíscas do esmeril e também do carregador de baterias, evitando riscos de incêndios e explosões.
Um armário de aço pode ser utilizado para acomodar peças, literatura, ferramentas grandes e ferramentas como instrumentos de medição.
 Literaturas – manuais de serviços e peças
Para as oficinas, básicas e padrão, é necessário no mínimo um computador equipado com um software capaz de efetuar orçamentos, cadastros, abertura de ordem de serviços, apontamentos de serviços, leitura de manuais de serviços e peças, que atualmente são fornecidos em forma de CD.
 Equipamentos necessários para a composição dos diversos padrões de oficina
Anexamos uma tabela com a listagem mínima necessária das ferramentas comuns mais utilizadas nas oficinas mecânicas.
Não vamos relacionar as ferramentas especificas para cada motocicleta ex.: sacadores, fixadores etc, visto que cada modelo de moto requer um jogo especial e a variedade é muito grande; normalmente essas ferramentas são citadas com seus devidos códigos e aplicações no manual de serviços.
 Pontos importantes
A postura do mecânico é importante, pois normalmente a motocicleta é sempre o centro das atenções, sendo muitas vezes mal vista, por isso seu bom comportamento, além de manter boa reputação com a vizinhança, assegura uma ótima clientela.
Sendo uma oficina-padrão, básica ou de fim de semana, os pontos abaixo devem ser observados e praticados cautelosamente.
 • Organização.
• Limpeza.
• Segurança.
• Respeito à comunidade (quanto a emissões de ruídos, gases e a forma de conduzir a motocicleta)
 Respeito ao meio ambiente
Normalmente, guardamos peças que já excederam seu limite de uso na esperança que um dia iremos aproveitá-la, mas nem sempre isso ocorre. O acúmulo de sucata deixa o ambiente com aspecto desagradável e propício à criação de insetos, roedores etc.
É importante ter a consciência de que quando a peça da motocicleta chegou ao final de sua vida útil ela deve ser descartada e não presenteada a um amigo que esta sem dinheiro para a manutenção de sua motocicleta, há um risco eminente de um acidente, colocando em perigo a vida do condutor, e danos materiais a moto.
Então, o que fazer para o descarte de alguns produtos químicos e sucatas?
Óleo usado, gasolina velha ou o outro produto químico qualquer - nunca devem ser descartados na rede de esgotos nem no solo, procure juntar em um vasilhame e armazená-los longe do alcance das crianças, animais e do fogo.
Todos esses produtos, normalmente, são recolhidos nos postos de gasolina onde são encaminhados para a reciclagem e certamente não vão causar poluição.
Baterias velhas - são poluentes e possuem chumbo, plástico e acido sulfúrico normalmente são vendidas para a reciclagem.
Peças metálicas e plásticas – devem ser encaminhadas para o ferro velho para a reciclagem.

Pneus – Juntam água e colaboram com a proliferação do mosquito da dengue, devem ser encaminhados para o fabricante ou uma recicladora e também podem ser transformados em artesanato ou piso de borracha.
 Conclusão
É indispensável o uso de ferramentas apropriadas, seja pelo mecânico amador ou profissional.
A ferramenta correta reflete o conhecimento teórico e o transforma em um serviço prático de excelência, por isso para se tornar um bom mecânico é necessário conhecer os diferentes tipos de ferramenta com suas devidas aplicações.
A boa identificação visual ajuda o cliente a valorizar os profissionais da empresa.
 

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

O doping de lance...

Confissão de doping por Lance pode tirar esporte do programa olímpico
O ciclismo pode ser retirado do programa olímpico caso Lance Armstrong associe a entidade que comanda
o esporte (UCI) a um amplo esquema de doping, disse Dick Pound, membro do [...]
O ciclismo pode ser retirado do programa olímpico caso Lance Armstrong associe a entidade que comanda o esporte
(UCI) a um amplo esquema de doping, disse Dick Pound, membro do Comitê Olímpico Internacional (COI) à agência
Reuters, na última terça-feira.
Pound explicou que o COI pode não ter escolha a não ser tomar
uma medida drástica caso Armstrong prove que a UCI agiu de
maneira inapropriada. O ex-ciclista norte-americano admitiu,
em entrevista à Oprah Winfrey, que utilizou substâncias ilegais
durante sua carreira. A entrevista irá ao ar nas próximas
quinta e sexta-feira, no canal de Oprah Winfrey e no site
oprah.com e é esperado que Lance revele quem foram as
pessoas que o ajudaram a encobrir os casos.
“Nós podemos dizer, ei, vocês tem um grande problema, porque
não lhe damos quatro, oito anos para vocês resolverem. E
quando vocês acharem que estão prontos, voltem e nós veremos
se é uma boa ideia recolocá-los no programa”.
Ex-membro da Wada (Agência Mundial Antidoping), Pound ainda
criticou a falta de esforço da UCI no combate ao doping. “O COI teria que lidar com isso [combate ao doping] já que a
UCI não é conhecida por suas ações firmes contra o doping”.
Um dos esportes com mais eventos olímpicos, o ciclismo está presente desde os Jogos de Atenas, em 1896, considerada
a primeira edição das Olimpíadas modernas. Em setembro deste ano, o COI anuncia na Argentina qual cidade será sede
dos Jogos de 2020 e quais esportes continuam, ou não, no programa olímpico.
Fonte: prologo.com.br

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Como calcular o seu VO2 Max

Como calcular o VO2 max.!!!
Um dos detalhes mais importantes na nossa disciplina encontra os
valores de VO2max, ou seja, o consumo máximo de oxigénio, como
algo extremamente importante nos desportos que exijam a
endurance como capacidade fisíca fundamental .
Para nós corredores, existe toda uma série de testes de possível
realização. Uns recorrem a modernas aparelhagens altamente
sofisticadas; outros, poderão ser facilmente executados por nós
próprios e com resultados muito aproximados aos anteriores. De
uma coisa podemos estar certos: todos os testes que envolvam as
capacidades cárdio-pulmunares são úteis aos corredores.
Quantos de nós já perguntámos enquanto corremos; qual será o
meu limite?
O saber calcular o VO2 max, possibilita ao atleta, qualquer qu seja
o seu nível ou idade, a obtenção de melhores resultados e,
sobretudo, o saber dosear com segurança os diferentes factores do
treino.
Todos nós já ouvimos falar de determinados esforços do treino que
têm de ser cumpridos a 70% do esforço máximo!!! e porque não a
80% ? A resposta passa por esta reflexão: desde que a intensidade
de corrida corresponda entre 80 a 85% de V02max, sucede que ,
num bom número de atletas, o organismo começa a produzir ácido
láctico que, mais tarde ou mais cedo, vai obrigar o atleta a reduzir
imenso a sua passada e entrar num andamento mais fraco.
Como avaliar o VO2 MAX
O saber calcular o VO2max possibilita aos atletas, qualquer que seja o
seu nível ou idade. a obtenção de melhores resultados e, sobretudo,
osaber dosear com segurança os diferentes factores do treino.
Comece por considerar a base do seu melhor resultado nos 10.000
metros. Evidentemente que há necessidade de tal marca corresponder
efectivamente ao seu valor cronométrico nessa distância, já que, de
outra forma, vai-se falsear os cálculos.
Devemos seguir os seguintes passos:
a) Multiplicar o seu melhor tempo nos 10 mil metros ( em minutos )
por 1,54
b) Subtrair de 120,8 o resultado anteriormente obtido
c) Chega-se a um número que corresponde aproximadamente ao seu
VO2max. expresso em ml de oxigénio por Kg de peso do corpo
Exemplo:
Seguimos o exemplo de um corredor cujo melhor tempo nos 10 mil é
de 40,30. O cálculo a fazer será:
40,5 x 1,54 = 62,37
a que se seguirá um outro, representado por:
120,8 - 62,37 = 58,43
ou seja o valor do seu VO2max .
A fase seguinte dos nossos cálculos prende-se com a tentativa de
determinar qual o ritmo de corrida que irá corresponder a 70% do
VO2max.
a) Multiplicar por 0,7 o número obtido como sendo o valor do seu
VO2max. No nossos exemplo, ele é de 58,43 o que dará:
58,43 x 0,7 = 40,90
b) Somar 5,24 ao resultado anteriormente obtido:
5,24 + 40,90 = 46,14
c) Dividir o número 329 pelo resultado acima, de que resulta:
329: 46,14 = 7,13 minutos por milha
No caso dos nossos quilómetros, isto dará:
7,13:1,609 = 4,43 minutos
Multiplicando a fracção (43) por 0,6 iremos encontrar 25,8 o que
significa ser de 4.25,8 por quilómetro a cadência que corresponde a
70% de um VO2max de 58,43
Um atleta com uma marca igual à que se mostra no exemplo ( 40,30
aos 10 mil ) , se mantiver nos treinos longos um ritmo de 4,25 por km,
vai usufruir de todos os benefícios da sua preparação.
Com esta noção poderá evidentemente escolher os seus companheiros
de treino, evitando as sessões muito lentas ou muito rápidas.
O Drº Kenneth Cooper , no seu famoso teste de 12 minutos de esforço,
apresenta uma proposta muito simples aos candidatos: tentar
percorrer a maior distância possível durante esse espaço de tempo,
quer através de corrida constante, simples marcha ou mesmo
alternando corrida e marcha.

domingo, 16 de dezembro de 2012

nosso eterno ciclista ROBERTO BARBOSA


Roberto Barbosa é um ícone do ciclismo no Brasil e no exterior e a história e de sua carreira, foi construída com muita dedicação, conquistas, desilusões, curiosidades, alegrias e dificuldades e pode ser visto todos os sabados na USP pedalando com a mesma alegria de sempre.
Paulista, natural de Poços de Caldas; minha infância, juventude inclusive o meu casamento foi em Assis, interior de SP onde s
urgiu a minha paixão pelo ciclismo. Sempre fui adepto a esportes. Aos 14 anos comecei a pedalar e não parei mais. Mudei para São Paulo em 1958. são mais de 50 anos dedicados ao esporte. Viajei o mundo competindo e somando títulos, passei pela Argentina onde conquistei mais de 50 vitórias, Uruguai, Espanha, Colômbia, Peru, Canadá, EUA, dentre muitos países. Inúmeras vezes fui campeão paulista, campeão brasileiro, fui, ainda, 4 (quatro) vezes campeão Panamericano e campeão da Copa Européia na Espanha em 2000. Hoje contabilizando são mais de 1000 medalhas e troféus.
O Ciclismo é o meu esporte e a minha grande alegria!
Resumo dos meus títulos:
*MELHOR CICLISTA ANOS 1960 & 2000;
*2x CAMPEÃO LUSO BRASILEIRO - PORTUGAL;
*4x CAMPEÃO PAN AMERICANO MASTERS
(TOTAL 10 MEDALHAS);
*30x CAMPEÃO BRASILEIRO;
*38x CAMPEÃO PAULISTA;
*3º COLOCADO NO MUNDIAL MÁSTERS - ESPANHA;
*BI CAMPEÃO DE MASTERS - PERÚ;
*CAMPEÃO E MELHOR CICLISTA MASTERS - COLOMBIA;
*10x CAMPEÃO DAS 200 MILHAS VETERANOS - URUGUAI;
*5x CAMPEÃO DA VOLTA DAS FLORES- URUGUAI;
*3x CAMPEÃO VOLTA DA ARGENTINA – MISIONES;
*ARGENTINA + DE 50 TROFÉUS;
*URUGUAI + DE 100 TROFÉUS.
 

sábado, 1 de dezembro de 2012


Samsung e Android lideram mercados de smartphones e sistemas operacionais

Empresa sul-coreana segue na primeira posição no mercado de smartphones; Apple cresce e assume a segunda posição.
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Por Wikerson Landim em 1 de Dezembro de 2012
Samsung confirmou mais uma vez a liderança no mercado de smartphones, segundo dados divulgados nesta semana pela comScore. A empresa sul-coreana detinha 25,6% do mercado em julho deste ano e agora cresceu 0,7%, passando para 26,3% no mês de outubro. A segunda posição agora é da Apple. A empresa foi a que obteve o maior crescimento no trimestre, 1,5%, passando de 16,3% para 17,8%.
LG, segunda colocada até então, apresentou queda no trimestre de 0,8% e, com isso, perdeu a vice-liderança. A empresa detinha 18,4% do mercado e agora está com 17,6%, pouco atrás da empresa da Maçã. A quarta posição permanece sendo da Motorola, com 11% (queda de 0,2% no trimestre) e o quinto lugar é da HTC, com 6% (queda de 0,4% no trimestre).

A guerra das fabricantes

  1. Samsung 26,3%
  2. Apple 17,8%
  3. LG 17,6%
  4. Motorola 11%
  5. HTC 6%

Android amplia a liderança

Já em se tratando de sistemas operacionais, a situação permanece inalterada. Android e iOSseguem crescendo, enquanto os demais permanecem instáveis ou em queda. O Android ampliou a sua liderança, crescendo 1,4% e passando de 52,2% para 53,6% do mercado. O iOS cresceu menos, apenas 0,9%, e passou de 33,4% para 34,3%.
BlackBerry foi o sistema operacional que teve a maior queda, despencando 1,7%. O sistema operacional da RIM detinha 9,5% do mercado e agora está com 7,8%. O Windows Phonetambém caiu (0,4%), passando de 3,6% para 3,2%. O Symbian, na quinta posição, também caiu mais um pouco (0,2%) e agora está com apenas 0,6% do mercado.

A guerra dos sistemas operacionais

  1. Android 53,6%
  2. iOS 34,3%
  3. BlackBerry OS 7,8%
  4. Windows Phone 3,2%
  5. Symbian 0,6%


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/mercado/33489-samsung-e-android-lideram-mercados-de-smartphones-e-sistemas-operacionais.htm#ixzz2Dpgpf8KD

domingo, 25 de novembro de 2012

A história do homem de ferro

Lance Edward Armstrong (nascido Lance Edward Gunderson, (Plano, 18 de setembro de 1971) é um ex-ciclista americano. Em 2012 ele foi banido eternamente e desclassificado de todos seus resultados obtidos desde agosto de 1998, pelo uso e distribuição de Dopagem bioquímica.[2] Como consequência ele perdeu os sete títulos do Tour de France que conquistou entre 1999 e 2005 depois de ter retornado a competir após ter contraído Câncer testicular.

OcultarBiografia

Lance nasceu em Plano, Texas, e começou a desenvolver o seu corpo desde muito novo. Sua mãe, Linda Mooneyham, teve até dois e três empregos para sustentar Lance, após o pai os ter abandonado. O seu apoio foi o motivo principal para que Lance se investisse no mundo do desporto.Primeiro Lance praticou natação, o que o ajudou a moldar o seu carácter de lutador. Levantava-se às 4h45 todos os dias para ir treinar na piscina. Mais tarde, quando completou treze anos, descobriu o triatlo e venceu o concurso "Iron kids Triathlon".Chris Carmichael descobriu que com a sua ajuda e o talento de Lance para o ciclismo, ele facilmente se tornaria profissional, já que amealhava taças ganhas. A sua vida deu uma volta de 180º quando, aos 21 anos, sendo um dos mais novos a competir, venceu o Campeonato do Mundo de Ciclismo em estrada.Armstrong iniciou a sua carreira como profissional pela Motorola em 1992, na clássica San Sebastián, quando terminou em último lugar, prova que venceu em 1995.A vitória no Campeonato do Mundo de Oslo mostrou um ciclista completo e disposto a tudo.Um ano depois, em Verdun, venceu a sua primeira etapa do Tour de France. Em 1995 repetiu o triunfo da etapa, em França, e conseguiu a sua primeira vitória numa grande etapa no Tour, triunfo a que somou a Flecha Valona de 1996.Durante algumas semanas, Lance tinha vindo a observar uma grande inflamação na virilha, e habituado a ignorar a dor não lhe deu importância, até que começou a vomitar sangue, a ter perdas de visão e enxaquecas.O diagnóstico estava feito: um câncer (cancro) no testículo. Além disso os médicos descobriram-lhe, também, dois tumores, do tamanho de bolas de golfe, num pulmão e no cérebro.Mas para uma pessoa que tinha passado toda a vida em cima de uma bicicleta, render-se à doença não era a opção a tomar. Numa entrevista Lance referiu: "Enganaste-te na pessoa ao escolheres um corpo para viver, cometeste um erro porque escolheste o meu". Lance estava disposto a lutar contra o seu câncer.Armstrong em palestra com cancerologistas.A equipa francesa Cofidis rescindiu o contrato com Lance, tendo este que vender o seu Porsche e teve quase de fazer o mesmo com a sua casa. Estava a passar por maus momentos, mas teve forças para seguir em frente.Aos 25 anos, numa conferência de imprensa, Lance declarou que sofria da grave doença. Um ano mais tarde, embora os médicos lhe dissessem que a probabilidade de viver fosse apenas de 40%, Lance não desistiu, e anunciou que iria regressar.A Janeiro de 1997, um mês depois de ter acabado a quimioterapia, Lance conheceu Kristin Richard, que foi sua esposa durante cinco anos. Com ela teve três filhos, o mais velho Luke, e os gémeos Grace ("Gee") e Isabelle ("Izzi"), sendo que os gémeos foram fecundados através de sémen congelado de Lance. Após o divórcio, o ciclista iniciou uma relação com a cantora Sheryl Crow.Lance fundou a "Fundação Lance Amstrong" para a luta contra o câncer, e relatou, em vários livros, a sua própria história, para demonstrar que se pode superar tudo desde que se tenha energia para tal. O seu primeiro livro "It’s not about the bike", vendeu milhares de exemplares, êxito que foi repetido com a sua biografia "Vontade de Vencer – A Minha Corrida contra o câncer.Em 1998 a equipa U. S. Postal Service fechou um contrato com Lance, que voltava assim a pedalar. A sua primeira corrida foi a Rota do Sol, em Espanha, ficando Lance em 14º lugar.Nesse mesmo ano, Lance começa a tomar uma droga chamada EPO, que simula o efeito da Testosterona no organismo, fazendo com que o metabolismo funcione de forma mais eficiente. Primeiro ano de uma longa trajetória de Doping, até o final de sua carreira, em 2012.Duas semanas depois participou na etapa Paris - Nice. Sem grandes resultados. A temporada não foi de todo suficiente, chegando Lance a pensar numa possível renúncia.Em vez de fazer isso decidiu concorrer numa das provas mais importantes de todo o mundo. Em 1999 venceu o Tour de France, sagrando-se campeão na classificação geral individual. Foi comprovado o Doping em todas as edições do Tour de France. Em 2012, Lance perde o título de todas as suas provas. A este triunfo somaram-se mais seis vitórias no Tour. Após sua última vitória, em 2005, Lance anunciou a sua retirada.No dia 5 de Novembro de 2006, Lance Armstrong participou da Maratona de Nova York, completando o percurso em 2h59min36s, tempo que ficou dentro da meta de 3 horas que ele mesmo havia estabelecido. Na preparação, contou com a ajuda de sua ex-esposa Kristin Richards e seu eterno treinador, Chris Carmichael. Para justificar a inesperada participação na prova, que serviu também para levantar fundos à sua instituição contra o câncer, Lance disse: "Serei sempre um corredor".Armstrong anunciou em 18 de abril de 2005, em Augusta, nos Estados Unidos, que encerraria sua carreira logo após o Tour de France 2005, o que realmente fez. Em abril de 2006, anunciou que correria aMaratona de Nova Iorque[1], em 5 de novembro do mesmo ano, negando que o faria seriamente ou que pretendia atuar profissionalmente em maratona ou triatlo.Para a surpresa geral, no final de 2008, aos 37 anos, decidiu voltar ao ciclismo, correndo pela Astana. Em 2009, Armstrong disputou pela primeira vez o Giro d'Italia, naquela que foi a 100ª edição da volta italiana, além de marcar presença novamente no Tour de France.[2]Em 23 de Janeiro de 2011, aos 39 anos, anunciou que terminou a sua carreira internacional, na última etapa do Tour Down Under da Austrália[3].Fechar esta secção

OcultarDoping

Uma reportagem publicada pelo jornal francês l'Équipeno dia 23 de agosto de 2005 afirmava que Lance Armstrong teria utilizado EPO (Eritropoietina) no primeiro Tour de France que venceu, em 1999. A análise, feita pelo Laboratório Nacional de Detecção de Dopagem (LNDD) de Chatenay-Malabryy (França), tomou por base amostras de urina congelada, colhidas do corredor um pouco antes do início e durante a competição. À época, não havia tecnologia disponível para esse tipo de análise. [3]A acusação de doping gerou controvérsias entre os ciclistas. Alguns argumentavam que EPO não seria considerado doping à época, outros afirmavam ser um complô para desmoralizar Lance, mas o principal motivo para duvidar das acusações era passional: Lance Armstrong é muito admirado em todo o mundo, por ciclistas ou não, pelo facto de ter conseguido conquistar por sete vezes consecutivas o Tour de France após ter-se recuperado do câncer, além de sua luta em apoio às vítimas da doença. Para essas pessoas, não importava se uma das vitórias foi por meio de doping e, mesmo sendo, seis vitórias já seriam um feito e tanto.Nove meses depois, no final de maio de 2006, Lance foi considerado inocente das acusações de doping pela empresa independente Scholten, que a UCI encarregou de estudar as alegações do L´Equipe. A advogada neerlandesa Emile Vrijman, que chefiou por dez anos a WADA (Agência Mundial Anti-Doping) e depois passou a defender atletas de acusações de doping, trabalhou no relatório junto ao cientista Adriaan van der Veen, também neerlandês. Segundo Vrijman, os procedimentos de teste foram insuficientes para considerar a amostra de Armstrong positiva e houve má conduta da WADA e do LNDD. [4]Entretanto, a polémica continua: a UCI criticou Vrijman por divulgar as informações sem ter consultado todos os envolvidos; Armstrong acusa a WADA de agir contra a lei [5]; a WADA afirma que as acusações de Vrijman são irresponsáveis e pretende processá-la; o jornal L'Équipe afirmou que sua reportagem mantém-se correcta, apesar do relatório. [6]Em 2011, novas acusações de doping são feitas à Armstrong, desta vez vindas de dois de seus mais íntimos colegas, que fizeram parte da equipe de Armstrong nos muitos anos que competiram juntos na equipe USA, sendo um deles o veterano Tyler Hamilton, melhor amigo de equipe de Armstrong. Inclusive, alguns anos atrás diziam que se Tyler um dia resolvesse contar o que sabe, então toda a verdade sobre os dopings de Armstrong seriam revelados; e foi exatamente o que aconteceu; depois de anos, negando, agora Tyler resolveu contar tudo o que sabe. Essas investigações estão sendo conduzidas pelo FBI e vários outros dos ex-colegas de equipe, que nunca antes quiseram se pronunciar, agora falam abertamente ao FBI e à mídia os detalhes dos dopings em quase todos títulos ganhados por Armstrong. Em Junho de 2012 a USADAacusou formalmente Armstrong do consumo de substâncias ilícitas [4], baseando-se em amostras sanguíneas de 2009 e 2010 e em testemunhos de outros ciclistas.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Esse é o cara

Marco Pantani

Marco Pantani (Cesena, 13 de janeiro de 1970 — Rimini, 14 de fevereiro de 2004) foi um ciclista profissional italiano, reconhecido mundialmente como um dos melhores escaladores de sua geração.O ponto alto de sua carreira foi o ano de 1998, quando venceu o Giro da Itália e o Tour da França, as duas competições mais importantes do esporte. A bandana que ele costumava utilizar o seu estilo de ataques individuais tornaram-no mais conhecido como 'Il Pirata' (O Pirata) pela torcida e pela imprensa italiana. Entretanto, em 1999, sua carreira começou a decair, em virtude de um suposto envolvimento com drogas ("doping"). Nesse ano, foi reprovado em um exame de sangue realizado durante o Giro.

OcultarSurgimento

Com 1,72 m e apenas 57 kg, Pantani tinha um físico clássico de escalador e provou o seu potencial no seu primeiro Tour e Giro, em 1994, quando foi o 3° e colocado e no ano seguinte ganhou a mítica etapa com chegada no cume de Alpe d'Huez. Quando tudo indicava que teria uma carreira meteórica, Pantani sofreu um terrível acidente durante uma competição na Itália. Sua perna esquerda sofreu graves lesões e a continuidade de sua carreira como atleta de competição foi questionada.Marco PantaniFechar esta secção

MostrarRetorno

OcultarGrandes triunfos

Entretanto, no Tour do ano seguinte (1998), Pantani finalmente conseguiu quebrar a aura de invencibilidade de Ullrich, abrindo uma vantagem de cerca de 8 minutos e 57 segundos em uma fantástica etapa de montanha. Ullrich ainda mostrou seu caráter, atacando na etapa seguinte, mas o estrago já estava feito e Pantani se tornou o primeiro italiano desde Felice Gimondi (1965) a vencer o Tour. A sua vitória é ainda mais espetacular porque nas últimas décadas o Tour tem sido dominado pelos corredores especialistas em etapas individuais contra o relógio, como Miguel Induráin, Jan Ullrich, Bjarne Riis e, mais recentemente, Lance Armstrong. Desde os tempos de Lucien van Impe que um escalador "puro-sangue" não vencia a competição.Marco Pantani também mostrou suas perfomances espetaculares no Giro da Itália, onde o grande número de etapas montanhosas favoreceram o seu estilo. Desafiado por outros competentes contra-relogistas, como Alex Zuelle e Pavel Tonkov, Pantani atacou repetidamente nas etapas montanhosas e foi capaz de obter uma vantagem tal que compensou a sua deficiência nas etapas contra o relógio, resultando em uma vitória na classificação geral do Giro de 1998, além da conquista de várias etapas.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Os 90 anos da SHIMANO

Shozaburo Shimano abriu uma loja de conserto de máquina em 1921.Fascinado com as bicicletas, começou a estudar e experimentar com metalurgia e fabricação de rodas livres de alta qualidade.
Shozaburo morreu em 1958 e foi sucedido por seus três filhos. Em 1962, conseguiu o Shimano conta Columbia, seu primeiro grande cliente americano. Ele abriu a porta para os outros e em 1965 Shimano tinha estabelecido um escritório em Nova York. Logo depois, Schwinn começou a receber reclamações sobre desviadores barulhentas em suas dez velocidades. Areia e outros detritos iria encontrar o seu caminho para o mecanismo de desfazer e causar atrito. Al Schwinn de Fritz procurou uma roda livre com rolamentos selados de seus fornecedores, mas foi recusado.Fritz mencionou o assunto ao filho do meio de Shozaburo, Keizo. Shimano rapidamente em uma amostra ea porta para a América foi arrancada de suas dobradiças. Afinal, se os componentes Shimano eram bons o suficiente para Schwinn, eles eram bons o suficiente para qualquer um.
Shimano tornou-se uma empresa pública em 1972.
Em 1984, introduziu mudanças Shimano indexado e revolucionou a indústria.Um cavaleiro pode clicar precisamente de uma engrenagem para o outro sem sentir o seu caminho para cima ou para baixo da cassete. Em 1986, Shimano começou outro movimento, quando os seus componentes foram vendidos como grupos completo. Isso ajudou-los bloco a concorrência que oferecia apenas uma ou duas partes em torno do quadro.
Final dos anos 80 foram dominados pela Shimano que estava liderando uma tendência de padronização em toda a indústria. Pilotos sérios começaram a comprar bicicletas com base em seus componentes, em vez de o nome no quadro. Shimano convenceu o mercado que o trem de acionamento era o coração da bicicleta. Fabricantes de quadros estavam construindo suas bicicletas para estar em forma na prateleira com grupos de componentes Shimano. A empresa tinha 60% do mercado.
Em 1995 Shimano teve vendas de US $ 1,3 bilhão e fez US $ 54 milhões em lucros. Em comparação, um grande ano para Schwinn, foi de US $ 5 milhões em lucros (obviamente, Schwinn havia declarado falência e foi comprado por Scott em 1993).

Mais em breve ...

Fonte:
No Hands, The Rise and Fall of a Companhia de bicicleta Schwinn, uma instituição americana, por Judith coroa e Coleman Glenn

Componentes:
Dura-Ace () grupo de componentes Shimano para bicicletas de corrida.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Flavio Cardoso dos Santos é o campeão de Contra – Relógio da Volta do Estado 2011


O atleta de Pindamonhangaba fez o tempo de 30m58s379

A terceira etapa do Tour do Brasil – Volta Ciclística Internacional do Estado de São Paulo 2011 aconteceu na manhã desta de terça-feira na cidade de São Carlos. Com um clima frio e bastante vento, os atletas percorreram num circuito montado dentro do Parque Eco- esportivo Damha, com 23 quilômetros de extensão cada volta. Ao final da prova, cada ciclista percorreu um total de 46 quilômetros.

A disputa da prova foi decidida apenas no final. Conforme aconteciam as largadas, vários atletas ficaram na primeira colocação. Flavio Cardoso dos Santos, que representa a equipe Funvic/ Marcondes Cesar, de Pindamonhangaba largou na última das oito baterias, e conquistou o melhor tempo da prova, com a marca de 30m58s379. Flavio ficou quase um minuto a frente do segundo colocado, Edgard Simon.

Foto: Ivan Storti

O atleta da Padarial Real/ Cáloi/ Céu Azul Alimentos, de Sorocaba, também largou no final da prova. Edgard fazia parte dos atletas da sétima bateria, e com o tempo de 31m50s025, conquistou a medalha de prata na prova de CRI.

A terceira colocação ficou com o atleta de Americana. Elton Pedroso da Silva levou a equipe São Lucas Saúde/ Giant/ UAC para o pódio, após completar as duas voltas com apenas um segundo a mais que o Edgard Simon. O ciclista finalizou a prova com o tempo de 31m51s772.

Walter Miguel Ribeiro, que ficou grande parte do tempo da prova na primeira colocação, terminou o dia em São Carlos em quarto lugar. O atleta que, assim como Edgard Simon, também representa a equipe sorocabana Padaria Real/ Cáloi/ Céu Azul Alimentos, terminou a prova com o tempo de 31m53s826.

Fechando o pódio, Tiago Fiorilli da equipe Funvic/ Marcondes Cesar de Pindamonhangaba, fez o tempo de 31m54s355.

O Tour do Brasil – Volta Ciclística Internacional do Estado de São Paulo 2011 continua amanhã, quarta-feira, em um trecho de Rio Claro até Sorocaba. A prova irá iniciar às 11h, e os atletas percorrerão um total de 179 quilômetros.

Três primeiros colocados da prova de CRI - Foto: Ivan Storti

O 8° Tour do Brasil – Volta Ciclística Internacional do Estado de São Paulo 2011 é uma realização e organização da Rede Globo, Yescom, Ideeia, Governo do Estado de São Paulo, Federação Paulista de Ciclismo e Confederação Brasileira de Ciclismo, com transmissão da Rede Globo, SporTV e Globo Internacional. O patrocínio de arena é da Redecard e Fisk Centro de Ensino, com co-patrocínio de Montevérgine e HCor e apoio da Refactor. O apoio especial é da Polícia Militar Rodoviária do Estado de São Paulo, SecretariaEstadual dos Transportes, Secretaria Estadual de Esportes, Lazer e Turismo de São Paulo, das prefeituras de Marília, Bauru, São Carlos, Rio Claro, Sorocaba, Atibaia, Pindamonhangaba, Campos do Jordão, Jundiaí e São Paulo, Artesp e das concessionárias Dersa, DER, Rota das Bandeiras, Eco Pista, Triângulo do Sol, Colinas, Rodovias do Tietê, CCR Autoban, Centrovias GrupoOHL, CCR. A supervisão é da União Ciclística Internacional , da Confederação Brasileira de Ciclismo , Federação Paulista de Ciclismo e Ideeia.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

dia 29/07/2011 O certo e o errado com Ricardo Arap




Existem as verdades relativas, que são o ponto de vista de cada um e existem os pontos incontestáveis, sem exceção, verdades absolutas, como um mais um são dois e tudo que nasce morre um dia. Temos vários exemplos de experiências como essas no ciclismo e as vivenciamos em nosso dia-a-dia.Pedalar certo é pedalar trancado ou girando em alta rotação? Carbono, alumínio ou titânio? Tubular ou clincher? Nas subidas temos de pedalar sentados, alternar posições ou de pé sempre? Seguramos em cima, ao lado ou embaixo do guidão? Será que estou na postura certa em cima de bike? Freamos ou não nas descidas?Janete Evans, a grande nadadora americana no início dos anos 90, com um corpo pequeno e um estilo feio de braçadas assimétricas, foi imbatível nos 400 m e 800 m nado livre. E onde estava sua eficiência? Na excelência de técnica de alavancas dentro da água, na sua flutuabilidade e coordenação de pernas, sem contar, é claro, na sua dedicação máxima. Quem poderia apostar nela simplesmente pela sua forma de nadar?A disputa dos dois melhores ciclistas da temporada passada, Alberto Contador e Andy Schleck, demonstrou muito essa variação de estilos, em que um variava muito a posição na subida, além de um rotação de giros maior, enquanto o outro se mantinha mais tempo em cima do selim da sua bicicleta, salvos seus constantes sprints de ataque e tentativas de fugas.O triatleta paulistano Sérgio Menicone, um amigo meu, conseguiu no ano passado o quarto lugar na seletiva do Canadá e a vaga para o Ultraman do Havaí, que acontecerá no segundo semestre deste ano, desobedecendo há muito tempo várias considerações básicas da técnica de pedalada, com um estilo próprio, bastante travado, que lembra mais um iniciante que não sabe para que existem tantas relações e o que fazer com elas − e mesmo assim possui um pedal constante e eficiente para o tipo de desafio que escolheu para realizar.Outras contradições desse jogo de certo e errado são as experiências que presenciamos na rotina daqueles que frequentemente usam a bike. Quantos exemplos não vemos de pessoas que começam a pedalar de forma sisuda, carrancuda e, ao terminarem suas tarefas, vão embora flutuando, desabrochados, bem mais leves, alegres e sorridentes?E o inverso acontece, quando alguns começam a pedalar com a intenção de curtir um belo dia e voltam de cabeça quente para suas casas, seja por um problema mecânico, pneu furado ou por uma discussão acalorada com um motorista imprudente.O episódio do motorista que atirou seu carro contra ciclistas em Porto Alegre me faz refletir no argumento da sua defesa para tal atitude. O quanto diversas vezes nós erramos de modo impulsivo e intuitivo aos nos sentirmos ameaçados, interagindo com o agressor com as mesmas ferramentas, ou seja, mais agressividade, e várias vezes de modo covardemente coletivo?Não são raras as situações quando alguém que faz parte deste universo de duas rodas entra no seu carro e passa a agir da mesma forma que todos esses inconsequentes motoristas, desconsiderando o esporte que escolheu para praticar, colocando em risco o seu próximo, seja ele um ciclista ou um simples trabalhador que segue seu caminho de volta para casa com sua bicicleta.É bem difícil determinar o que é certo ou errado, ainda mais por conta dos nossos pontos de vista, das nossas adaptações, dos nossos estímulos, mas podemos, de bicicleta, de carro ou a pé, buscar fazer o que nos traga realização e felicidade, sem desrespeitar e desconsiderar as verdades de cada um.